Ralé / Donzoko

Nota: ★★★★

Em Ralé, seu filme de 1957, Akira Kurosawa demonstra cabalmente que, de fato, é o William Shakespeare do cinema. Ler Mais »

Uma Repórter em Apuros / Whiskey Tango Foxtrot

Nota: ★★★☆

Duas coisas ficaram remoendo na minha cabeça logo depois de ver Whiskey Tango Foxtrot, produção de 2016 que conta a história quase real de uma jornalista de televisão americana que trabalhou durante alguns anos em Cabul, capital do Afeganistão: como é o ridículo o título do filme no Brasil, e como Tina Fey é boa atriz. Ler Mais »

Dégradé

Nota: ★★★½

Tudo em Dégradé é extraordinário, admirável, desde a idéia inicial até os detalhes da realização. Extraordinário, admirável – e também chocante, apavorante, lancinante. Corta a pele do espectador feito peixeira de baiano. Corta e remexe a ferida, e vai enfiando mais para o fundo. Ler Mais »

Jake Grandão / Big Jake

Nota: ★★★☆

Jake Grandão/Big Jake, lançado em 1971, foi o último filme dirigido por George Sherman, um realizador veterano, que havia se tornado amigo de John Wayne ainda nos anos 30. Ler Mais »

Estrelas Além do Tempo / Hidden Figures

Nota: ★★★☆

Hidden Figures, no Brasil Estrelas Além do Tempo, se baseia em fatos reais – “baseado numa história real não contada”, como diz a frase promocional. Trata de temas tão importantes, impactantes, e se coloca tão apaixonadamente a favor dos valores bons, corretos, que a gente até acha que é um grande filme. Ler Mais »

O Rei da Comédia / The King of Comedy

Nota: ★★★☆

O Rei da Comédia, que Martin Scorsese lançou em 1983, é seguramente o único filme da longa carreira de Jerry Lewis em que ele não provoca sequer uma risada na audiência. E o único em que ele – conhecido pelo epíteto de Rei da Comédia –  ri e sorri muito, muito pouco.  Ler Mais »

A Criada / Ah-ga-ssi

Nota: ★★★½

A Criada, produção sul-coreana de 2016, é estupidamente bem realizado, em todos os quesitos, das interpretações magníficas ao visual primoroso, requintado, da direção de arte à bela trilha sonora. Ler Mais »

O Vento Será Tua Herança / Inherit the Wind

Nota: ★★★★

O Vento Será Tua Herança, no original Inherit the Wind, é um daqueles grandes clássicos indispensáveis, fundamentais do cinema americano dos anos 40 até meados dos 60. Ler Mais »

Anestesia / Anesthesia

Nota: ★★★☆

Anestesia é um belo, sensível drama sobre opções, as escolhas que podemos fazer – e sobre como a vida a cada momento passa por cima de nós e de nossos planos, sem que possamos fazer nada para evitar isso. Ler Mais »

Paixão Proibida / Onegin

Nota: ★★★☆

Há carradas de histórias de amor trágicas, na arte e na vida real, e sempre houve, desde os clássicos gregos, 400 anos antes de Cristo, até os jornais de hoje ou ontem: amor que rima com extrema dor, morte, horror. Ler Mais »

A Professora / Ucitelka

Nota: ★★★★

A Professora, do checo Jan Hrebejk, é um filmaço, uma obra-prima, um brilho, 102 minutos de primoroso cinema. É também um contundente, forte, violento, bem documentado libelo contra os totalitarismos, um minucioso estudo de como o autoritarismo vai se enraizando em absolutamente tudo, em cada detalhe da vida das pessoas que vivem sob uma ditadura. Ler Mais »

Os Amores de Maria / Maria’s Lovers

Nota: ★★★☆

Maria’s Lovers, de 1984, foi o primeiro filme de Andrei Konchalovsky nos Estados Unidos. Bem mais do que isso, foi – creio – o primeiro filme americano de um cineasta soviético, algo que dá a ele uma grande importância histórica. Ler Mais »

O Apartamento / Forushande

Nota: ★★★½

O Apartamento, de 2016, veio para reafirmar uma vez mais: o realizador iraniano Asghar Farhadi é um fenômeno, um talento extraordinário. Ler Mais »

Nunca Fui Santa / Bus Stop

[rating:2)

Bus Stop, no Brasil Nunca Fui Santa, de 1956, foi o segundo filme lançado quando Marilyn Monroe já era indiscutivelmente a maior estrela do cinema americano. Ler Mais »

Águas Rasas / The Shallows

Nota: ★★★½

Águas Rasas/The Shallows, co-produção EUA-Austrália-Espanha de 2016 dirigida pelo espanhol Jaume Collet-Serra, é uma impressionante mistura de dor e beleza. É um filme de uma excelência plástica, visual, absolutamente admirável, esplendorosa – e, ao mesmo tempo, um filme difícil de se ver, porque é doloroso demais, angustiante demais. Ler Mais »