Nota: 



Querido Muro de Berlim é um filmaço. Um brilho absoluto, uma maravilha. Ler Mais
Nota: 



Desafio à Corrupção, no original The Hustler, de Robert Rossen, lançado em 1961, é um grande filme. Mas é mais que um filme: é uma lenda. Ler Mais
Nota: 



Para realizar seu terceiro longa metragem, o diretor Dito Montiel, americano de Nova York, onde nasceu em 1965, teve um orçamento de US$ 15 milhões e um elenco de nomes respeitáveis. Ler Mais
Nota: 



Parece que Mulher Solteira Procura não agradou muito à crítica. Leonard Maltin, o autor do guia de filmes mais vendido no mundo, por exemplo, deu nota 2.5 em 4 e desceu o pau. No entanto, eu tinha uma boa lembrança dele – e gostei muito de revê-lo agora. Ler Mais
Nota: 



Uma maravilha de filme, este Corações Perdidos, no original Welcome to the Rileys. Drama sério, adulto, para público adulto, com interpretações não menos que magníficas de seus três atores principas, James Gandolfini, Melissa Leo e a garota Kristen Stewart. Ler Mais
Nota: 



Fazer uma comédia sobre a perseguição dos nazistas aos judeus é um ato de coragem. Mas Trem da Vida, que o diretor romeno radicado na França Radu Mihaileanu realizou em 1998 é mais ousado ainda que uma simples comédia, porque é um filme não realista – é uma farsa, uma fantasia, uma obra de realismo fantástico, do surrealismo, quase um nonsense. Ler Mais
Nota: 



A melhor coisa deste Namorados para Sempre/Blue Valentine é a interpretação dos dois jovens atores, Ryan Gosling e Michelle Williams. Estão muitíssimo bem; devem ter se envolvido profundamente com o projeto, e são também dois dos produtores executivos. Ler Mais
Nota: 



Este O Retrato de Jennie, produzido em 1948 por David O. Selznick, com direção de William Dieterle, é interessante, fascinante mesmo, mais como peça de museu do que propriamente como filme. Ler Mais
Nota: 



Produção cara (cerca de 20 milhões de euros), bem cuidada nos quesitos técnicos todos, este Amor e Ódio/La Rafle reconstitui um evento histórico importante, trágico, bárbaro, brutal: a prisão, em um único dia, de mais de dez mil judeus em Paris, em julho de 1942, executada pela polícia francesa a mando do governo títere de Vichy, e a posterior entrega dessa multidão aos nazistas. Ler Mais
Nota: 



Uma beleza de filme, uma obra de Billy Wilder muito menos badalada e reconhecida do que merece. Para mim, este filme conta uma das mais fascinantes, bem urdidas, bem sacadas tramas vividas por Sherlock Holmes, essa figura tão absolutamente fascinante que, para milhares de pessoas em todo o mundo, é uma pessoa real. Ler Mais
Nota: 



Caminho da Liberdade/The Way Back é um belo filme, como não poderia deixar de ser, já que é da autoria de Peter Weir, um dos melhores diretores em atuação no cinema hoje. Mas o que é mais absolutamente impressionante nele é o fato de que se baseia numa história real. Ler Mais
Nota: 



Os ingredientes são muitos, e todos de primeira. Direção de Henry King, artesão mais do que competente. Gregory Peck e duas grandes estrelas, uma bela, Susan Hayward, outra simplesmente o animal mais belo do mundo, Ava Gardner, todos os três no auge da fama e da formosura – As Neves do Kilimanjaro é de 1952, época de grandes filmes de Hollywood. Ler Mais
Nota: 



O filme que resultou do segundo encontro nas telas de Jodie Foster e Mel Gibson, esses dois artistas importantes, marcantes, de personalidades fortes, de grande talento, é um difícil equilíbrio sobre o fio da navalha. Ler Mais
Nota: 



Mediterrâneo, de Gabriele Salvatores, de 1991, é uma obra-prima. Belíssimo cinema, maravilhosa ode à paz e à alegria de viver, suave – porém firme – panfleto em defesa da tese de que as pessoas são melhores e mais importantes do que as ideologias, os países, os nacionalismos. Ler Mais
Nota: 



É gostosinha, às vezes bem divertida e, naturalmente, descartável, esta comedinha romântica do cinemão comercial francês. Não é para ser levada a sério – e ela mesma não se leva a sério. É um divertissement, tout court, e, como tal, cumpre bem seu papel. Ler Mais