
(Disponível na Netflix em 6/2025.)
O grande James Baldwin escreveu que era o homem mais infeliz do mundo, por ser, ao mesmo tempo, negro, homossexual e norte-americano. A Vida Invisível, que o cearense Karim Aïnouz lançou em 2019, com base no livro da então estreante Martha Batalha, mostra que ser mulher – não importa a cor da pele, nem a opção sexual – em uma sociedade absolutamente machista como a do Brasil nos anos 1950 é também a garantia da maior das infelicidades que pode haver. Continue lendo “A Vida Invisível”















