
Tabu, de 1931, a última obra do grande F.W. Murnau, é um filme absolutamente fascinante, de imensa beleza plástica, uma obra sui-generis. Uma absoluta maravilha. Continue lendo “Tabu / Tabu: A Story of the South Seas”

Por Sérgio Vaz

Tabu, de 1931, a última obra do grande F.W. Murnau, é um filme absolutamente fascinante, de imensa beleza plástica, uma obra sui-generis. Uma absoluta maravilha. Continue lendo “Tabu / Tabu: A Story of the South Seas”

Esta minissérie sueca de 2021 é uma sensacional, envolvente, apaixonante, extremamente bem realizada, cuidadosíssima reconstituição… não dos fatos envolvendo o assassinato do primeiro-ministro Olof Palme, ocorrido na noite de 28 de fevereiro de 1986, no centro de Estocolmo. Mas de como muito seguramente devem ter sido. Continue lendo “Assassinato do Primeiro-Ministro / Den Osannolika Mördaren”

Quando, em 1952, começaram as filmagens de A Canção da Estrada – o filme que conta os primeiros anos da vida do garotinho Apu, no interiorzão da Bengala Ocidental, nos anos 1920, quando todo o Subcontinente Indiano era possessão britânica –, Satyajit Ray nunca havia realizado qualquer coisa relacionada a cinema. Em 1959, quando lançou este O Mundo do Apu, o terceiro tomo da Trilogia de Apu, seu nome já era respeitadíssimo nos festivais e entre os cinéfilos antenados como o de um dos grandes cineastas de todo o mundo. Continue lendo “O Mundo de Apu / Apur Sansar”

O Hóspede Americano, de Bruno Barreto, é tudo o que uma boa série pode desejar ser – e muito mais. Continue lendo “O Hóspede Americano”

Belíssimo filme, grande cinema, Judy impressiona demais, emociona, mexe profundamente com o espectador por duas características, na minha opinião. Uma é o tema em si – um retrato de Judy Garland poucos meses antes de sua morte, em 1969, quando estava com apenas 47 anos. A outra é a interpretação de Renée Zellweger. Continue lendo “Judy: Muito Além do Arco-Íris / Judy”

Nenhum superlativo é demais para Laëtitia, a série francesa de autoria de Jean-Xavier de Lestrade exibida em janeiro de 2020 no Sundance Film Festival e, a partir daí, pela HBO Max. Continue lendo “Laëtitia”

Passados 56 anos de seu lançamento, São Paulo Sociedade Anônima permanece tão forte, poderoso, impactante, emocionante quanto era em 1965 – um ano depois do golpe militar, três anos antes do golpe dentro do golpe com o AI-5. Continue lendo “São Paulo Sociedade Anônima”

O cerne de Harry Potter e a Câmara Secreta (2002), o segundo dos oito filmes baseados nos sete livros de J.K. Rowling com o personagem, é a luta contra um bruxo do mal que defende o supremacismo. É possível a gente não se encantar com um filme extraordinariamente bem realizado em absolutamente todos os quesitos, divertido, gostoso, inteligente – e que é um panfleto contra o supremacismo, o racismo, a xenofobia? Continue lendo “Harry Potter e a Câmara Secreta / Harry Potter and the Chamber of Secrets”

No primeiro episódio, a série Maid faz o espectador se apaixonar pela protagonista, e morrer de pena dela. Alex (o papel de Margaret Qualley, essa menina que chegou com o brilho de uma supernova) sofre feito uma condenada, come o pão que o diabo amassou, tem vida mais dura do que escravo remador nas galés romanas. Continue lendo “Maid”

On the Waterfront, no Brasil Sindicato de Ladrões, que Elia Kazan lançou em 1954, é um dos grandes monumentos da História do Cinema. Visto ou revisto hoje, permanece tão forte, poderoso, impactante, impressionante quanto seguramente deve parecido na época de seu lançamento, 67 longos anos atrás. A beleza do filme, a extraordinária expressividade de várias de suas sequências são assombrosas. Continue lendo “Sindicato de Ladrões / On the Waterfront”

Crimes em Délhi/Delhi Crime, série indiana de sete episódios de cerca de 50 minutos cada, feita em 2019, reconstitui, ao que tudo indica de maneira fiel, rigorosamente fiel, num estilo quase de documentário, um caso real acontecido em 2012. É um trabalho magistral, de uma qualidade absolutamente impressionante. Mas não é algo fácil de se ver, de forma alguma. Continue lendo “Crimes em Délhi / Delhi Crime”

Quando Voam as Cegonhas, produção do Mosfilm de 1957, é uma daquelas obras importantes, marcos da História do cinema. Foi o primeiro filme soviético, em décadas, a ser aclamado, reverenciado no Ocidente; ganhou a Palma de Ouro do Festival de Cannes (o único filme russo de toda a História a conquistar esse feito), teve indicação ao Bafta, venceu vários outros prêmios. E, sobretudo, foi um imenso choque, um terremoto, um tsunami para as platéias e para o cinema da União Soviética, que haviam passado duas décadas paralisados pelo realismo socialista. Continue lendo “Quando Voam as Cegonhas / Letyat zhuravli”

O Mágico de Oz pertence àquela rara, excelsa estirpe de filmes que não são só filmes – são também fenômenos culturais, marcos na História das sociedades. Continue lendo “O Mágico de Oz / The Wizard of Oz”

É impressionante como Kramer vs. Kramer, de 1979, cinco Oscars, inclusive o de melhor filme, envolve emocionalmente o espectador, como leva o espectador para dentro do drama Continue lendo “Kramer vs. Kramer”

Acima de Qualquer Suspeita, que Alan J. Pakula dirigiu em 1990, com base no primeiro romance de Scott Turow, é um dos melhores thrillers de tribunal que há. Tive certeza disso ao rever o filme novamente agora, 30 anos depois do lançamento. Continue lendo “Acima de Qualquer Suspeita / Presumed Innocent”