Nota: 



A sensação que se tem é de que Minha Quase Verdadeira História é um filme feito com ódio. Indignação, revolta e um profundo ódio – de Hitler, do nazismo, e do fato de os alemães terem permitido que aquele horror existisse. Ler Mais
Nota: 



A sensação que se tem é de que Minha Quase Verdadeira História é um filme feito com ódio. Indignação, revolta e um profundo ódio – de Hitler, do nazismo, e do fato de os alemães terem permitido que aquele horror existisse. Ler Mais
Nota: 



Em Segunda Chance para o Amor/Purple Violets, seu filme de 2007, Edward Burns permanece fiel a tudo o que havia feito antes, e faria depois – mas, ao mesmo tempo, avança sobre um mundo que não havia abordado anteriormente. Ler Mais
Nota: 



Contratadas para Matar, no original Les Femmes de l’Ombre, as mulheres da sombra, é uma grande e cara produção de primeiríssima qualidadade, impecável em todos os quesitos técnicos. Inspira-se em uma personagem real; conta a ação de um grupo de cinco mulheres francesas contra os nazistas, em 1944, pouco antes do Dia D, o dia do desembarque das forças aliadas na Normandia. Ler Mais
Nota: 



Simpática, gostosa comedinha levemente dramática sobre vida em família. O diretor Raymond De Felitta, autor também do argumento e do roteiro, criou uma família disfuncional que é para deixar no chinelo todas as famílias disfuncionais que já vimos no cinema e na vida real. Ler Mais
Nota: 



Este Bancos de Praça/Bancs Publics (Versailles Rive Droite), do diretor e ator francês Bruno Podalydès, lançado em 2009, é um filme muito, mas muito doidão. Não é pouco doidão, não – é muito. Ler Mais
Nota: 



Eu Não Tenho Medo/Io Non Ho Paura, feito em 2003 por Gabriele Salvatores, Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1992 por Mediterrâneo, é um belo filme, surpreendente, de grande beleza visual – e apavorante. Me deu medo como se fosse um filme de terror dos bons. Ler Mais
Nota: 



Gostei bastante de ver A Menina Que Brincava com Fogo, o filme baseado no segundo livro da Trilogia Millennium, do sueco Stieg Larsson. Como, aliás, havia gostado do primeiro, Os Homens Que Não Amavam as Mulheres, feito pela mesma equipe, com os mesmos atores, no país do escritor. Ler Mais
Nota: 



Este Trabalho Sujo/Sunshine Cleaning me pareceu um filme extremamente irregular. Tem coisas boas – e outras péssimas. A sensação que ele deu é de que a diretora – cujo nome não reconheci nos créditos inicias – é jovem, tem talento, poderá fazer filmes muito bons no futuro, mas ainda é imatura, fresca, jovem, verde, foca. Ler Mais
Nota: 



A Última Estação – um relato sobre os últimos meses de vida de Liev Nikolaievitch Tolstói e as pessoas que o cercavam – é uma beleza de filme. Ler Mais
Nota: 



O Concerto é daquela excelsa, augusta, exclusiva categoria de filmes que fazem você levitar. Você não percebe, mas de repente está levitando, os pés a alguns centímetros do chão. Ler Mais
Nota: 



8 Mulheres é um espetáculo feérico, um tremendo de um banquete para os olhos – e para os ouvidos. Pouquíssimas vezes, na história do cinema, se conseguiu reunir um elenco assim, essa quantidade de mulheres lindas, essa multiplicidade de grandes atrizes de várias gerações. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Há filmes que dizem de cara a que vêm: definem-se nas primeiras seqüências, escancaram logo suas intenções, o que pretendem dizer. Este Tudo por Você/My One and Only é daquele outro tipo, dos que a gente leva algum tempo para perceber para onde vão. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Apesar do título, O Aprendiz de Vampiro não é um filme de terror. É, na verdade, uma techno aventura de ficção/fantasia para adolescentes, que, voluntariamente ou não, às vezes faz rir. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Um belo filme, este drama familiar do diretor Claude Miller. A direção de arte é um show, com reconstituição cuidadosa, meticulosa, de diversas épocas. A trama – inspirada em pessoas e fatos reais – é fascinante, e o ótimo elenco brilha; Cécile De France tem uma das melhores oportunidades de sua carreira até agora, e está excepcional.