Nota: 



Anotação em 2011: Está se revelando um bom diretor esse Ben Affleck. Muito bom mesmo. Atração Perigosa/The Town, seu segundo longa-metragem como diretor, é um belo policial – duro, triste, pesado. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Está se revelando um bom diretor esse Ben Affleck. Muito bom mesmo. Atração Perigosa/The Town, seu segundo longa-metragem como diretor, é um belo policial – duro, triste, pesado. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Não é apenas que este Um Homem Misterioso, no original The American, seja um filme horroroso, uma porcaria absoluta. Ele é horroroso, uma porcaria absoluta, sim, mas é pior que isso: é um embuste, uma fraude, uma falsidade. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: O Ciúme Mora ao Lado é uma tremenda gozação a respeito do casamento e do divórcio. É uma comédia escrachada, despudoradamente escrachada. O diretor Mika Kaurismäki, mezzo finlandês, mezzo carioca, não tem a mínima vergonha em criar situações embaraçosas, constrangedoras, ridículas. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Em Crime em Paris/Quai des Orfèvres, de 1947, Henri-Georges Clouzot faz uma beleza de filme policial, mas vai muito além. Faz uma fascinante descrição do mundo do show business parisiense e dos métodos – muitas vezes brutais – da polícia, e oferece um panorama de vários estratos da sociedade francesa no imediato após-guerra. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Um painel, um afresco sobre a vida americana no início do século XX, um filme extraordinário, uma obra-prima do grande Milos Forman. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Este Na Trilha do Assassino, no original Tenderness, ternura, traz uma galeria de personagens infelizes, miseravelmente infelizes. É um daqueles filmes com uma visão de mundo profundamente desesperançada. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Este Harry Brown é um filme excelente, extraordinário – mas não dá prazer vê-lo. É violento demais, duro demais, desconcertante, atordoante. Daquele tipo de filme que deixa o espectador um pouco mais convencido de que a humanidade é uma invenção que não deu certo. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: The Good Wife supera tudo o que de melhor se poderia esperar de uma série feita para a TV. É um show de talento, inteligência, criatividade, sensibilidade. Se fosse um livro, poderia rivalizar com a Trilogia Millennium, do sueco Stieg Larsson, o Guerra e Paz da literatura de lazer. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Rever Perigosamente Juntos/Legal Eagles, depois de vários anos, foi um imenso prazer. O filme, feito por Ivan Reitman em 1986, com o charme e a beleza de Robert Redford, Debra Winger e Daryl Hannah, é uma delícia, bem-humoradíssimo, uma bela junção de aventura, romance e comédia com um pouco de tribunal. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Arabesque é uma total delícia. Tem tudo, absolutamente tudo o que se pode querer de um filme-diversão. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Eis aí um filme extraordinário, excepcional. Um filme maior. E, no entanto, pelo menos que eu saiba, é obscuro, pouco conhecido – ou, no mínimo, muito menos conhecido do que deveria. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Feito meio século atrás, em 1960, A Teia de Renda Negra/Midnight Lace é um desses filmes que não envelhecem, que enfrentam muito bem a passagem do tempo. É um bom thriller, um bom filme de suspense. Doris Day demonstra mais uma vez que, além de excelente cantora, era uma grande atriz. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: A Fita Branca, do alemão de origem austríaca Michael Haneke, é um dos filmes mais premiados e incensados dos últimos anos – talvez de toda a história do cinema. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010 (postada em fevereiro de 2011): Não foi muito feliz o grande Costa-Gavras, cineasta do mundo, sinônimo de cinema político, no filme mais americano de sua carreira. Atraiçoados/Netrayed, de 1988, é ousado ao mostrar a face horrorosa da adesão firme de milhares de americanos às teorias supremacistas em plena década de 80. Mas não chega a ser um bom filme. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010 (postada em fevereiro de 2011): Acorrentados, produzido e dirigido em 1958 por Stanley Kramer, mantém sua força, seu vigor, mais de meio século depois. É um filme corajoso, violento, brutal, capaz de deixar o espectador agoniado. Ler Mais