Atire a Primeira Pedra / Destry Rides Again

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Nota: ½☆☆☆

Destry Rides Again, no Brasil Atire a Primeira Pedra, de 1939, é unanimemente incensado. E, além de elogiado, é reconhecido como de importância histórica por ter reacendido o brilho da carreira de Marlene Dietrich, num período em que ela era considerada “veneno de bilheteria” e justamente no momento em que começava a Segunda Guerra Mundial, durante a qual ela trabalharia com os soldados aliados contra as tropas de seu país natal, a Alemanha. Continue lendo “Atire a Primeira Pedra / Destry Rides Again”

Meu Filho é Meu Rival / Come and get it

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Nota: ★★★☆

Come and get it, lançado em 1936, tem diversas características para fazer a felicidade dos cinéfilos, em especial os que gostam dos filmes da época de ouro de Hollywood. Os créditos iniciais dizem que o filme é dirigido por Howard Hawks e William Wyler – um caso raríssimo, quase único, de obra dirigida por dois dos grandes realizadores do cinema americano. Continue lendo “Meu Filho é Meu Rival / Come and get it”

A Sereia do Alaska / Klondike Annie

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Nota: ★★½☆

Eis aí um filme hoje obscuro, pouco conhecido, e que no entanto é fascinante. Dirigido por Raoul Walsh em 1936, Klondike Annie, no Brasil A Sereia do Alaska, assim, com a letra k, é dinamite violentíssimo contra os moralistas, os preconceituosos, os fundamentalistas, os caretas, os babacas. Fala do encontro de uma puta e uma freira. Continue lendo “A Sereia do Alaska / Klondike Annie”

Escravos do Desejo / Of Human Bondage

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Nota: ★★★☆

Of Human Bondage, no Brasil Escravos do Desejo, de 1934, a primeira três adaptações para o cinema do romance catatau de William Somerset Maugham, é fascinante por um bom número de razões. Uma delas é que o filme é tão antigo, mas tão antigo, que foi lançado quando Bette Davis ainda não era uma grande estrela. Continue lendo “Escravos do Desejo / Of Human Bondage”

A Mulher que Soube Amar / Alice Adams

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Nota: ½☆☆☆

Nem todo classicão é bom – nem mesmo os incensados pela crítica ao longo das décadas. Alice Adams, de 1935, dirigido por George Stevens com Katharine Hepburn, por exemplo. Grande diretor, atriz extraordinária. No entanto, o filme é um horror. Um pavor. Um abacaxi absolutamente azedo. Continue lendo “A Mulher que Soube Amar / Alice Adams”