Arquivos do Rótulo: 1930’s

A Dama Oculta / The Lady Vanishes

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Nota: ★★★½

Consta que Orson Welles viu The Lady Vanishes (no Brasil A Dama Oculta) 11 vezes. E que o escritor James Thurber, autor do conto “The Secret Life of Walter Mitty”, viu mais de 20 vezes. Ler Mais »

Noite após Noite / Night after Night

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Nota: ★★★☆

George Raft era um astro em ascensão em 1932. Naquele ano, tinha chamado a atenção das platéias americanas por seus papéis em Scarface – A Vergonha de uma Nação, de Howard Hawks, e Dançando no Escuro/Dancers in the Dark, ao lado da estrela Miriam Hopkins. Ler Mais »

A Mulher que Soube Amar / Alice Adams

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Nota: ½☆☆☆

Nem todo classicão é bom – nem mesmo os incensados pela crítica ao longo das décadas. Alice Adams, de 1935, dirigido por George Stevens com Katharine Hepburn, por exemplo. Grande diretor, atriz extraordinária. No entanto, o filme é um horror. Um pavor. Um abacaxi absolutamente azedo. Ler Mais »

Ninotchka

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Nota: ★★★★

Rever Ninotchka é um dos grandes prazeres da vida de quem gosta de filmes.

É muito impressionante como Ninotchka é engraçado. É uma boa piada atrás da outra. Os diálogos são inteligentes, argutos, espertos – e hilariantes. Bem, afinal, foram escritos Charles Brackett, Billy Wilder e Walter Reisch. Ler Mais »

O Anjo Azul / Der Blaue Engel

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Nota: ★★★★

No princípio, Deus criou a mulher. Em 1956, Roger Vadim criou Brigitte Bardot, num filme com o feliz título de E Deus Criou a Mulher/Et Dieu… Créa la Femme. Vinte e seis anos e uma guerra mundial antes de Vadim e BB, Josef von Sternberg criou Marlene Dietrich. Ler Mais »

O Expresso de Xangai / Shanghai Express

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Nota: ★★☆☆

“Irresistivelmente delicioso”, diz de O Expresso de Xangai, que Josef von Sternberg dirigiu com Marlene Dietrich em 1932, a primeira-dama da crítica americana, Pauline Kael, cuja língua ferina ironiza até mesmo os filmes de que ela gosta. Ler Mais »

Grand Hotel

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Nota: ★★★☆

Não dá para dizer que Grand Hotel é um filmaço, nem mesmo um filme muito bom. O roteiro tem algumas coisas bastante risíveis, bobas. Mas há grandes qualidades também, em especial um extraordinário trabalho de câmara – e, sobretudo, o filme tem uma importância história fantástica. Ler Mais »

O Homem Invisível / The Invisible Man

Nota: ★★☆☆

O Homem Invisível, o livro, lançado em 1897, é uma das obras mais famosas de H. G. Wells, ao lado de Guerra dos Mundos e A Máquina do Tempo – livros que volta e meia são refilmados. O Homem Invisível, o filme, feito pelo respeitadíssimo James Whale para a Universal em 1933, é tido como uma beleza. Ler Mais »

Levada da Breca / Bringing up Baby

Nota: ★★★½

É esta aqui, e não tem para nenhuma outra. Esta é a comédia mais maluca, mais doida, mais insana, mais lelé da cuca, mais demente, mais alienada, mais sem juízo que já foi feita em qualquer época, em qualquer lugar. Ler Mais »

Do Mundo Nada Se Leva / You Can’t Take it With You

Nota: ★★★★

Do Mundo Nada se Leva é possivelmente o filme mais sonhador, mais idealista, do mais sonhador e idealista dos realizadores, Frank Capra. Lançado em 1938, é também uma espécie de antecipação do sonho do hippismo, da contracultura, que explodiria nos anos 60. Ler Mais »

O Filho de Frankenstein / Son of Frankenstein

Nota: ½☆☆☆

É tratado com respeito e admiração, nos guias e outros alfarrábios, este O Filho de Frankenstein, lançado em 1939 pela Universal, o terceiro da série com Boris Karloff como o Monstro, depois de Frankenstein, de 1931, e A Noiva de Frankenstein, de 1935. Ler Mais »

A Múmia / The Mummy

Nota: ★★★☆

A Múmia de 1932 é assim: se o espectador conseguir se abstrair totalmente da lógica, se não se preocupar o mínimo com a absoluta falta de verossimilhança, então ele poderá se encantar com um filme que tem importância histórica, muito clima e algumas seqüências de prodigiosa beleza. Ler Mais »

Serpentes de Luxo / Baby Face

Nota: ★★★☆

Anotação em 2011: Serpentes de Luxo/Baby Face, feito em 1933 por um diretor não muito conhecido, Alfred E. Green, é um filme surpreendente, espantoso, ousado, que não parece de seu tempo. Ler Mais »

Jezebel

Nota: ★★☆☆

Anotação em 2011: Jezebel, como se sabe, é um classicão respeitadíssimo, dirigido por um mestre, William Wyler, e com dois atores maravilhosos, dos melhores, Bette Davis e Henry Fonda. Teve cinco indicações ao Oscar em 1939, inclusive a de melhor filme, e levou dois prêmios, melhor atriz para Bette Davis e melhor atriz coadjuvante para Fay Bainter. Ler Mais »

A Marca do Vampiro / Mark of the Vampire

Nota: ★★★☆

Anotação em 2011: Este A Marca do Vampiro, de 1935, o antepenúltimo dos mais de 60 filmes dirigidos por Tod Browning, “o Edgard Alan Poe do cinema”, é muito, muito estranho. E tem uma história de vida, se é que podemos chamar assim, complicada, insólita, fascinante. Ler Mais »