Seduzida e Abandonada, que Pietro Germi lançou em 1964, faz rir. Há situações impagáveis, hilariantes, engraçadíssimas. Mas o espectador ri, gargalha, diante de uma tragédia. Continue lendo “Seduzida e Abandonada / Sedotta e Abbandonata”
Adeus, Meninos / Au Revoir les Enfants
Adeus, Meninos é uma obra-prima.
Lançado em 1987, foi o primeiro filme de Louis Malle na sua volta à França, de onde havia saído mais de dez anos antes, logo após a imensa polêmica que se seguiu a Lacombe Lucien, de 1973. Continue lendo “Adeus, Meninos / Au Revoir les Enfants”
Desencanto / Brief Encounter
Do que eu já vi, li, ouvi e vivi sobre essa coisa tão absolutamente comum, mais comum que resfriado, que acontece a todos nós – basta estar vivo para que aconteça –, que é a infidelidade conjugal, Desencanto é uma das obras mais perfeitas. Continue lendo “Desencanto / Brief Encounter”
Conspiração Americana / The Conspirator
Um filmaço, uma maravilha, uma obra tão esplendidamente realizada quanto importante, necessária, imprescindível. Em seu oitavo filme como diretor, Robert Redford se reafirma como um dos grandes realizadores do cinema americano nas últimas muitas décadas. Continue lendo “Conspiração Americana / The Conspirator”
Do Mundo Nada Se Leva / You Can’t Take it With You
Do Mundo Nada se Leva é possivelmente o filme mais sonhador, mais idealista, do mais sonhador e idealista dos realizadores, Frank Capra. Lançado em 1938, é também uma espécie de antecipação do sonho do hippismo, da contracultura, que explodiria nos anos 60. Continue lendo “Do Mundo Nada Se Leva / You Can’t Take it With You”
Contrastes Humanos / Sullivan’s Travels

Sullivan’s Travels, no Brasil Contrastes Humanos, escrito e dirigido por Preston Sturges e lançado em 1941, é um filme extraordinário, uma obra-prima. No entanto, minha impressão é de que ele é bem menos conhecido do que deveria, pelo menos no Brasil. Continue lendo “Contrastes Humanos / Sullivan’s Travels”
Gente como a Gente / Ordinary People
Talento é uma coisa muito impressionante, um mistério denso, insolúvel. Uns têm demais, outros não têm nenhum. Não há reforma talentária, insurreição, revolução, que possa dar jeito nisso. Robert Redfdord, por exemplo, tem demais. Continue lendo “Gente como a Gente / Ordinary People”
A Separação / Jodaeiye Nader az Simin
A Separação, do realizador iraniano Asghar Farhadi, é uma obra-prima. Um dos filmes mais extraordinários que vi nos últimos tempos. Continue lendo “A Separação / Jodaeiye Nader az Simin”
Medianeras: Buenos Aires na Era do Amor Virtual / Medianeras
Medianeras é uma obra-prima. Destas gemas raras, que soltam faíscas de brilho, assim como outras da mesma estirpe: Todas as Mulheres do Mundo, O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, (500) Dias com Ela. Continue lendo “Medianeras: Buenos Aires na Era do Amor Virtual / Medianeras”
Os Descendentes/The Descendants
Extraordinário, brilhante, belíssimo – um filmaço, este Os Descendentes. Continue lendo “Os Descendentes/The Descendants”
The Good Wife – A Segunda Temporada
Parecia humanamente impossível, mas os caras conseguiram: a segunda temporada de The Good Wife é tão boa quanto a primeira. Continue lendo “The Good Wife – A Segunda Temporada”
O Homem Que Engarrafava Nuvens
O Homem Que Engarrafava Nuvens, o documentário sobre Humberto Teixeira, é grande, belo, fascinante, emocionante. Para quem gosta de cultura, de arte, de história, de Brasil, é imprescindível. Continue lendo “O Homem Que Engarrafava Nuvens”
Inquietos / Restless
Inquietos/Restless, que Gus Van Sant lançou em 2011, tem sido extremamente badalado, incensado. Sinto que estou chovendo no molhado, no encharcado, mas repito aqui o que muita gente já disse antes de mim, e melhor: o filme é uma maravilha. Continue lendo “Inquietos / Restless”
Em Busca do Ouro / The Gold Rush
Em Busca do Ouro/The Gold Rush, que Charlie Chaplin lançou em 1925, quase 90 anos atrás, são 72 minutos contínuos de inventidade, de criatividade e – perdão pela repetiçao do sufixo –, da mais brilhante genialidade. Continue lendo “Em Busca do Ouro / The Gold Rush”
Meia-Noite em Paris / Midnight in Paris
Meia-Noite em Paris só poderia se passar em Paris. Não poderia ser Meia-Noite em Londres, ou em Nova York, ou em Moscou, ou em Berlim, ou em Roma, ou em Atenas, ou no Rio de Janeiro. Não apenas porque Paris é extraordinariamente bela. Londres, Roma, Berlim, Moscou, Rio também são belas cidades. Continue lendo “Meia-Noite em Paris / Midnight in Paris”














