
A piada é bem boba, mas não resisto: quando Mary e eu descobrimos Modern Family, a família já não era mais tão moderna. Era até meio antiquada, já… Continue lendo “Família Moderna / Modern Family – A Primeira Temporada”

Por Sérgio Vaz

A piada é bem boba, mas não resisto: quando Mary e eu descobrimos Modern Family, a família já não era mais tão moderna. Era até meio antiquada, já… Continue lendo “Família Moderna / Modern Family – A Primeira Temporada”

The Proud Ones, no Brasil À Borda da Morte, de 1956, é um western que tem elementos que fazem lembrar Matar ou Morrer/High Noon (1952), de Fred Zinnemann, e outros que remetem a Onde Começa o Inferno/Rio Bravo (1959) e El Dorado (1966), de Howard Hawks. Continue lendo “À Borda da Morte / The Proud Ones”

Nomadland levou poucos meses após seu lançamento em diversos festivais, em setembro de 2020, para fazer história. Fez muita história – e é um grande filme. Continue lendo “Nomadland”

Lançado em 1953, o ano em que se passa a ação – bem no início, vemos a festa do anúncio da Miss Sirena 1953 –, Os Boas Vidas/I Vitelloni foi o terceiro filme dirigido por Federico Fellini, depois de Mulheres e Luzes e Abismo de um Sonho, e logo antes de A Estrada da Vida, a obra que iniciou sua consagração como um dos maiores realizadores da História. Continue lendo “Os Boas Vidas / I Vitelloni”

Talvez a característica mais absolutamente impressionante de Bombshell, no Brasil O Escândalo, co-produção Estados Unidos-Canadá de 2019, seja a sua atualidade. O filme retrata fatos reais acontecidos em 2016! Outro dia mesmo!
E que fatos reais! Continue lendo “O Escândalo / Bombshell”

O poeta é um fingidor. Claro, a gente sabe disso, o poeta nos contou. Agora, tão fingidores quando o poeta, ou talvez até mais ainda, são os personagens dos filmes de Billy Wilder. Continue lendo “Quanto Mais Quente Melhor / Some Like it Hot”

Por um bom tempo depois que vimos Um Dia Perfeito/A Perfect Day, produção espanhola de 2015 de Fernando León de Aranoa, fiquei pensando no título de um livro hoje pouquíssimo conhecido, Misérias e Grandezas do Nosso Futebol, e no deslumbrante verso do Caetano, “a força da grana que ergue e destrói coisas belas”. Continue lendo “Um Dia Perfeito / A Perfect Day”

Para quem gosta de série com muita violência, reviravolta, mulheres sendo duramente espancadas, sexo com altas doses de sujeira, tara, violência, reviravolta, tomadas de cadáveres rasgados, decompostos, violência, reviravolta, trama artificial que nem plástico sem qualquer coisa a ver com a vida real, situações que só existem em ficção criada por escritores especialmente imaginativos, violência e reviravolta, O Inocente é a mais absoluta perfeição. Continue lendo “O Inocente / El Inocente”

Buena Vista Social Club, o documentário que Wim Wenders lançou em 1999, uma co-produção Alemanha-EUA-França-Cuba, é extraordinário, magnífico, excepcional – e de uma imensa importância. Continue lendo “Buena Vista Social Club”

Knives Out, no Brasil Entre Facas e Segredos, produção americana de 2019, ganhou 45 prêmios, fora outras 94 indicações. Entre as indicações estão duas respeitabilíssimas – ao Oscar e ao Bafta de melhor roteiro original. O filme não levou nenhum dos dois prêmios, mas a história, a trama, o roteiro – tudo da autoria de Rian Johnson, também o diretor do filme – é uma absoluta maravilha. Continue lendo “Entre Facas e Segredos / Knives Out”

Ao encerrar a Trilogia das Cores, no que viria a ser o seu último longa-metragem para o cinema, Krzysztof Kieslowski fez uma obra-prima sobre a vida o amor a morte, uma ode às coincidências e aos acasos. Um quarto de século antes de o papa que veio do fim do mundo colocar o verso de Vinicius de Moraes em uma encíclica, Trois Couleurs: Rouge comprovou que a vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida. Continue lendo “A Fraternidade é Vermelha / Trois Couleurs: Rouge”

Há algum tempo não via filmes de Claude Lelouch – e Claude Lelouch, exatamente como sua personagem Anne Gauthier, faz um filme atrás do outro, um atrás do outro, sem parar, loucamente. Vi agora Un + Une, o Lelouch 2015, e é incrível: ele não mudou quase nada desde 1966! Continue lendo “Un + Une”

Em As Amigas, de 1955, seu quarto longa-metragem como realizador, Michelangelo Antonioni já antecipava as características básicas do que deixaria críticos e cinéfilos do mundo inteiro de queixo caído – e um monte de gente surpresa e indignada – cinco anos depois, com A Aventura, e logo em seguida A Noite (1961) e O Eclipse (1962). Continue lendo “As Amigas / Le Amiche”

Pieces of a Woman, o filme lançado no Brasil sem título em Português pela Netflix, que vem rendendo à inglesa Vanessa Kirby elogios e prêmios merecidíssimos, descarta, joga fora no lixo uma característica que torna o cinema melhor que a vida real: a possibilidade de se dar um corte. Continue lendo “Pieces of a Woman”

Robin e Marian, que Richard Lester dirigiu em 1976, é um bom filme de aventuras e batalhas, mas é, sobretudo, uma esplêndida, maravilhosa história de amor – o reencontro de dois amantes após 20 anos de separação. A magnífica, gloriosa oportunidade do reencontro quando os amantes já estão bem longe da juventude – e são interpretados, meu Deus do céu e também da Terra, por um Sean Connery de barba grisalha e uma Audrey Hepburn que havia desaparecido das telas de cinema por longos nove anos, desde Um Clarão nas Trevas, de 1967. Continue lendo “Robin e Marian / Robin and Marian”