
Nenhum superlativo é demais para Laëtitia, a série francesa de autoria de Jean-Xavier de Lestrade exibida em janeiro de 2020 no Sundance Film Festival e, a partir daí, pela HBO Max. Continue lendo “Laëtitia”

Por Sérgio Vaz

Nenhum superlativo é demais para Laëtitia, a série francesa de autoria de Jean-Xavier de Lestrade exibida em janeiro de 2020 no Sundance Film Festival e, a partir daí, pela HBO Max. Continue lendo “Laëtitia”

Passados 56 anos de seu lançamento, São Paulo Sociedade Anônima permanece tão forte, poderoso, impactante, emocionante quanto era em 1965 – um ano depois do golpe militar, três anos antes do golpe dentro do golpe com o AI-5. Continue lendo “São Paulo Sociedade Anônima”

De algumas coisas 8 em Istambul, série turca de 2020, jamais poderia ser acusada. De não ser absolutamente pretensiosa, metida, presumida, arrogante. De não ser toda cheia de formalismos, frescurinhas visuais. De muitas, mas muitas vezes, roçar no mais absoluto e chato papo-cabeça. Continue lendo “8 em Istambul / Bir Başkadır”

O cerne de Harry Potter e a Câmara Secreta (2002), o segundo dos oito filmes baseados nos sete livros de J.K. Rowling com o personagem, é a luta contra um bruxo do mal que defende o supremacismo. É possível a gente não se encantar com um filme extraordinariamente bem realizado em absolutamente todos os quesitos, divertido, gostoso, inteligente – e que é um panfleto contra o supremacismo, o racismo, a xenofobia? Continue lendo “Harry Potter e a Câmara Secreta / Harry Potter and the Chamber of Secrets”

No primeiro episódio, a série Maid faz o espectador se apaixonar pela protagonista, e morrer de pena dela. Alex (o papel de Margaret Qualley, essa menina que chegou com o brilho de uma supernova) sofre feito uma condenada, come o pão que o diabo amassou, tem vida mais dura do que escravo remador nas galés romanas. Continue lendo “Maid”

On the Waterfront, no Brasil Sindicato de Ladrões, que Elia Kazan lançou em 1954, é um dos grandes monumentos da História do Cinema. Visto ou revisto hoje, permanece tão forte, poderoso, impactante, impressionante quanto seguramente deve parecido na época de seu lançamento, 67 longos anos atrás. A beleza do filme, a extraordinária expressividade de várias de suas sequências são assombrosas. Continue lendo “Sindicato de Ladrões / On the Waterfront”

O filme não é lá grandescoisa, como se dizia em Minas. Mas, meu, uma comedinha com Jane Fonda, Candice Bergen, Diane Keaton e Mary Steenburgen! Que prazer, que maravilha poder ver essas esplendorosas senhoras! Continue lendo “Do Jeito que Elas Querem / Book Club”

Quando fez Feios, Sujos e Malvados, em 1976, o grande Ettore Scola vinha de Nós Que Nos Amávamos Tanto (1974), uma obra-prima, uma absoluta maravilha, um hino ao socialismo, à solidariedade, ao amor, um painel da História da Itália ao longo de três décadas que é também um afresco sobre o próprio cinema italiano. Continue lendo “Feios, Sujos e Malvados / Brutti, Sporchi e Cattivi”

Eis aí uma pequena pérola do cinema independente feito na América do Norte. Inteligente, simpático, gostoso, com ótimos personagens, ótimas atuações, esbanjando criatividade, Um Ano em Nova York/My Salinger Year é uma daquelas surpresas maravilhosas. Continue lendo “Um Ano em Nova York / My Salinger Year”

Jeca Tatu, de 1959, foi o décimo dos 32 filmes estrelados por Amácio Mazzaropi, humorista, cantor, ator, produtor e um dos maiores astros da história do cinema brasileiro. De uma certa maneira, porém, Mazzaropi foi a encarnação do Jeca em boa parte de sua fantástica carreira. Continue lendo “Jeca Tatu”

Crimes em Délhi/Delhi Crime, série indiana de sete episódios de cerca de 50 minutos cada, feita em 2019, reconstitui, ao que tudo indica de maneira fiel, rigorosamente fiel, num estilo quase de documentário, um caso real acontecido em 2012. É um trabalho magistral, de uma qualidade absolutamente impressionante. Mas não é algo fácil de se ver, de forma alguma. Continue lendo “Crimes em Délhi / Delhi Crime”
O desafio foi feito por Elisabete Junqueira, fundadora e editora do belíssimo portal avosidade: eu toparia fazer a lista de dez filmes que, de alguma maneira, causaram impacto sobre a minha geração? Continue lendo “Dez filmes que impactaram minha geração”

Pão, Amor e…, comédia italiana de 1955, é uma danada de uma bobagem. A rigor, bem a rigor, uma porcaria. Engraçada pra cacete, é verdade. Para quem gosta de filmes, é uma delícia, uma gostosa brincadeira, cheia de nomes importantes, cercada por muitas histórias. Continue lendo “Pão, Amor e… / Pane, Amore e…”

The White Lotus, minissérie de 6 episódios da HBO de 2021 passada num resort caríssimo no Havaí, tem momentos cômicos e paisagens deslumbrantes, cheias de cores fortes, mas deixa no espectador um gosto bem amargo. Como se ele tivesse assistido a um drama serííssimo, em preto-e-branco, sobre a vida de seres miseráveis no sertão nordestino, num vilarejo do fundo da absoluta pobreza africana ou numa favela carioca ou paulistana. Continue lendo “The White Lotus”

A Hard Day’s Night é um filme engraçado, divertido, gostoso de se ver. É inteligente, esperto, safo. Irreverente, gozador, suavemente ousado. Tem alguma coisa dos filmes dos irmãos Marx, tem um tom do cinema novo inglês de seu tempo, dos Angry Young Men. Apesar disso, ou por isso mesmo, era inovador. Fresco, fresh, no sentido mais literal e mais puro. Continue lendo “Os Reis do Ié-Ié-Ié / A Hard Day’s Night”