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Anotação em 2007, com complemento em 2008: La Binoche nunca esteve tão bela quanto neste filme. Só por ela já valeria a pena ver Chocolate. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: La Binoche nunca esteve tão bela quanto neste filme. Só por ela já valeria a pena ver Chocolate. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Em seu terceiro longa-metragem como diretora, depois de As Virgens Suicidas/The Virgin Suicides, de 1999, e Encontros e Desencontros/Lost in Translation, de 2003, a Coppolinha retrata Maria Antonieta como uma menina boazinha, obediente, dócil, que se casa com o futuro rei da França por dever de família, e é fútil e leviana porque era assim que tinha de ser. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Uma daquelas histórias de pessoas com a Grande História como pano de fundo. O encontro de três jovens nos anos 30 e 40, primeiro na Inglaterra pré-guerra, depois na França, depois na Espanha, durante a Guerra Civil Espanhola e depois a Segunda Guerra Mundial. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007: Interessante, inteligente, gostoso filme do grande Ettore Scola, com um elenco internacional absolutamente deslumbrante – Jean-Louis Barrault, Marcello Mastroianni, Hanna Schygulla, Harvey Keitel, Jean-Claude Brialy, Michel Piccoli, Jean-Louis Trintignant. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2006, com complemento em 2008: É impressionante como o grande Jean Renoir e o grande Charles Laughton conseguiram fazer um filme tão absolutamente ruim, tão primário, tão óbvio, tão maniqueísta, tão, tão… bisonho. Acho que esta é a palavra mais certa. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2006, com complemento em 2008: Não envelheceu bem este filme que foi um marco, um cult na época em que a gente era muito jovem e nem usava essa palavra, que só viraria moda, e moda cult, muito depois. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2005, com complemento em 2008: O filme é ruim, bem ruim. OK, tem a beleza esplendorosa desse monumento Angelina Jolie, uma mulher que não parece em absoluto ser filha de Jon Voight, e sim uma criação de um desenhista que quer enlouquecer os pobres coitados dos homens (e boa parte das mulheres também), tipo Guido Crepax ou Wolinsky ou, por que não?, Carlos Zéfiro. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008, com base em outras de 2004: Nunca aos DomingosNever on Sunday, de 1960, e Profanação/Phaedra, de 1962. Os dois filmes de Jules Dassin são elogiadíssimos, faladíssimos, badaladíssimos, clássicos. Nunca aos Domingos teve cinco indicações ao Oscar, levou o de canção (a de Manos Hadjidakis), fora outras oito indicações importantes – Cannes, Bafta, Globo de Ouro. Phaedra teve indicações ao Oscar, ao Globo de Ouro, ao Bafta. E, no entanto, achei os dois filmes ruins, muito ruins. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 1999, com complemento em 2008: Uma trama bem chegada no ridículo: multimilionário americano em viagem à França casa-se com francesa filha de marquês sem um tostão, e cria-se um embate à la A Megera Domada (que o personagem de Gary Cooper, aliás, lê para se inspirar), ela querendo demonstrar que o ama mas não quer ser tratada como uma mercadoria comprada. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 1997: Primeira observação: é um filme, como tantos do Woody Allen, que a gente não quer que termine. É beleza pura, gozo puro; o espectador fica triste ao perceber que está se caminhando para o fim. Eu queria mais, eu queria três vezes mais. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 1995: Delícia de filme. Uma comedinha romântica que de fato é cômica e é romântica, agradável, simpática, despretensiosa. Ler Mais