Nota: 



Anotação em 2010 (postada em fevereiro de 2011): Beleza de filme, este Domingo Maldito/Sunday, Bloody Sunday, tido como o mais pessoal da carreira do diretor inglês John Schlesinger (1926-2003). Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010 (postada em fevereiro de 2011): Beleza de filme, este Domingo Maldito/Sunday, Bloody Sunday, tido como o mais pessoal da carreira do diretor inglês John Schlesinger (1926-2003). Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010 (postada em janeiro de 2011): O grande roubo das jóias, versão cinema francês 1970. Mais especificamente, versão Jean-Pierre Melville. E reunindo três dos maiores atores europeus da época – Alain Delon, Gian Maria Volontè e Yves Montand, e mais Bourvil. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Até onde eu saiba, este Forasteiros em Nova York/The Out-of-Towners é um dos filmes mais obscuros, menos importantes das carreiras tanto de Jack Lemmon quanto de Neil Simon. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: A Conversação, que Francis Ford Coppola escreveu e dirigiu em 1974, é provavelmente um dos filmes que espelham, mostram, traduzem com maior rigor, precisão, perfeição, o espírito da sua época, do seu momento histórico. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Dureza fazer um lead sobre Manhattan. Até porque, como diz o belo verso de Gilberto Gil que usei quando não sabia como escrever uma abertura sobre Casablanca, “do luar já não há mais nada a dizer a não ser que a gente precisa ver o luar”. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Mestre David Lean, o cineasta dos grandes afrescos, das epopéias, dos belíssimos, gloriosos planos gerais, optou na sua penúltima obra pelo close-up de uma relação conjugal. O cerne de A Filha de Ryan, de 1970, é o casamento de Charles Shaugnessy e Rose Ryan. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Este O Detetive Desastrado, uma produção de 1978, com um monte de gente conhecida no elenco, tem que ser avaliado com uma adversativa. A ordem dos fatores não altera o produto. Assim: é bobo, mas é engraçado. É muito divertido, mas é bem bobo. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Nunca tinha visto Tristana, que Buñuel fez em 1970, na última das muitas e diversas fases de sua longa carreira, de volta à Europa depois da passagem pelo México e pelos Estados Unidos. Depois de Tristana, o cineasta, um dos mais importantes da História, só faria mais três filmes: O Discreto Charme da Burguesia, de 1972, O Fantasma da Liberdade, de 1974, e Esse Obscuro Objeto de Desejo, de 1977. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Um Dia Muito Especial, que Ettore Scola fez em 1977, é uma obra-prima, um filme maior. É uma daquelas pérolas perfeitas, em que tudo, todos os componentes, estão no seu lugar exato, não sobra nada, não falta nada. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Ardil 22 é um panfletaço contra a guerra, contra as guerras, todas elas, qualquer uma – talvez seja um dos mais violentos de tantos panfletos contra a guerra que o cinema já fez. Usa, como antídoto contra a insanidade que é a guerra, a própria essência dela: a insanidade, a loucura, a absoluta, completa falta de sentido, de lógica, de razão. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Costa-Gavras foi extremamente rápido no gatilho. O agente americano Dan Mitrione foi assassinado pelos tupamaros em Montevidéu no dia 10 de agosto de 1970; em dezembro de 1972 o filme que reconstituía todo o episódio estreou na Europa. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Não é um filme fácil de se ver, de forma alguma, este Os Jogadores do Fracasso, um dos últimos da carreira prestigiosa do grande Satyajit Ray (1921-1992), o maior cineasta indiano do século XX. Muito ao contrário. Mas é poderoso, imponente. Tem toda a marca de um grande diretor. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Na minha opinião, O Inquilino é um dos filmes mais apavorantes da história. E a atuação de Roman Polanski, esse ator bissexto, é espetacular, sensacional, brilhante. É uma atuação tão perfeita quanto a de Jack Nicholson em O Iluminado, outro dos filmes mais aterrorizadores de todos os tempos. Ler Mais