- De: Robert Aldrich, EUA-Alemanha Ocidental, 1977
- De: José Giovanni, França-Itália, 1973
- De: Robert Mulligan, EUA, 1978

Nota: 



Anotação em 2011: Se fosse para ser apenas objetivo, talvez o certo fosse dizer que Tudo Bem no Ano Que Vem/Same Time, Next Year é um filme que trafega perigosamente no fio da navalha entre, de um lado, o brilho absoluto, e, de outro, a pieguice, o clichê, a caricatura, a babaquice. Ler Mais »
- De: John Schlesinger, Inglaterra, 1971
- De: Jean-Pierre Melville, França-Itália, 1970
- De: Arthur Hiller, EUA, 1970
- De: Francis Ford Coppola, EUA, 1974
- De: Woody Allen, EUA, 1979
- De: Sam Peckinpah, EUA, 1973
- De: David Lean, Inglaterra, 1970
- De: Robert Moore, EUA, 1978
- De: Luis Buñuel, França-Itália-Espanha, 1970

Nota: 



Anotação em 2010: Nunca tinha visto Tristana, que Buñuel fez em 1970, na última das muitas e diversas fases de sua longa carreira, de volta à Europa depois da passagem pelo México e pelos Estados Unidos. Depois de Tristana, o cineasta, um dos mais importantes da História, só faria mais três filmes: O Discreto Charme da Burguesia, de 1972, O Fantasma da Liberdade, de 1974, e Esse Obscuro Objeto de Desejo, de 1977. Ler Mais »
- De: Ettore Scola, Itália-Canadá, 1977
- De: Mike Nichols, EUA, 1970

Nota: 



Anotação em 2010: Ardil 22 é um panfletaço contra a guerra, contra as guerras, todas elas, qualquer uma – talvez seja um dos mais violentos de tantos panfletos contra a guerra que o cinema já fez. Usa, como antídoto contra a insanidade que é a guerra, a própria essência dela: a insanidade, a loucura, a absoluta, completa falta de sentido, de lógica, de razão. Ler Mais »
- De: Costa-Gavras, França-Itália-Alemanha Ocidental, 1972