Nota: 



Anotação em 2011: Você está nos seus anos maduros, o casamento é bom, os filhos estão bem, a vida é confortável – e eis que surge uma grande paixão. E aí, fazer o quê? Ler Mais
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Anotação em 2011: Você está nos seus anos maduros, o casamento é bom, os filhos estão bem, a vida é confortável – e eis que surge uma grande paixão. E aí, fazer o quê? Ler Mais
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Anotação em 2011: Uma absoluta maravilha. São 130 minutos de puro brilho, encantamento, belo cinema.
Confesso que não me lembrava de que Amor na Tarde é tão superlativo. Claro: sabia que era ótimo, tinha a melhor lembrança dele – mas revê-lo agora me surpreendeu. Gostei mais ainda do filme do que nas vezes anteriores. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010 (postada em janeiro de 2011): Inferno nº 17 é muito possivelmente um dos filmes mais amargos que já foram feitos. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Produção de primeira, caprichada, bem cuidada, com elenco de grandes nomes, certamente um grande orçamento, As Pontes de Toko-Ri deve sem dúvida ter tido importância, em seus dias. Hoje, é um dinossauro. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Nesta comedinha de 1953, George Cukor, que ficou conhecido como o diretor dos anos dourados de Hollywood que entendia a alma feminina, conta a história de uma loura burra, e acaba metendo os pés pelas mãos. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: No mesmo ano – 1951 – em que dirigiu O Dia em que a Terra Parou, uma beleza de filme, uma ficção científica diferenciada, séria, Robert Wise fez também Terrível Suspeita/The House on Telegraph Hill. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Testemunha de Acusação é o máximo. É uma obra-prima, uma perfeição. A gente não cansa de ver – cada vez que vê, é de novo um prazer imenso, renovado. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Imitação da Vida, de 1959, foi o último filme da carreira de Douglas Sirk, o diretor que passou para a história como o rei do melodrama. Ao rever o filme agora, meio século depois que ele foi feito, é impossível deixar de constatar: Imitação da Vida envelheceu. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Esta é uma daquelas pérolas dos filmes B que os estúdios de Hollywood produziam nos anos 30 a 50. Na verdade, ele é bem mais Z do que B. É uma gigantesca, inacreditável porcaria, mas tão porcaria, tão porcaria, que acaba divertindo muitos apaixonados pelo cinema, acaba virando cult. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Filhos de Hiroshima é um filme de grande importância. Mas, mesmo deixando de lado a importância histórica, é um filme forte, poderoso, que causa impacto – e também um tanto estranho, desconcertante. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Um filme maior, uma obra-prima, de uma beleza acachapante. Mestre Satyajit Ray põe o espectador para pensar sobre alguns temas importantíssimos, fundamentais: o absurdo das imensas diferenças entre as classes sociais, a fugacidade de tudo, e como é absolutamente vão, inútil, cego, imbecil, o apego das pessoas por aparência, bens materiais, ostentação, vaidade. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Fazia muito, muito tempo que eu não revia Disque M Para Matar. Ao revê-lo agora, com grande prazer, fiquei impressionado com várias coisas, é claro. Como estão bem Ray Milland, Grace Kelly e John Williams. Como é bem elaborada a trama, cheia de pequeninos detalhes. Como são excelentes os diálogos. Como é esplêndida a câmara do mestre Hitchcock, mesmo presa entre quatro paredes. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: As Cartas de Madeleine é um filme menor, dentro da obra do mestre David Lean (1908-1991). Não chega a ser um grande filme. Exibe as marcas do tempo; pode parecer hoje um tanto datado, especialmente para os mais jovens. Mas é bom, tem qualidades – afinal, é uma obra de David Lean. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Eis aí um filme que tem coisas horrorosas e, ao mesmo tempo, é uma interessante, fascinante peça de museu. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Fazia muito, muito tempo que eu não revia Shane. Tinha até um pouco de medo de rever e não gostar. Ao finalmente rever agora, exatos 47 anos depois da primeira vez, entendi o que eu tinha esquecido, se é que alguma vez já soube: Shane é o mais clássico de todos os westerns. Ler Mais