
Silver Lode, no Brasil Homens Indomáveis, é hoje sem dúvida um filme bem pouco conhecido. Assim como seu realizador, Allan Dwan, um sujeito que dirigiu mais de 400 filmes, ao longo de seis décadas. Continue lendo “Homens Indomáveis / Silver Lode”

Por Sérgio Vaz

Silver Lode, no Brasil Homens Indomáveis, é hoje sem dúvida um filme bem pouco conhecido. Assim como seu realizador, Allan Dwan, um sujeito que dirigiu mais de 400 filmes, ao longo de seis décadas. Continue lendo “Homens Indomáveis / Silver Lode”

The Violent Men, western classe A de 1955, dirigido por Rudolph Maté com elenco de primeira – Glenn Ford, Barbara Stanwyck e Edward G. Robinson –, ganhou dos exibidores brasileiros o título Um Pecado em Cada Alma, que parece mais apropriado a um melodrama de Douglas Sirk. Não é, no entanto, um título sem sentido: é um western com boa dose de melodramão. Continue lendo “Um Pecado em Cada Alma / The Violent Men”

Woman They Almost Lynched, no Brasil A Renegada, é um filme impressionantemente à frente de seu tempo – e impressionantemente pouco conhecido, reconhecido, respeitado. Lançado em 1953, é um western, esse gênero machista por definição, em que as mulheres são em geral meras coadjuvantes. Continue lendo “A Renegada / Woman They Almost Lynched”

McLintock!, de 1963, assim, com um ponto de exclamação após o nome do protagonista, foi o quarto dos cinco filmes em que John Wayne e Maureen O’Hara contracenaram. E é também um dos quatro em que os seus personagens mantêm um relacionamento amoroso que é bastante tumultuado, problemático, tempestuoso, explosivo. Continue lendo “Quando um Homem é Homem / McLintock!”

A maior das muitas qualidades de Butch Cassidy and The Sundance Kid é que o filme não se leva a sério. É um filme brincalhão, gozador, e essa é uma das razões de seu charme imenso – além, é claro, da beleza incrível dos três atores principais, da trilha sonora de Burt Bacharach, do roteiro esperto, ágil de William Goldman, e da direção segura, firme e sempre bem humorada de George Roy Hill. Continue lendo “Butch Cassidy / Butch Cassidy and the Sundance Kid”

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A trilogia De Volta para o Futuro termina com um western, o mais antigo e mais tradicional gênero do cinema americano. Depois de sair de sua cidadezinha californiana, Hill Valley, em 1985, e viajar para 1955, depois para 2015, depois de novo para 1985, e de novo para 1955, a dupla Marty McFly e Doc Brown vão para a Hill Valley de 1885. Continue lendo “De Volta para o Futuro Parte III / Back to the Future Part III”

O Cavaleiro Elétrico, de 1979, a terceira (ou seria a quarta?) reunião de Jane Fonda e Robert Redford nas telas, é um filme cheio de mensagens. É contra o consumismo, contra o poder descontrolado da publicidade, é virulentamente contra as grandes corporações. A rigor, a rigor, é contra o capitalismo. Continue lendo “O Cavaleiro Elétrico / The Electric Horseman”

Parece que os irmãos Coen, que fazem filmes de todos os gêneros, gostaram mesmo desse negócio de western. Depois de refilmarem Bravura Indômita/True Grit, que Henry Hathaway fez com John Wayne em 1969, resolveram fazer não um, mas seis westerns, de uma vez só. Continue lendo “A Balada de Buster Scruggs / The Ballad of Buster Scruggs”

Os Filhos de Katie Elder, de Henry Hathaway, de 1935, é um bom, sólido western em que a personagem mais importante não aparece uma única vez na tela, porque já está morta quando a ação começa: a Katie Elder do título. Continue lendo “Os Filhos de Katie Elder / The Sons of Katie Elder”

Jardim do Pecado/Garden of Evil, que Henry Hathaway lançou em 1954, é um western de produção A, com diversos elementos interessantes, de qualidade, de valor. Pena que, na soma de tudo, no conjunto da obra, não chegue a ser um bom filme. Continue lendo “Jardim do Pecado / Garden of Evil”

O mais aparente, visível, é a homenagem à Cavalaria do Exército americano – e este Rio Grande é, de fato, o terceiro filme da trilogia do mestre John Ford sobre a Cavalaria, depois de Sangue de Heróis/Fort Apache (1948) e Legião Invencível/She Wore a Yellow Ribbon (1949). Continue lendo “Rio Bravo / Rio Grande”

Jake Grandão/Big Jake, lançado em 1971, foi o último filme dirigido por George Sherman, um realizador veterano, que havia se tornado amigo de John Wayne ainda nos anos 30. Continue lendo “Jake Grandão / Big Jake”

El Dorado (1967) leva um bom tempo até começar a ficar parecido com seu irmão mais velho Rio Bravo, no Brasil Onde Começa o Inferno (1959). Continue lendo “El Dorado”

Uma das coisas mais fascinantes, impressionantes, extraordinárias de No Tempo das Diligências/Stagecoach, talvez o mais clássico de todos os westerns, é o contraste entre a amplidão extrema e a exiguidade de um pequeno espaço fechado. Continue lendo “No Tempo das Diligências / Stagecoach”

O Homem do Oeste, de 1958, foi o penúltimo western dirigido por Anthony Mann, um dos maiores realizadores de westerns. Depois dele, Mann ainda faria a refilmagem Cimarron (1960), e em seguida lançaria duas grandes superproduções, El Cid (1961) e A Queda do Império Romano (1964), e terminaria a carreira gloriosa com um filme de guerra, Os Heróis de Telemark (1965), e um de espionagem, O Espião de Dois Mundos (1968). Continue lendo “O Homem do Oeste / Man of the West”