
O Circo, o terceiro longa-metragem de Charlie Chaplin, lançado em 1928, é uma maravilha de filme, coisa de gênio, obra-prima. Continue lendo “O Circo / The Circus”

Por Sérgio Vaz

O Circo, o terceiro longa-metragem de Charlie Chaplin, lançado em 1928, é uma maravilha de filme, coisa de gênio, obra-prima. Continue lendo “O Circo / The Circus”

Entre Dois Fogos, no original Raw Deal, que o grande Anthony Mann lançou em 1948, tem uma característica que o diferencia de praticamente todos os outros filmes noir: é narrado por uma mulher. A história é contada sob a ótica de uma mulher. Continue lendo “Entre Dois Fogos / Raw Deal”

O Homem Errado (1956) é um dos filmes mais sérios, pesados, densos e realistas de todos os do mestre Alfred Hitchcock – ao lado de Lifeboat, no Brasil Um Barco e Nove Destinos. É também, seguramente (isso é um pequeno detalhe, mas é interessante), o filme de Hitch com o maior número de palavras escritas na tela. Continue lendo “O Homem Errado / The Wrong Man”

Eis aí um filme hoje obscuro, pouco conhecido, e que no entanto é fascinante. Dirigido por Raoul Walsh em 1936, Klondike Annie, no Brasil A Sereia do Alaska, assim, com a letra k, é dinamite violentíssimo contra os moralistas, os preconceituosos, os fundamentalistas, os caretas, os babacas. Fala do encontro de uma puta e uma freira. Continue lendo “A Sereia do Alaska / Klondike Annie”

Em 1950, seis anos depois de Laura, aquela absoluta maravilha, o produtor e diretor Otto Preminger reuniu novamente os dois atores do filme que todo mundo aprendeu a cultuar, Dana Andrews e Gene Tierney. A bela e a fera, de novo sob a batuta do austríaco que, parece, dirigia filmes com a dureza de um general prussiano. Continue lendo “Passos na Noite / Where the Sidewalk Ends”

As Chaves do Reino tem diversos nomes importantes em seus créditos iniciais, e até teve quatro indicações ao Oscar. No entanto, me parece que é um filme bastante obscuro, bem pouco conhecido, falado, badalado. Continue lendo “As Chaves do Reino / The Keys of the Kingdom”

Anjo do Mal, no original Pickup on South Street, que o lendário, mítico Samuel Fuller lançou em 1953, é um filme fascinante por diversos motivos. Continue lendo “Anjo do Mal / Pickup on South Street”

Fuga do Passado/Out of the Past, produção de 1947 dirigida por Jacques Tourneur, é noir até o menos visível fio de cabelo de Robert Mitchum e Kirk Douglas. É noir a não poder mais – apesar de ter muitas cenas em cidade pequena e até no meio da natureza, enquanto o noir é sempre profundamente urbanóide, da selva de asfalto. Continue lendo “Fuga do Passado / Out of the Past”

Não há propriamente paixões em fúria em Key Largo, que John Huston lançou em 1948, mas os distribuidores brasileiros acharam que era um título bonito, atraente. Continue lendo “Paixões em Fúria / Key Largo”

Sabrina é um dos mais belos contos de fada que a imaginação humana já conseguiu criar. E é um dos filmes mais encantadores, charmosos, simpáticos, gostosos, divertidos da História do cinema, uma obra-prima que não envelhece nadinha, que encanta mais a cada nova revisão. Continue lendo “Sabrina”

As histórias sobre o diretor Edgar George Ulmer são muito mais interessantes do que a deste The Strange Woman, no Brasil Flor do Mal (que a Lume Filmes lançou em DVD com o título de Estranha Mulher). Continue lendo “Flor do Mal / The Strange Woman”

Top Hat, de 1935, é o maior sucesso de bilheteria da dupla Fred Astaire-Ginger Rogers. E a dupla Fred Astaire-Ginger Rogers é daquelas combinações perfeitas, talento de um com talento de outro cuja soma resulta não em 2, mas dez, cem, mil. Continue lendo “O Picolino / Top Hat”

Noite Vazia tem algumas das mais belas tomadas de toda a história do cinema brasileiro. Acho que posso dizer isso sem medo de errar. Em Noite Vazia, a câmara de Walter Hugo Khoury e de seu diretor de fotografia Rudolf Icsey se demora em longos close-ups dos rostos de Odete Lara e Norma Bengell. Continue lendo “Noite Vazia”

A história da Dama das Camélias, criada por Alexandre Dumas Filho em 1848, deu origem a uma das mais famosas óperas do século XIX – La Traviata, de Verdi – e a pelo menos 19 filmes. Digo pelo menos 19 porque este é o número que consta da Wikipédia em francês, mas pode haver outros. Continue lendo “Dama das Camélias / Camille”

Of Human Bondage, no Brasil Escravos do Desejo, de 1934, a primeira três adaptações para o cinema do romance catatau de William Somerset Maugham, é fascinante por um bom número de razões. Uma delas é que o filme é tão antigo, mas tão antigo, que foi lançado quando Bette Davis ainda não era uma grande estrela. Continue lendo “Escravos do Desejo / Of Human Bondage”