
O Hóspede Americano, de Bruno Barreto, é tudo o que uma boa série pode desejar ser – e muito mais. Continue lendo “O Hóspede Americano”

Por Sérgio Vaz

O Hóspede Americano, de Bruno Barreto, é tudo o que uma boa série pode desejar ser – e muito mais. Continue lendo “O Hóspede Americano”

Nenhum superlativo é demais para Laëtitia, a série francesa de autoria de Jean-Xavier de Lestrade exibida em janeiro de 2020 no Sundance Film Festival e, a partir daí, pela HBO Max. Continue lendo “Laëtitia”

De algumas coisas 8 em Istambul, série turca de 2020, jamais poderia ser acusada. De não ser absolutamente pretensiosa, metida, presumida, arrogante. De não ser toda cheia de formalismos, frescurinhas visuais. De muitas, mas muitas vezes, roçar no mais absoluto e chato papo-cabeça. Continue lendo “8 em Istambul / Bir Başkadır”

No primeiro episódio, a série Maid faz o espectador se apaixonar pela protagonista, e morrer de pena dela. Alex (o papel de Margaret Qualley, essa menina que chegou com o brilho de uma supernova) sofre feito uma condenada, come o pão que o diabo amassou, tem vida mais dura do que escravo remador nas galés romanas. Continue lendo “Maid”

Eis aí uma pequena pérola do cinema independente feito na América do Norte. Inteligente, simpático, gostoso, com ótimos personagens, ótimas atuações, esbanjando criatividade, Um Ano em Nova York/My Salinger Year é uma daquelas surpresas maravilhosas. Continue lendo “Um Ano em Nova York / My Salinger Year”

The White Lotus, minissérie de 6 episódios da HBO de 2021 passada num resort caríssimo no Havaí, tem momentos cômicos e paisagens deslumbrantes, cheias de cores fortes, mas deixa no espectador um gosto bem amargo. Como se ele tivesse assistido a um drama serííssimo, em preto-e-branco, sobre a vida de seres miseráveis no sertão nordestino, num vilarejo do fundo da absoluta pobreza africana ou numa favela carioca ou paulistana. Continue lendo “The White Lotus”

Nos cinco primeiros de seus seis episódios, The Undoing, dirigido pela extraordinária realizadora dinamarquesa Susanne Bier, é o que toda minissérie sonharia ser: uma absoluta, perfeita maravilha. Continue lendo “The Undoing”

A série Lupin, de cinco episódios de cerca de 45 minutos cada, lançada mundialmente pela Netflix em 8 de janeiro de 2021, se tornou de imediato um sucesso avassalador. E merecia, porque era de fato espetacular. Apresentava, porém, um defeito danado: não tinha fim. O quinto episódio terminava deixando o espectador no maior suspense, doido para saber o que aconteceria em seguida. Continue lendo “Lupin – Parte 2 / Lupin – Partie 2”

Alguém com má vontade, de narizinho empinado, pode argumentar que The Prom, no Brasil A Festa de Formatura, o filme de 2020 baseado em recente comédia musical da Broadway, comete o pecado da obviedade. Que faz a defesa de direitos que são absolutamente líquidos e certos, garantidos, corriqueiros. Que ataca preconceitos e intolerâncias já extintos pela civilização – tristes resquícios do tempo das cavernas, dos neanderthais. Continue lendo “Festa de Formatura / The Prom”

O Gambito da Rainha, a minissérie de sete episódios lançada mundialmente pela Netflix em 23 de outubro de 2020, é um absoluto, avassalador sucesso de público e crítica. É um fenômeno, uma coisa extraordinária. Continue lendo “O Gambito da Rainha / The Queen’s Gambit”

Mare of Eastttown, série americana da HBO de 2021, já seria ótima apenas pela interpretação de Kate Winslet, essa atriz absolutamente superlativa, em momento de especial brilho no papel da personagem- título, uma dedicada sargento-detetive de cidade pequena da Pensilvânia que parece um poderoso ímã capaz de atrair para seus ombros todos os problemas do mundo. Continue lendo “Mare of Easttown”

É uma bela, envolvente, algumas vezes apavorante homenagem a Alfred Hitchcock e aos policiais noir dos anos 40 esta que o inglês Joe Wright fez nos Estados Unidos. É verdade que, na sequência climática bem perto do final, descamba para o desnecessário exagero de violência tão comum nos thrillers americanos, mas nem isso compromete a qualidade deste A Mulher na Janela. Continue lendo “A Mulher na Janela / The Woman in the Window”

Nomadland levou poucos meses após seu lançamento em diversos festivais, em setembro de 2020, para fazer história. Fez muita história – e é um grande filme. Continue lendo “Nomadland”

Para quem gosta de série com muita violência, reviravolta, mulheres sendo duramente espancadas, sexo com altas doses de sujeira, tara, violência, reviravolta, tomadas de cadáveres rasgados, decompostos, violência, reviravolta, trama artificial que nem plástico sem qualquer coisa a ver com a vida real, situações que só existem em ficção criada por escritores especialmente imaginativos, violência e reviravolta, O Inocente é a mais absoluta perfeição. Continue lendo “O Inocente / El Inocente”

Pieces of a Woman, o filme lançado no Brasil sem título em Português pela Netflix, que vem rendendo à inglesa Vanessa Kirby elogios e prêmios merecidíssimos, descarta, joga fora no lixo uma característica que torna o cinema melhor que a vida real: a possibilidade de se dar um corte. Continue lendo “Pieces of a Woman”