O Bom Pastor, que Leo McCarey lançou em 1944, foi um tremendo, extraordinário sucesso de público e crítica. Foi o filme de maior bilheteria nos Estados Unidos no ano de seu lançamento, com faturamento de US 6,5 milhão de dólares, segundo o livro Box Office Hits. Continue lendo “O Bom Pastor / Going My Way”
Viúvas / Viudas
Viúvas, do diretor argentino Marcos Carnevalle, parte de uma idéia interessantíssima, uma situação estranha, esquisita, estapafúrdia, mas ao mesmo tempo absolutamente plausível: um único homem deixa duas viúvas, a oficial, a esposa, e a amante. Continue lendo “Viúvas / Viudas”
Asas do Desejo / Der Himmel über Berlin
Se o cinema é a verdade 24 quadros por segundo, como Godard definiu num momento de brilho, Asas do Desejo é poesia 24 quadros por segundo, durante 128 minutos de absoluta beleza. Continue lendo “Asas do Desejo / Der Himmel über Berlin”
Quebra de Conduta / Möbius
Uma bela surpresa: um fascinante filme, mistura de thriller e romance, com uma trama complexa, intrigante, atualíssima, que faz lembrar o clima dos romances de John Le Carré ou Frederick Forsyth. Continue lendo “Quebra de Conduta / Möbius”
Vidas Amargas / East of Eden
East of Eden, no Brasil Vidas Amargas, está chegando ao fim quando o xerife Sam diz, na voz possante do grande Burl Ives, as palavras da Bíblia: “Caim levantou-se contra seu irmão Abel e o matou. Caim retirou-se e habitou na terra de Node, a Leste de Eden”. Continue lendo “Vidas Amargas / East of Eden”
Truque de Mestre / Now You See Me
1.0 out of 5.0 stars
Um monte de bons atores: os veteranos Morgan Freeman e Michael Caine, os escolados Woody Harrelson e Mark Ruffalo, os jovens Jesse Eisenberg e Mélanie Laurent. Continue lendo “Truque de Mestre / Now You See Me”
Terapia de Risco / Side Effects
Acho que o melhor adjetivo para Side Effects, efeitos colaterais, no Brasil Terapia de Risco, que Steven Soderbergh lançou em 2013, é impressionante. Continue lendo “Terapia de Risco / Side Effects”
Almas Mortas / Strait-jacket
Almas Mortas, no original Strait-jacket, ou camisa de força, não é um belo ou um grande filme – mas é marcante. Tem estilo. Não é um estilo elegante, de forma alguma, mas é poderoso. Registra o encontro de duas personalidades fortes: Joan Crawford e William Castle. Continue lendo “Almas Mortas / Strait-jacket”
A Parte dos Anjos / The Angel’s Share
Filho da mãe. Ken Loach é um filho da mãe. Aos 76 anos, jovem, pimpolho, moleque sapeca como minha neta Marina, o cara injeta esperança na veia do espectador. Nesta época e neste mundo de descrença em tudo, vem nos dizer que, ao contrário de todos os sinais, de todas as evidências, a humanidade pode não ser, afinal, uma experiência que deu errado. Continue lendo “A Parte dos Anjos / The Angel’s Share”
Confidências à Meia-Noite / Pillow Talk
Se um eventual leitor distraído cair nesta anotação, eu daria um conselho, mesmo sabendo que conselho não tem valor, até porque é gratuito: se estiver num momento meio triste, meio deprê, meio down, veja Confidências à Meia-Noite. Continue lendo “Confidências à Meia-Noite / Pillow Talk”
Paul – O Alien Fugitivo / Paul
Eis aí uma comédia divertidíssima, escrachada, hilariante. Uma absoluta delícia para qualquer um que entenda que o cinema também é feito para divertir, alegrar a vida. Continue lendo “Paul – O Alien Fugitivo / Paul”
A Mulher que Soube Amar / Alice Adams
Nem todo classicão é bom – nem mesmo os incensados pela crítica ao longo das décadas. Alice Adams, de 1935, dirigido por George Stevens com Katharine Hepburn, por exemplo. Grande diretor, atriz extraordinária. No entanto, o filme é um horror. Um pavor. Um abacaxi absolutamente azedo. Continue lendo “A Mulher que Soube Amar / Alice Adams”
Tous les Soleils
Uma pequena pérola, este Tous les Soleils. Belo, muito belo, sensibilíssimo filme sobre a vida o amor a morte, sobre gente como a gente, os relacionamentos, pais e filhos, perda, dor, companheirismo, solidariedade. Continue lendo “Tous les Soleils”
Quando o Coração Floresce / Summertime
Sir David Lean (1908-1991), um dos maiores cineastas da História, foi homem de filmografia não muito vasta. Dirigiu apenas 16 longa-metragens, ao longo de 42 anos. Summertime, de 1955, foi o 11º, e o último de seus filmes mais intimistas. A partir daí, ele passaria a fazer superproduções, grandes épicos, gigantescos afrescos. Continue lendo “Quando o Coração Floresce / Summertime”
Sem Proteção / The Company You Keep
Não são muitos os filmes que tratam dos grupos ultra-radicais de esquerda que atuaram nos Estados Unidos no finalzinho dos anos 60 e nos 70. Eu me lembro de apenas três – e é fascinante o fato de que Robert Redford participa de dois deles. Continue lendo “Sem Proteção / The Company You Keep”















