Uma surpresa total, uma beleza de filme, esta co-produção Inglaterra-EUA-Hungria de 2010, dirigida pelo inglês John Madden, realizador de Shakespeare Apaixonado, A Prova e O Exótico Hotel Marigold. Continue lendo “A Grande Mentira ou No Limite da Mentira / The Debt”
Atração Irresistível / Music from Another Room
Tadinho deste filme. Ele é tão bobo, tão tolinho, tão babaca, mas tanto, tanto, que pode até cativar o espectador. Não por admiração, por respeito, mas por dó. Peninha. Continue lendo “Atração Irresistível / Music from Another Room”
A Dançarina e o Ladrão / El Baile de la Victoria
Um espanto, um encanto, uma beleza absurda, forte, acachapante. El Baile de la Victoria, no Brasil A Dançarina e o Ladrão, é um brilho, uma obra-prima. Continue lendo “A Dançarina e o Ladrão / El Baile de la Victoria”
O Passageiro da Chuva / Le Passager de la Pluie
Quarenta e dois anos e 30 mil thrillers depois, O Passageiro da Chuva, que René Clément lançou em 1970, continua um belo filme. Não envelheceu nada. Continue lendo “O Passageiro da Chuva / Le Passager de la Pluie”
Sem Limites / Limitless
Sem Limites é assim: parte de uma idéia bem interessante, depois a trama se enrola. A impressão que dá é que não souberam o que fazer a partir da idéia inicial. Mas o forte do filme é sem dúvida o visual. Tem um visual agitado, moderninho, extremamente competente. Continue lendo “Sem Limites / Limitless”
Como Nasce um Bravo / Cowboy
Um western produção classe A, com dois astros – Glenn Ford, já veterano, consagrado, e Jack Lemmon bem jovem, em ascensão -, direção de Delmer Daves, diretor experiente, autor de bons filmes do gênero, como Flechas de Fogo e A Árvore dos Enforcados. Continue lendo “Como Nasce um Bravo / Cowboy”
Albert Nobbs
Albert Nobbs me pareceu, antes de mais nada, um exercício de ourivesaria na recriação do visual de uma época – o final do século XIX em Dublin. Continue lendo “Albert Nobbs”
Quando a Neve Tornar a Cair / Days of Glory
Quando a Neve Tornar a Cair, no original Days of Glory, que o francês Jacques Tourneur fez nos Estados Unidos em 1944, é um baita abacaxi azedo, uma porcaria. No entanto, tem, inegavelmente, um grande valor histórico. Continue lendo “Quando a Neve Tornar a Cair / Days of Glory”
J. Edgar
“O poder absoluto corrompe absolutamente.” A frase antiquíssima é a mais pura expressão da verdade, e aplica-se com perfeição a J. Edgar Hoover, um dos homens mais poderosos que já passaram pela face deste planeta, e cuja vida Clint Eastwood conta em seu filme mais recente, com o brilhantismo de sempre. Continue lendo “J. Edgar”
O Último Dançarino de Mao / Mao’s Last Dancer
A vida Li Cunxin é absolutamente extraordinária, fascinante. O australiano Bruce Beresford tem competência. Não poderia dar errado: O Último Dançarino de Mao, baseado na autobiografia do bailarino, é um belo filme. Continue lendo “O Último Dançarino de Mao / Mao’s Last Dancer”
Gente como a Gente / Ordinary People
Talento é uma coisa muito impressionante, um mistério denso, insolúvel. Uns têm demais, outros não têm nenhum. Não há reforma talentária, insurreição, revolução, que possa dar jeito nisso. Robert Redfdord, por exemplo, tem demais. Continue lendo “Gente como a Gente / Ordinary People”
A Garota da Capa Vermelha / Red Riding Hood
Tanto filme importante para ver ou rever, e resolvi pegar A Garota da Capa Vermelha. Tsc, tsc. Mas quer saber? Não é um filme ruim. Continue lendo “A Garota da Capa Vermelha / Red Riding Hood”
O Selvagem / Le Sauvage
O filme se chama O Selvagem, Le Sauvage. Nunca tinha ouvido falar dele, mas é com Yves Montand e Catherine Deneuve. Não me lembrava que os dois gigantes haviam trabalhado juntos. Coisa não muito recente, de quando estavam jovens – depois veria que é de 1975. Continue lendo “O Selvagem / Le Sauvage”
A Separação / Jodaeiye Nader az Simin
A Separação, do realizador iraniano Asghar Farhadi, é uma obra-prima. Um dos filmes mais extraordinários que vi nos últimos tempos. Continue lendo “A Separação / Jodaeiye Nader az Simin”
A Tortura do Silêncio / I Confess
Montgomery Clift estava em ascensão na carreira e no auge da beleza – Um Lugar ao Sol, em que ele brilha ao lado de Liz Taylor, é de 1951. Anne Baxter também estava no ápice; havia feito A Malvada em 1950. E Alfred Hitchcock já era aclamado, reconhecido, endeusado, quando fez A Tortura do Silêncio, no original I Confess, lançado em 1953, um ano antes de Disque M para Matar e de Janela Indiscreta. No entanto, o filme é menos conhecido de que várias outras obras do mestre. Continue lendo “A Tortura do Silêncio / I Confess”















