O Inventor da Mocidade / Monkey Business

3.0 out of 5.0 stars

Já foi feita muita, muita bobagem, em cento e tantos anos de cinema, mas poucos filmes são tão bobos quanto O Inventor da Mocidade/Monkey Business. É, seguramente, uma das comédias mais bobas que o cinema já produziu – e também uma das maiores delícias. Continue lendo “O Inventor da Mocidade / Monkey Business”

Histórias Cruzadas / The Help

3.5 out of 5.0 stars

Certamente haverá quem diga que The Help, no Brasil Histórias Cruzadas, é piegas, sentimentalóide, ou talvez até maniqueísta. Para mim, é um filme extraordinário. Um dos mais poderosos, eloquentes, virulentos filmes já feitos sobre o regime de apartheid que, apesar de não ter esse nome, vigorou em diversos Estados sulistas americanos até 1964. Continue lendo “Histórias Cruzadas / The Help”

Este Mundo é um Hospício / Arsenic and Old Lace

3.0 out of 5.0 stars

Este Mundo é um Hospício, no original Arsenic and Old Lace, literalmente arsênico e rendas antigas, é a comédia mais abertamente maluca do grande Frank Capra. Uma absoluta screwball comedy, para usar o termo que definia o tipo de filme que dava mais importância ao riso, à gargalhada, que à racionalidade, à lógica, à verossimilhança. Continue lendo “Este Mundo é um Hospício / Arsenic and Old Lace”

Um Condenado à Morte Escapou / Un Condamné à Mort s’est Échappé

3.5 out of 5.0 stars

O jovem crítico François Truffaut escreveu em 1956: “Em minha opinião, Um Condenado à Morte Escapou não apenas é o mais belo filme de Robert Bresson como também é o filme francês mais importante dos últimos dez anos”. Continue lendo “Um Condenado à Morte Escapou / Un Condamné à Mort s’est Échappé”

Cirkus Columbia

3.5 out of 5.0 stars

Uma beleza, uma maravilha, um filmaço, este Cirkus Columbia, feito em 2010 na Bósnia e Herzegovina em co-produção com diversos países, França, Inglaterra, Alemanha, Eslovênia, Bélgica e a vizinha Sérvia. Continue lendo “Cirkus Columbia”

Electra / Ilektra

3.5 out of 5.0 stars

Cerca de 2.370 anos depois que o grego Eurípedes escreveu Electra, seu conterrâneo Michael Cacoyannis transformou a tragédia em um filme de imagens tão belas, fortes, poderosas, que muito possivelmente elas ainda terão admiradores daqui a outros 2.370 anos – se a humanidade não se destruir antes disso, claro. Continue lendo “Electra / Ilektra”