
Tudo, tudo, absolutamente tudo em A Pele Que Habito, o Almodóvar de 2011, é doentio. Doentio – enfermiço, insalubre, deletério, malsão. Não há um único personagem que tenha alguma proximidade com, não digo normalidade, porque, como bem alerta Caetano Veloso, de perto ninguém é normal – mas alguma proximidade com qualquer coisa mediana, comum, parecido com a maioria. Continue lendo “A Pele Que Habito / La Piel Que Habito”














