
O título, La Tenerezza, A Ternura (2107), promete mais do que o filme do diretor Gianni Amelio entrega, na minha opinião. Continue lendo “A Ternura / La Tenerezza”

Por Sérgio Vaz

O título, La Tenerezza, A Ternura (2107), promete mais do que o filme do diretor Gianni Amelio entrega, na minha opinião. Continue lendo “A Ternura / La Tenerezza”

As personagens centrais de Días de Navidad (no Brasil Natal em 3 x 4), minissérie espanhola de 2019, são quatro mulheres, quatro irmãs. A ação se passa sempre, como deixa claro o título original, nos dias em torno do Natal, na grande casa de fazenda da família, em três épocas diferentes de suas vidas. Continue lendo “Natal em 3 x 4 / Días de Navidad”

Zeit der Geheimnisse, exibido pela Netflix no Brasil como Segredos de Natal, nos países de língua inglesa como Holiday Secrets, é um tanto difícil de definir e tão fascinante quanto a família que apresenta – quatro gerações de mulheres, basicamente de mulheres, em que os homens são apenas e tão somente complementos supérfluos. Muitas vezes pesos desnecessários. Continue lendo “Segredos de Natal / Zeit der Geheimnisse”

Tudo, tudo, absolutamente tudo em A Pele Que Habito, o Almodóvar de 2011, é doentio. Doentio – enfermiço, insalubre, deletério, malsão. Não há um único personagem que tenha alguma proximidade com, não digo normalidade, porque, como bem alerta Caetano Veloso, de perto ninguém é normal – mas alguma proximidade com qualquer coisa mediana, comum, parecido com a maioria. Continue lendo “A Pele Que Habito / La Piel Que Habito”

A terceira temporada de The Crown tem um defeito danado de grave: termina depressa demais.
É uma beleza, uma maravilha, uma obra-prima. Continue lendo “The Crown – A Terceira Temporada”

É impressionante como são áridos os temas tratados por A Número Um (2017), da francesa Tonie Marshall. Áridos, duros, secos, sem graça, sem charme. É um filme sobre trabalho – sobre altos executivos, e a luta de um grupo de feministas para colocar uma mulher, pela primeira vez, no cargo de presidente de uma das maiores corporações da França. Continue lendo “A Número Um / Numéro Une”

O Guerra e Paz de Sergei Bondarchuk é um espetáculo, uma maravilha, uma preciosidade, uma pérola rara, inteiramente fora de série. É um monumental conjunto de exageros, de recordes, de marcas impressionantes. Continue lendo “Guerra e Paz / Voyna i Mir”

1945, produção húngara de 2017, do realizador Ferenc Török, é um filmaço, uma obra-prima, uma maravilha. E a proeza de ser um filme surpreendente, novo, forte, vigoroso, sobre um tema tão exaustivamente examinado ao longo dos 72 anos que separam as duas datas acima é apenas uma de suas qualidades. Continue lendo “1945”

A imensa maior parte da série polonesa 1983 se passa em 2003 – mas é um 2003 totalmente diferente daquele que conhecemos. Na história criada por Joshua Long, houve em 1983 uma série de atentados terroristas em Varsóvia, Gdansk e Cracóvia – e a História do mundo passou a ser outra. A História andou em outra direção. Continue lendo “1983”

A Visita, de 1964, baseado na peça do suíço Friedrich Dürrenmatt de 1956, é um filme forte, virulento, atordoante. Daqueles de não deixar espectador algum indiferente, impassivo. Bem ao contrário: é daqueles de deixar o espectador atordoado, assombrado, aturdido, atônito. Continue lendo “A Visita / The Visit”

Um Reino Unido (2016) é daqueles filmes extremamente bem realizados em todos os quesitos: fotografia, figurinos, direção de arte… A reconstituição de época (a ação se passa na segunda metade dos anos 1940) é um brilho. A trilha sonora, do grande Patrick Doyle, é uma beleza. Mas o melhor do filme é a história, a trama. Continue lendo “Um Reino Unido / A United Kingdom”

A Morte de um Corrupto, de 1977, é um belo filme. Com um elenco estelar, impressionante, narrativa sólida, envolvente, ritmo firme, fotografia impecável, trilha sonora brilhante, é um mergulho na corrupção não de um homem ou um grupo, mas de todo o sistema político de um país. No caso é a França, mas o que o filme parece querer deixar claro é que poderia ser qualquer um. Continue lendo “A Morte de um Corrupto / Mort d’un Pourri”

Os Escritos Secretos/The Secret Scriptures é um daqueles filmes que a gente começa a ver com a certeza de que virá coisa boa. O diretor (e também co-autor do roteiro) é Jim Sheridan, um irlandês de filmografia admirável, impressionante. Continue lendo “Os Escritos Secretos / The Secret Scripture”

Inspire, Expire, primeiro longa-metragem da autora e diretora islandesa Isold Uggadottir, de 2018, é um drama pesado, denso, tristíssimo, sobre destituídos, pobres, em situações extremas. Daqueles que deixam o espectador angustiado, sofrendo junto com os personagens. Continue lendo “Inspire, Expire / Andið eðlilega”

O Menino Que Descobriu o Vento conta, de forma clara, límpida, competente, uma história fantástica, incrível, admirável. Que se torna ainda mais fantástica, incrível, admirável pelo fato de ser verdadeira. Continue lendo “O Menino Que Descobriu o Vento / The Boy Who Harnessed the Wind”