Arquivos do Rótulo: Preto-e-Branco

Rashomon

Nota: ★★★★

Anotação em 2011: Rashomon é uma obra-prima. É um dos filmes mais brilhantes, mais bem realizados, mais inventivos da história do cinema. Formalmente, é a perfeição. Ler Mais »

A Malvada / All About Eve

Nota: ★★★★

Anotação em 2011: Ao rever A Malvada/All About Eve agora, depois de muitos anos, não consegui deixar de pensar que a cotação máxima de quatro estrelas é pouco para o filme. Se a cotação máxima fosse cinco, ou dez, não importa o número, seria pouco. Ler Mais »

Serpentes de Luxo / Baby Face

Nota: ★★★☆

Anotação em 2011: Serpentes de Luxo/Baby Face, feito em 1933 por um diretor não muito conhecido, Alfred E. Green, é um filme surpreendente, espantoso, ousado, que não parece de seu tempo. Ler Mais »

Les Mistons

Nota: ★★★☆

Anotação em 2011: É muito impressionante como Les Mistons, o curta-metragem que François Truffaut filmou em 1957, aos 25 ridículos aninhos de idade, dois anos antes de seu primeiro longa, Os Incompreendidos/Les Quatre Cents Coups, já contém vários dos temas, das características que estariam presentes em sua obra espetacular, uma das mais maravilhosas do cinema. Ler Mais »

Rififi / Du Rififi Chez les Hommes

Nota: ★★★½

Anotação em 2011: Rififi, que o americano Jules Dassin fez na França em 1955, merece toda a fama que tem, todos os elogios que recebeu. E haja fama e elogios. É um dos policiais mais cultuados, mais respeitados que há. Ler Mais »

Aquele que Sabe Viver / Il Sorpasso

Nota: ★★★½

Anotação em 2011: Il Sorpasso, de Dino Risi, que no Brasil ganhou o título de Aquele que Sabe Viver, é um dos grandes clássicos do início dos anos 60, um daqueles filmes que marcaram toda uma geração mundo afora – a imediatamente anterior à minha, e mesmo as pessoas da minha geração dois ou três anos mais velhas do que eu. Ler Mais »

Jezebel

Nota: ★★☆☆

Anotação em 2011: Jezebel, como se sabe, é um classicão respeitadíssimo, dirigido por um mestre, William Wyler, e com dois atores maravilhosos, dos melhores, Bette Davis e Henry Fonda. Teve cinco indicações ao Oscar em 1939, inclusive a de melhor filme, e levou dois prêmios, melhor atriz para Bette Davis e melhor atriz coadjuvante para Fay Bainter. Ler Mais »

A Marca do Vampiro / Mark of the Vampire

Nota: ★★★☆

Anotação em 2011: Este A Marca do Vampiro, de 1935, o antepenúltimo dos mais de 60 filmes dirigidos por Tod Browning, “o Edgard Alan Poe do cinema”, é muito, muito estranho. E tem uma história de vida, se é que podemos chamar assim, complicada, insólita, fascinante. Ler Mais »

Expresso para Berlim / Berlin Express

Nota: ★★★☆

Anotação em 2011: Um filme muito interessante, este Expresso para Berlim/Berlin Express, que Jacques Tourneur fez em 1948, três anos após o final da Segunda Guerra Mundial. São impressionantes, apavorantes, as muitas tomadas feitas em Frankfurt e Berlim completamente em escombros após os bombardeios aliados. Ler Mais »

Coração Prisioneiro / Caught

Nota: ★½☆☆

Anotação em 2011: Não achei bom este Coração Prisioneiro/Caught, que Max Ophüls fez em 1949, seu penúltimo filme em Hollywood antes de retornar à Europa. Ophüls é um mestre, e naquele mesmo ano, em sua despedida do cinema americano, faria um belo filme, Na Teia do Destino/The Reckless Moment. Ler Mais »

Trinta Anos Esta Noite / Le Feu Follet

Nota: ★★★½

Anotação em 2011: Nunca tinha visto, mas sempre tinha amado Trinta Anos Esta Noite/Le Feu Follet, um dos primeiros filmes de Louis Malle, com Maurice Ronet como o belo homem que uma manhã, às vésperas de seus 30 anos, anuncia para si mesmo que vai se matar. Ler Mais »

Na Teia do Destino / The Reckless Moment

Nota: ★★★☆

Anotação em 2011: Na Teia do Destino/The Reckless Moment foi o último dos cinco filmes que Max Ophüls fez em Hollywood, entre 1947 e 1949. É deste último ano. Em 1950, de volta à França, ele faria uma de suas obras-primas, La Ronde. Sua despedida da América é um belo, fascinante filme. Ler Mais »

Sublime Obsessão / Magnificent Obsession

Nota: ★★½☆

Anotação em 2011: A trama de Sublime Obsessão – filmado em 1935 por John M. Stahl e em 1954 por Douglas Sirk – é o que pode haver de mais improvável, difícil de se acreditar, engolir. Na primeira parte da história, o principal personagem masculino é uma figura abjeta. Depois de um trauma e um ensinamento religioso, cristão, ele passa por uma gigantesca transformação, de pequeno canalha vira santo. Ler Mais »

Crime em Paris / Quai des Orfèvres

Nota: ★★★½

Anotação em 2011: Em Crime em Paris/Quai des Orfèvres, de 1947, Henri-Georges Clouzot faz uma beleza de filme policial, mas vai muito além. Faz uma fascinante descrição do mundo do show business parisiense e dos métodos – muitas vezes brutais – da polícia, e oferece um panorama de vários estratos da sociedade francesa no imediato após-guerra. Ler Mais »

Chamas que Não se Apagam / There’s Always Tomorrow

Nota: ★★★☆

Anotação em 2011: Você está nos seus anos maduros, o casamento é bom, os filhos estão bem, a vida é confortável – e eis que surge uma grande paixão. E aí, fazer o quê? Ler Mais »