Páginas da Vida / O. Henry’s Full House

Nota: ★★½☆

O’Henry’s Full House, no Brasil Páginas da Vida, de 1952, pode não ser um grande filme – e não é mesmo, na minha opinião. É bem intencionado, defende bons valores, mas abusa do sentimentalismo, da pieguice. Continue lendo “Páginas da Vida / O. Henry’s Full House”

Lua de Papel / Paper Moon

Nota: ★★★★

Lua de Papel, de 1973, é uma gema, uma pérola, uma preciosidade. Uma daquelas jóias raras do cinema em que tudo funciona perfeitamente, tudo se encaixa, não falta nada, não sobra nada. E boa parte do encanto absoluto vem da interpretação de uma garotinha que ainda não tinha completado 10 anos de idade durante as filmagens – as primeiras de que participou na vida. Continue lendo “Lua de Papel / Paper Moon”

Verónica

Nota: ★★☆☆

A direção de Verónica, produção mexicana de 2017, é assinada, nos bem cuidados créditos iniciais, por Los Visualistas. Assim: uma entidade, um grupo. Se a reunião de músicos tem nome – Los Hermanos, The Beatles, Les Luthiers -, por que um conjunto de diretores de cinema não pode ter também? Continue lendo “Verónica”

Sob o Signo de Capricórnio / Under Capricorn

Nota: ½☆☆☆

Under Capricorn, no Brasil Sob o Signo de Capricórnio, o longa-metragem número 35 de Alfred Hitchcock, lançado em 1949, logo após o grande clássico Festim Diabólico/Rope, o tour-de-force de um único plano-sequência de 80 minutos, é assustador, apavorante. Continue lendo “Sob o Signo de Capricórnio / Under Capricorn”

Correspondente Estrangeiro / Foreign Correspondent

Nota: ★☆☆☆

Para fazer seu segundo filme nos Estados Unidos, em 1940, logo após o êxito de Rebecca, a Mulher Inesquecível, Alfred Hitchcock pediu muita coisa. “Construam para mim um pedaço de Amsterdã, um bom trecho de Londres, um avião do tamanho de um Atlantic Clipper, alguns hotéis, um moinho holandês e um pedaço do campo da Holanda”, ele pediu. E a produção entregou tudo. Continue lendo “Correspondente Estrangeiro / Foreign Correspondent”

A Última Sessão de Cinema / The Last Picture Show

Nota: ★★★★

Nós todos envelhecemos – nós, os das gerações nascidas aí entre 1945 e 1955, que vimos A Última Sessão de Cinema quando éramos jovens e tínhamos desejos fortes e sonhos ambiciosos e nos apaixonamos pelo filme. Peter Bogdanovich e aquela penca de atores envelheceram, é claro, e nós os vimos envelhecer nas telas. Continue lendo “A Última Sessão de Cinema / The Last Picture Show”