Nota: 



Anotação em 2011: Rashomon é uma obra-prima. É um dos filmes mais brilhantes, mais bem realizados, mais inventivos da história do cinema. Formalmente, é a perfeição. Ler Mais
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Anotação em 2011: Rashomon é uma obra-prima. É um dos filmes mais brilhantes, mais bem realizados, mais inventivos da história do cinema. Formalmente, é a perfeição. Ler Mais
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Anotação em 2011: Um belo filme, este drama familiar do diretor Claude Miller. A direção de arte é um show, com reconstituição cuidadosa, meticulosa, de diversas épocas. A trama – inspirada em pessoas e fatos reais – é fascinante, e o ótimo elenco brilha; Cécile De France tem uma das melhores oportunidades de sua carreira até agora, e está excepcional.
Nota: 



Anotação em 2011: A Mulher do Lado, o penúltimo filme de François Truffaut, de 1981, é um mergulho doloroso no amor louco. Doloroso, denso, tenso, angustiante, dilacerante. Para mim, é uma das histórias de amor mais trágicas que o cinema já mostrou. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Só não se pode dizer que há incontáveis filmes sobre os reis e rainhas da Inglaterra porque, como bem lembrava o Heitor da Luz, tudo, absolutamente tudo é contável, até os grãos de areia do Saara. Mas uma coisa é certa: O Discurso do Rei é um dos melhores de todos os zilhões deles – se não for o melhor. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Ao rever A Malvada/All About Eve agora, depois de muitos anos, não consegui deixar de pensar que a cotação máxima de quatro estrelas é pouco para o filme. Se a cotação máxima fosse cinco, ou dez, não importa o número, seria pouco. Ler Mais
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Anotação em 2011: Mais um belo filme do diretor Ferzan Ozpetek, o terceiro que vejo dele. Uma sensível mistura de comédia e drama, uma história de vida em família, homossexualismo, as escolhas que se fazem, os segredos que se escondem, a eterna lição de que é preciso lutar pelas coisas que se quer. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: A Minha Versão do Amor/Barney’s Version é um daqueles filmes baseados em romances caudalosos que contam a vida inteira de um personagem, desde sua juventude até a velhice. Para dar maior movimento, para agitar a narrativa, vai e vem no tempo. Ler Mais
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Anotação em 2011: Imagens deslumbrantes, belíssimos travellings, tipos engraçados, esquisitos, fascinantes – tudo ao som de uma trilha sonora perfeita, que se funde à ação, que dá o tom de cada sequência: Amarcord é uma beleza. Ler Mais
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Anotação em 2011: Importante, cultuado, reverenciado, premiado, penúltima obra do mestre Luchino Visconti, Violência e Paixão não me pareceu, na revisão hoje, um filme agradável de se ver. Ao contrário. Ao apresentar aquela galeria de tipos abjetos, na sua recorrente exposição da decadência da burguesia, Visconti provoca engulhos no espectador. Ler Mais
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Anotação em 2011: Amor & Outras Drogas tem coisas muito boas e outras bem ruins. Acho que faltou foco, concentração, diretriz, aos roteiristas e ao diretor Edward Zwick. O fato de Anne Hathaway e Jake Gyllenhaal terem sido indicados ao Globo de Ouro como melhor atriz e melhor ator em comédia ou musical indica isso claramente. Ler Mais
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Anotação em 2011: Duro, triste, honesto, sensível mergulho no universo de três garotas adolescentes na periferia pobre do Rio de Janeiro, conduzido com muita competência pela diretora Sandra Werneck. Ler Mais
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Anotação em 2011: Serpentes de Luxo/Baby Face, feito em 1933 por um diretor não muito conhecido, Alfred E. Green, é um filme surpreendente, espantoso, ousado, que não parece de seu tempo. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Por algum motivo, ou sem motivo algum, perdi César e Rosalie na época do lançamento – o filme é de 1972. Muitos filmes devem ser vistos na sua época, para serem bem compreendidos. Não é o caso: em quase 40 anos, César e Rosalie não envelheceu nada. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Toda a ação de O Último Vôo se passa no deserto do Saara– e a sensação é de que o filme foi de fato filmado lá. O diretor Karim Dridi carrega o espectador para o deserto: há tomadas de uma beleza extraordinária – e, no final, o filme, os dois personagens centrais e o espectador mergulham num clima angustiante, exasperante. Ler Mais
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Anotação em 2011: Antes Que o Mundo Acabe, da diretora gaúcha Ana Luiza Azevedo, é um filme delicado, gostoso, simpático, agradável, com várias qualidades. Fala sobre as agruras da adolescência, os pequeninos e os grandes problemas que, para os adolescentes, são sempre gigantescos, ciclópicos, avassaladores. Ler Mais