
Rever mais uma vez Caçadores da Arca Perdida é um prazer, uma delícia, uma maravilha. Dá vontade de daqui a um tempinho rever ainda uma outra vez… Continue lendo “Caçadores da Arca Perdida/Raiders of the Lost Ark”

Por Sérgio Vaz

Rever mais uma vez Caçadores da Arca Perdida é um prazer, uma delícia, uma maravilha. Dá vontade de daqui a um tempinho rever ainda uma outra vez… Continue lendo “Caçadores da Arca Perdida/Raiders of the Lost Ark”

Borgen, série produzida pela televisão pública dinamarquesa, com três temporadas, entre 2010 e 2013, que chegou ao Brasil para valer em 2020, na Netflix, foi um grande sucesso de público e crítica – e isso é uma maravilha. Não é toda hora que tem aprovação tão ampla uma produção séria, destinada ao público adulto, maduro, sobre um tema importantíssimo, fundamental, mas em geral tido como pedregoso, duro, desinteressante – a política. Continue lendo “Borgen – A Primeira e a Segunda Temporadas”

Lifeboat, no Brasil Um Barco e Nove Destinos, lançado em 1944, em plena Segunda Guerra Mundial, é um dos melhores dos 53 longa-metragens dirigidos por Alfred Hitchcock. É também – tive certeza disso ao revê-lo agora – um dos mais sérios, mais pesados, mais densos filmes de sua extraordinária obra. Continue lendo “Um Barco e Nove Destinos / Lifeboat”

Trouble in Paradise, no Brasil Ladrão de Alcova, que Ernst Lubitsch lançou em 1932, é a própria definição da expressão “comédia sofisticada”, segundo o crítico Leonard Maltin, o autor do guia de filmes mais vendido no mundo no tempo em que se vendiam guias de filmes. Continue lendo “Ladrão de Alcova / Trouble in Paradise”

Há filmes que ficam velhos, datados. Os que abusam dos maneirismos, dos modismos de seu tempo, esses tendem a envelhecer bem rapidamente, ao contrário dos que optam por uma narrativa mais escorreita, mais clássica. Estes últimos são naturalmente mais tendentes a virarem clássicos. Continue lendo “Dr. Fantástico / Dr. Strangelove Or: How I Learned To Stop Worrying and Love The Bomb”

Logo de cara, assim que acabam os créditos iniciais de Rope – no Brasil Festim Diabólico –, Alfred Hitchcock nos escancara tudo: os dois sujeitos estão acabando de assassinar o colega, estrangulando-o com o pedaço da corda que dá o título original do filme. Continue lendo “Festim Diabólico / Rope”

Coronel Blimp: Vida e Morte, da dupla inglesa Michael Powell e Emeric Pressburger, de 1943, é uma obra-prima, um filmaço, dos maiores que já houve. E tem uma história de vida, se é que se pode usar a expressão, tão rica, complexa e séria quanto a trama que conta. Continue lendo “Coronel Blimp: Vida e Morte / The Life and Death of Colonel Blimp”

O Fausto de F.W. Murnau é um filmaço, uma maravilha. Mas, obviamente, tem que ser visto hoje dentro da perspectiva histórica. É preciso – obviamente – que o espectador tenha em mente, o tempo todo, que o filme foi feito em 1926. Quase um século atrás. Continue lendo “Fausto / Faust: Eine Deutsche Volkssage”

Uma pérola, uma maravilha, uma extraordinária surpresa este filme que vem da Geórgia, em co-produção com Alemanha e França. Está sendo exibido na Netflix com o título em inglês, My Happy Family, o que não tem, é claro, sentido algum. Continue lendo “Minha Família Feliz / Chemi Bednieri Ojakhi / My Happy Family”

Talento é uma coisa absolutamente extraordinária, fora de jeito. O Invencível/Aparajito, o segundo filme de Satyajit Ray, teria tudo para ser bastante diferente do primeiro, A Canção da Estrada/Pather Panchali, apesar das características que os unem. Continue lendo “O Invencível / Aparajito”

A Canção da Estrada é uma beleza, um grande filme. Um retrato impressionante, emocionante, sobre a vida duríssima, miserável, triste, de uma família no interiorzão da Bengala Ocidental, nos anos 1920, quando todo o Subcontinente Indiano era possessão britânica. Um filmaço – mas é muito mais que isso. Continue lendo “A Canção da Estrada / Pather Panchali”

Notorious, no Brasil Interlúdio, de 1946, é o longa-metragem número 32 dos 53 que Alfred Hitchcock realizou. O décimo-primeiro depois que trocou a Inglaterra natal pelos Estados Unidos. O segundo dos três em que dirigiu Ingrid Bergman, o rosto mais belo que já passou diante de uma câmara de cinema. O segundo dos quatro com Cary Grant. Uma obra-prima, uma maravilha. Continue lendo “Interlúdio / Notorious”

Em seu 99º filme, aquele que viria a ser o último, lançado no Japão em março de 1956, poucos meses antes de sua morte, em agosto, aos 58 anos, Kenji Mizoguchi fala dos mesmos temas que abordou em muitas de suas obras: as condições de vida da mulher na sociedade japonesa, as emoções femininas, as imensas diferenças entre uma mulher e outra. E. mais especificamente, a prostituição, o dia-a-dia das prostitutas. Continue lendo “A Rua da Vergonha / Akasen chitai”

Inacreditável/Unbelievablie, de 2019, é uma série sobre crimes que é muito melhor do praticamente tudo o que já vi em séries sobre crimes – e, diacho, todos nós já vimos um monte de séries sobre crimes. Continue lendo “Inacreditável / Unbelievable”

Mais de meio século e tanta loucura, tanta violência, tanta degradação depois, O Colecionador/The Collector, de William Wyler, continua tão forte, tenso, agoniante, angustiante, amargo, apavorante e brilhante quanto quando chegou aos cinemas, em 1965. Continue lendo “O Colecionador / The Collector”