
Buena Vista Social Club, o documentário que Wim Wenders lançou em 1999, uma co-produção Alemanha-EUA-França-Cuba, é extraordinário, magnífico, excepcional – e de uma imensa importância. Continue lendo “Buena Vista Social Club”

Por Sérgio Vaz

Buena Vista Social Club, o documentário que Wim Wenders lançou em 1999, uma co-produção Alemanha-EUA-França-Cuba, é extraordinário, magnífico, excepcional – e de uma imensa importância. Continue lendo “Buena Vista Social Club”

Ao encerrar a Trilogia das Cores, no que viria a ser o seu último longa-metragem para o cinema, Krzysztof Kieslowski fez uma obra-prima sobre a vida o amor a morte, uma ode às coincidências e aos acasos. Um quarto de século antes de o papa que veio do fim do mundo colocar o verso de Vinicius de Moraes em uma encíclica, Trois Couleurs: Rouge comprovou que a vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida. Continue lendo “A Fraternidade é Vermelha / Trois Couleurs: Rouge”

Que a vida imita a arte, da mesma forma que a arte imita a vida, disso já sabemos, estamos cansados de saber. Mas raríssimos são os casos de obras – como o de Síndrome da China, de 1979 – que antecipam o que vai acontecer na vida real. Continue lendo “Síndrome da China / The China Syndrome”

Harry Potter e a Pedra Filosofal, o filme, é uma absoluta maravilha. Assim como o livro. Harry Potter, o Mundo Harry Potter, é tudo um deslumbre. Continue lendo “Harry Potter e a Pedra Filosofal / Harry Potter and the Philosopher’s Stone”

Perry Mason, esmeradíssima produção da HBO de 2020, de oito episódios, tem o gosto amargo, pesado, apavorante de um tempo e lugar tomados pela desesperança, pela pobreza – em todos os sentidos –, pelo crime, pela corrupção. Em vários pontos, assemelha-se demais a duas obras-primas: Chinatown (1974), de Roman Polanski, e Los Angeles: Cidade Proibida (1997), de Curtis Hanson. Continue lendo “Perry Mason”

Tudo, absolutamente tudo em The Trial of the Chicago 7, no Brasil Os 7 de Chicago, é brilhante – e/ou importante. A partir do fato histórico que ele retrata – os graves, sangrentos conflitos entre a polícia de Chicago e a multidão de manifestantes, quase todos jovens estudantes, que se reuniu na cidade durante a Convenção Nacional do Partido Democrata em agosto de 1968. Continue lendo “Os 7 de Chicago / The Trial of the Chicago 7”

America America, no Brasil Terra do Sonho Distante, é o preferido do seu realizador, o grande, imenso, gigantesco Elia Kazan (1909-2003). Kazan fez poucos filmes, se compararmos com outros realizadores: apenas 19 longa-metragens, ao longo de 31 anos de carreira. Poucos – mas vários deles são obras-primas. Continue lendo “Terra do Sonho Distante / America America”

In a Lonely Place, no Brasil No Silêncio da Noite, de 1950, é um beleza, uma maravilha, um filmaço. Continue lendo “No Silêncio da Noite / In a Lonely Place”

A Um Passo da Eternidade é um raro caso de absoluta unanimidade. Não se tem notícia de alguém que não tenha respeito, admiração, pelo filme. O reconhecimento é amplo, geral, irrestrito – e foi imediato. Foi o terceiro filme de maior bilheteria nos Estados Unidos no ano de seu lançamento, 1953, oito anos após o fim Segunda Guerra Mundial sobre a qual ele trata. Continue lendo “A Um Passo da Eternidade / From Here to Eternity”

Pátria, produção espanhola de 2020, é uma obra-prima, uma maravilha, uma obra de arte absolutamente extraordinária.
É uma das melhores séries de TV que já vi na vida. Continue lendo “Pátria / Patria”

The Aftermath, no Brasil Consequências, é daqueles filmes que não enganam o espectador nem por um momento. Desde as primeiras tomadas, os primeiros minutos, demonstra claramente que estamos diante de um grande filme. Continue lendo “Consequências / The Aftermath”

Peggy Sue Got Married, no Brasil Peggy Sue, Seu Passado a Espera, de Francis Ford Coppola, é um daqueles filmes feitos para a gente amar de paixão. Continue lendo “Peggy Sue, Seu Passado a Espera / Peggy Sue Got Married”

A quarta temporada de The Crown confirma que esta é uma das melhores séries que já foram feitas – se não a melhor de todas. Nenhum superlativo é demais para The Crown . Continue lendo “The Crown – A Quarta Temporada”

Dama por um Dia, que Frank Capra lançou em 1933, o quarto ano da Grande Depressão em que se afundaram os Estados Unidos, é um dos mais belos, ternos, envolventes contos de fada que já foram contados. É também provavelmente o filme mais otimista, positivo, believer desse cineasta excepcional que soube como nenhum outro injetar esperança nas platéias de cinema em um país varrido pelo desemprego, pela miséria. Continue lendo “Dama por um Dia / Lady for a Day”

Enola Holmes me fez lembrar demais de O Fabuloso Destino de Amélie Poulin, que Jean-Pierre Jeunet lançou em 2001 e revelou ao mundo a gracinha que é a Audrey Tautou. Continue lendo “Enola Holmes”