
3.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1998: Tio Hitch no esforço de guerra, denunciando os quinta-colunas e exercitando seu gosto pelo tema do homem errado. Continue lendo “Sabotador / Saboteur”

Por Sérgio Vaz

3.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1998: Tio Hitch no esforço de guerra, denunciando os quinta-colunas e exercitando seu gosto pelo tema do homem errado. Continue lendo “Sabotador / Saboteur”

3.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1998: Quase na metade deste filme de belíssima fotografia em preto-e-branco, há uma cena em que Natalie Wood, lindíssima e no esplendor da juventude, e Steve McQueen, feio, charmoso e no esplendor da juventude, estão juntos numa rua de Nova York somando o dinheiro que têm para dar para fazer um aborto. Continue lendo “O Preço de um Prazer / Love with the Proper Stranger”

3.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1998: Delícia de filme, que eu nunca tinha visto. É uma espécie assim de Nascido para Matar – o treinamento de recrutas, a iniciação na vida brutal do exército – sem a violência, a virulência e a seriedade do Kubrick, e, ao contrário, com grande dose de humor (típico dos judeus nova-iorquinos), simpatia pelos personagens, um pouco de sentimentalismo e muita sensibilidade. Continue lendo “Metido em Encrencas / Biloxi Blues”

3.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1998: Gostei demais deste filme. Talvez por causa da surpresa completa – me foi enviado pela empresa de vídeo, e eu não tinha qualquer tipo de referência, peguei pra ver entre vários filmes que estão sendo lançados em vídeo nos próximos meses, e fiquei assustado com o lead brilhante. Talvez, e em boa parte por causa da Irlanda, esse país extremamente fascinante. Continue lendo “Um Gesto a Mais / A Further Gesture”

3.0 out of 5.0 stars
Resenha para a Agência Estado, em 1997: Há muitos elementos coincidentes em O Segredo/The Chamber e Fantasmas do Passado/Ghosts of Mississippi, e o fato de que os dois são excelentes filmes é apenas o primeiro deles. Os dois são obras de bons cineastas nascidos em Nova York, ambos autores de filmes de idéias humanistas, progressistas, liberais (no sentido político e comportamental do termo, não no econômico). Continue lendo “O Segredo / The Chamber”

3.0 out of 5.0 stars
Resenha para a Agência Estado, em 1997: O cinema italiano tem paixão pelos afrescos, pelos grandes painéis que retratam décadas de história do país. Continue lendo “Em Busca do Paraíso / Facciamo Paradiso”

3.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1997, com complemento em 2008: Eis aí um filme extremamente corajoso, muito adiante de seu tempo. Feito em 1931, apenas quatro anos após o cinema ter aprendido a falar, ele tinha já um viés feminista – e um tratamento ousadíssimo, para a época, é claro, do sexo. Continue lendo “Possuída / Possessed”

3.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: Um filme sensível, bonito, simples, despretensioso. Capricha demais na direção de arte, na cenografia, na reconstituição de época – a ação se passa na Filadélfia, em 1933, na profundeza da Grande Depressão. Os atores estão todos estupidamente bem, até os pontas, os figurantes. Continue lendo “Um Dia Para Relembrar / Two Bits”

3.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: Boa surpresa. Um filme interessante, muito interessante, progressista, anti-imbecilidade reacionária, anti-pena de morte e a favor da segunda chance. Continue lendo “A Última Chance / Last Dance”

3.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: Terminando de ver agorinha mesmo, é o seguinte: Quem não viu deve ver. Houve má vontade de boa parte da imprensa para com o filme – enquanto houve, ao contrário, apenas loas ou desculpas àquele besteirol ginasiano à la Casseta e Planeta que é Carlota Joaquina. Continue lendo “Tieta do Agreste”

3.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1997, com complemento em 2008: Uma total delícia. Alegre, divertido, bem humorado. Tem o frescor inocente da primeira metade dos anos 60, do rock’n’roll de Buddy Holly, das primeiras letras dos Beatles. É impressionante, na verdade, como Tom Hanks, que é novo, de 1956, conseguiu captar tão perfeitamente o espírito daquelas letras e daquelas canções juvenis. Continue lendo “The Wonders – O Sonho Não Acabou / That Thing You Do”

3.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: Embora partindo de uma premissa absolutamente errada, em termos éticos – em determinadas circunstâncias, quando a Justiça falha, é admissível fazer justiça com as próprias mãos -, o filme é muito, muito bom, assim como deve seguramente ser bom o livro de Grisham que o originou (o escritor, aliás, é um dos três produtores executivos). Continue lendo “Tempo de Matar / A Time to Kill”

3.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: Um belo filme, extremamente sensível e extremamente bem feito, apesar do custo baixo (U$$ 6 milhões) e de ser, parece, o primeiro do diretor. O cara esbanja talento. Os atores todos são muitíssimo bem dirigidos. De Ellen Burstyn, que faz Hanna, a dona da lanchonete do título, se podia mesmo, é claro, esperar uma grande interpretação. Mas a moça Alison Elliot, que faz o personagem central, Percy, é uma novata, vem de carreira como modelo, e está muito, muito bem, numa rica mistura de um pouco de cinismo (adquirido na dureza da prisão), muita pureza e muita coragem. Continue lendo “Spitfire Grill – O Recomeço / The Spitfire Grill”

3.0 out of 5.0 stars
Complemento de anotação em 2011: “Na Itália, um diálogo a portas fechadas entre um comissário de polícia doido por literatura e um escritor suspeito de assassinato.” Continue lendo “Uma Simples Formalidade / Una Pura Formalità / Une Pure Formalité”

3.0 out of 5.0 stars
Anotação em 1997: Já tinha ouvido falar desse filme, premiado em vários festivais e elogiado pela crítica; sabia que Hollywood tinha chamado o diretor, um holandês, para refazer a história dentro dos padrões hollywoodianos; a refilmagem, feita cinco anos depois, com Kiefer Sutherland e Jeff Bridges, é bastante inferior, segundo três críticos no Cinemania. Continue lendo “O Silêncio do Lago / Spoorloos”