Com Dentro da Casa, sua obra de 2012, François Ozon comprova mais uma vez algumas verdades. Uma: é um dos realizadores mais fascinantes em ação nos últimos tempos. Outra: é um mestre do estilo, ou melhor, de estilos – cada filme vem em um completamente diferente do anterior. Continue lendo “Dentro da Casa / Dans la Maison”
O Amante da Rainha / En kongelig affære
O Amante da Rainha é um filme muito bom, extremamente bem realizado em todos os quesitos. E é fascinante graças à sua trama, riquíssima, uma mistura assim de um pouco de conto de fadas com muito de tragédia shakespeariana. Continue lendo “O Amante da Rainha / En kongelig affære”
Trapaceiros / Small Time Crooks
Acho que nem os maiores fãs de Woody Allen diriam que Small Time Crooks, no Brasil Trapaceiros, é um dos melhores filmes do realizador. Sou um dos maiores fãs de Woody Allen que pode haver, e não acho que este seja dos melhores dos filmes que o cara faz a cada ano, sem pular um sequer. Continue lendo “Trapaceiros / Small Time Crooks”
A Datilógrafa / Populaire
A Datilógrafa, no original Populaire, é um filme bem sem-vergonha – sem vergonha de ser alegre, pra cima, de ter um gosto de nostalgia, de fugir do realismo como o diabo foge da cruz. É uma absoluta delícia. Continue lendo “A Datilógrafa / Populaire”
Sublime Renúncia / Max et les Ferrailleurs
Max et les Ferrailleurs, no Brasil Sublime Renúncia, que Claude Sautet lançou em 1971, é um filme perturbador, desconcertante. E fascinante, encantador. Continue lendo “Sublime Renúncia / Max et les Ferrailleurs”
A Família Flynn / Being Flynn
Ao longo dos primeiros, digamos, 95 minutos dos 102 que dura A Família Flynn, no original Being Flynn, mostra-se que o jovem Nick teve uma vida duríssima, barra pesada, dramática, apavorante. Continue lendo “A Família Flynn / Being Flynn”
Uma Carta para Elia / A Letter to Elia
Martin Scorsese viu On the Waterfront (no Brasil, Sindicato de Ladrões) quando o filme estreou, em 1954. Tinha então 12 anos, e viu o filme no Lowe’s Commodore, no número 109 da Segunda Avenida, entre as ruas 6th e 7th East. Era um baita cinemão, com 2.830 lugares. Continue lendo “Uma Carta para Elia / A Letter to Elia”
Gainsbourg – O Homem que Amava as Mulheres / Gainsbourg (Vie héroïque)
Gainsbourg é um filme muito doidão. Seu estilo é bastante difícil de se classificar. É uma cinebiografia que não se parece com nenhum outra – a não ser, talvez, Eu Não Estou Lá, aquela espécie de retrato multifacetado sobre “as várias vidas de Bob Dylan” que Todd Haynes dirigiu em 2007. Continue lendo “Gainsbourg – O Homem que Amava as Mulheres / Gainsbourg (Vie héroïque)”
O Jovem Frankenstein / Young Frankenstein
Ao rever agora, depois de muitos anos, O Jovem Frankenstein, que Mel Brooks fez em 1974, foi absolutamente impossível não constatar: meu Deus do céu e também da terra, como o filme é bobo! Continue lendo “O Jovem Frankenstein / Young Frankenstein”
Na Terra de Amor e Ódio / In the Land of Blood and Honey
Na Terra de Amor e Ódio, no original In the Land of Blood and Honey, é um belo filme. Trata da guerra da Bósnia, e portanto é daquele tipo de filme duro de se ver: há atrocidade demais, violência demais, sofrimento demais. Continue lendo “Na Terra de Amor e Ódio / In the Land of Blood and Honey”
Pronta para Amar / A Little Bit of Heaven
Já houve dezenas e dezenas de filmes sobre doentes em fase terminal. A Little Bit of Heaven, que no Brasil recebeu o título babaca de Pronta para Amar, é bastante diferente da maioria deles. Continue lendo “Pronta para Amar / A Little Bit of Heaven”
Depois de Lúcia / Después de Lucía
Depois de Lúcia é um filme em tudo e por tudo impressionante. O diretor e roteirista mexicano Michel Franco, em seu segundo longa-metragem, fez uma obra seca, de uma secura estranha, forte, brutal. Seca, crua – e que corta o espectador como lâmina afiada. Continue lendo “Depois de Lúcia / Después de Lucía”
O Quinto Elemento / The Fifth Element
Das duas, uma: ou ele tinha caído no caldeirão quando bebê, como seu conterrâneo Obelix, ou então Luc Besson consumiu imensas quantidades de ácido para criar a trama e o visual de O Quinto Elemento.
Continue lendo “O Quinto Elemento / The Fifth Element”
Estranhos Normais / Happy Family
Estranhos Normais, de Gabriele Salvatores, começa de forma brilhante, estupidamente brilhante. É um início tão sensacional que faz a gente esperar algo como O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, (500) Dias com Ela, Medianeras – filmes inteligentes, que soltam faísca de tanto brilho, tanta idéia, tanta criatividade. Continue lendo “Estranhos Normais / Happy Family”
Em Busca da Fé / Higher Ground
Vera Farmiga, ótima atriz, estreou na direção com um filme sobre um tema bem pouco usual no cinema americano e no cinema de qualquer outro país: fé, religião. Continue lendo “Em Busca da Fé / Higher Ground”















