
Mestre da comédia, dos melhores destes primeiros 120 anos de História do cinema, Woody Allen sabe muitíssimo bem fazer dramas. Demonstrou isso, de sobra, desde o primeiro deles, Interiores (1978). Continue lendo “Roda Gigante / Wonder Wheel”

Por Sérgio Vaz

Mestre da comédia, dos melhores destes primeiros 120 anos de História do cinema, Woody Allen sabe muitíssimo bem fazer dramas. Demonstrou isso, de sobra, desde o primeiro deles, Interiores (1978). Continue lendo “Roda Gigante / Wonder Wheel”

Um dos maiores, dos mais absolutamente incompreensíveis mistérios da História do cinema, e não apenas dela, mas de toda a criação, é como é possível que apenas dois anos separem A Morte Passou Por Perto de Glória Feita de Sangue. Continue lendo “A Morte Passou Por Perto / Killer’s Kiss”

Poderia chamar Dois Americanos na Escócia. Ou Dois Americanos no Mundo da Lua, ou na Ilha da Fantasia. Três anos depois do extraordinário sucesso de público e crítica de An American in Paris, o diretor Vincente Minnelli e o ator-dançarino-coreógrafo-cantor Gene Kelly voltaram a trabalhar juntos neste Brigadoon. Continue lendo “A Lenda dos Beijos Perdidos / Brigadoon”

Em menos de dez meses depois de sua estréia no Festival de Cannes, em maio de 2017, The Square, o novo filme do sueco Ruben Östlund, o autor do excelente Força Maior (2014), já ganhou 23 prêmios, fora 35 outras indicações. Continue lendo “The Square: A Arte da Discórdia / The Square”

Para fazer seu segundo filme nos Estados Unidos, em 1940, logo após o êxito de Rebecca, a Mulher Inesquecível, Alfred Hitchcock pediu muita coisa. “Construam para mim um pedaço de Amsterdã, um bom trecho de Londres, um avião do tamanho de um Atlantic Clipper, alguns hotéis, um moinho holandês e um pedaço do campo da Holanda”, ele pediu. E a produção entregou tudo. Continue lendo “Correspondente Estrangeiro / Foreign Correspondent”

Mil Vezes Boa Noite é um filme muito sério, muito bem intencionado. Pretende mostrar aos espectadores que o mundo é ruim. Ruim, muito ruim: há terrorismo no mundo, sabiam? Na Ásia, há gente que, com o maior orgulho possível e imaginável, se veste com um avental de bombas, e vai se explodir no meio de uma rua lotada para matar muita gente. Continue lendo “Mil Vezes Boa Noite / Tusen Ganger God Natt”

The Long Hot Summer, no Brasil O Mercador de Almas, de 1958, é um absoluto espanto. O diretor é o ótimo Martin Ritt. O elenco é espetacular: Paul Newman, Joanne Woodwarsd, Anthony Franciosa, Lee Remick – linda de morrer aos 23 aninhos de idade –, Angela Lansbury. E, como se não bastasse, Orson Welles. Continue lendo “O Mercador de Almas / The Long, Hot Summer”

O elenco é espetacular: Warren Beatty, Diane Keaton, Goldie Hawn, Nastassja Kinski, Andie MacDowell. Uma participação especial do veterano Charlton Heston. E ainda um jovenzinho Josh Hartnett em começo de carreira. Continue lendo “Ricos, Bonitos e Infiéis / Town & Country”

O Homem do Oeste, de 1958, foi o penúltimo western dirigido por Anthony Mann, um dos maiores realizadores de westerns. Depois dele, Mann ainda faria a refilmagem Cimarron (1960), e em seguida lançaria duas grandes superproduções, El Cid (1961) e A Queda do Império Romano (1964), e terminaria a carreira gloriosa com um filme de guerra, Os Heróis de Telemark (1965), e um de espionagem, O Espião de Dois Mundos (1968). Continue lendo “O Homem do Oeste / Man of the West”

Arthur Penn, um dos mais celebrados diretores do cinema americano da segunda metade do século XX, intelectual de esquerda, fascinado e influenciado pelo cinema europeu, estreou no cinema com um western, The Left-Handed Gun, no Brasil Um de Nós Morrerá, de 1958. Continue lendo “Um de Nós Morrerá / The Left-Handed Gun”

Ingrid Bergman, a mais bela mulher que já apareceu à frente de uma câmara de cinema, ficou exatos 20 anos sem filmar nos Estados Unidos, depois que ela e Hollywood se separaram de forma bastante litigiosa, em 1949. Flor de Cacto/Cactus Flower, de 1969, foi o primeiro filme após esse longo hiato. Continue lendo “Flor de Cacto / Cactus Flower”

A Cor da Noite (1994), um thriller cheio de cenas de sexo e furos na trama, é um recordista no universo dos filmes ruins. Teve nove indicações ao Framboesa de Ouro, o prêmio humorístico, sarcástico, atribuído aos piores filmes do ano em Los Angeles, em geral no mesmo dia dos Oscars, fora outras indicações e premiações em categorias de “pior” por duas outras instituições. Continue lendo “A Cor da Noite / Color of Night”

Eram dois dos maiores atores de Hollywood em meados dos anos 1970, quando este The Missouri Breaks, um western de produção caprichadíssima, foi lançado, em 1976. Continue lendo “Duelo de Gigantes / The Missouri Breaks”

Terceira Pessoa/Third Person é, na minha opinião, a prova de que um grande autor e realizador pode pisar no tomate, fazer uma obra fraca. Paul Haggis já fez roteiros maravilhosos, já dirigiu belíssimos filmes. Aqui, errou a mão. Continue lendo “Terceira Pessoa / Third Person”

Os guias de filme e os críticos todos falam muito bem deste Sabotage, que Alfred Hitchcock dirigiu em 1936, depois de fazer O Homem Que Sabia Demais (1934), Os 39 Degraus (1935) e Agente Secreto (também de 1936).
Tsc, tsc. Continue lendo “Sabotagem / Sabotage”