
Men in Black, de 1997, assim como suas duas continuações, é uma absoluta delícia, uma diversão maravilhosa, inventiva, inteligente, fascinante. Continue lendo “MIB: Homens de Preto / Men in Black”

Por Sérgio Vaz

Men in Black, de 1997, assim como suas duas continuações, é uma absoluta delícia, uma diversão maravilhosa, inventiva, inteligente, fascinante. Continue lendo “MIB: Homens de Preto / Men in Black”

Ô saco: mais um filme americano sobre família disfuncional.
Os mal-humorados poderiam perfeitamente dizer a frase acima. Prefiro dizer “ô delícia: mais um filme americano sobre família disfuncional”.
Continue lendo “Sete Dias Sem Fim / This is Where I Leave You”

Só mesmo Jim Jarmusch, o diretor mais minimalisticamente cool, o cara que fez Estranhos no Paraíso (1984) e Down By Law (1986), poderia cometer este Coffee and Cigarettes, lançado como longa metragem de 95 minutos em 2003. Continue lendo “Sobre Café e Cigarros / Coffee and Cigarettes”

São seis histórias de amor e uma única cidade. Ou, como se diz no site oficial do filme, “Sis històries d’amor i una única ciutat”. Sim – como a cidade é Barcelona, a imensa maior parte dos diálogos não é em espanhol, e sim em catalão. Continue lendo “Noite de Verão em Barcelona / Barcelona, Nit d’estiu”

Aquela velha história: ela é refinada, sofisticada, ele é meio grosso, meio bronco. Já vimos este filme bem antes de Julie Delpy lançar este Lolo, de 2015, que no Brasil ganhou o complemento de O Filho da Minha Namorada. Continue lendo “Lolo, o Filho da Minha Namorada / Lolo”

Negócio das Arábias, no original A Hologram for the King, do diretor alemão Tom Tykwer, é o que se pode chamar – com alguma dose de frescura, de coisa pernóstica – de um filme que permite várias leituras. Se o espectador quiser entendê-lo como uma gostosa comédia, tudo bem – é, sim, uma gostosa comédia. Continue lendo “Negócio das Arábias / A Hologram for the King”

Se no futuro estudiosos – terráqueos ou alienígenas – quiserem pesquisar sobre as obras do cinemão comercial americano mais despudoradamente bobas, besteróicas, mais desavergonhadamente distantes de qualquer lógica ou seriedade durante os anos 1980, este filme aqui é um prato cheio. Continue lendo “Meu Amante é do Outro Mundo / Earth Girls are Easy”

Depois de tantas conquistas das mulheres, ao longo dos últimos 100 anos ou mais, na luta pela igualdade de direitos, oportunidades, empregos, salários, tudo, como ficaram os homens? Pós-feminismo, pós os feminismos todos, como anda o Planeta Homem? Continue lendo “O Que os Homens Falam / Una Pistola en Cada Mano”

Boa parte da ação de O Dobro ou Nada/Lay de Favorite (2012), se passa em Las Vegas, a capital mundial do jogo. O tema central são os jogos, as apostas, a sorte – ou a falta dela. Assim, nada é mais apropriado do que este aviso dado ao espectador bem no início da narrativa: “Por pura sorte, esta história é verdadeira”. Continue lendo “O Dobro ou Nada / Lay the Favorite”

O que Woody Allen diz em seu filme de 2004, Melinda e Melinda, não é complicado, complexo. É o que ele vem dizendo em muitos de seus filmes. A rigor, a rigor, coisas muito simples, quase um conjunto de truísmos: a vida é curta, aproveite bem cada momento; tente, se possível, não fazer muito drama, não complicar, não desperdiçar tempo e energia. Continue lendo “Melinda e Melinda / Melinda and Melinda”

No curto período entre 1963 e 1965, os gigantes Mario Monicelli e Marcello Mastroianni fizeram dois dos mais comentados filmes do total de sete em que juntaram seus talentos. Monicelli sempre foi mais ligado à comédia; Mastroianni fazia de tudo, alternava as gargalhadas de Divórcio à Italiana (1962) com a dureza da incomunicabilidade de A Noite (1961) com o féerico, onírico de Oito e Meio (1963). Continue lendo “Casanova ’70”

O segundo Pantaleão e as Visitadoras, co-produção Peru-Espanha de 2000, é um bom filme. Claro: o ponto de partida, a história criada por Mario Vargas Llosa, é uma absoluta delícia. Mas o filme tem outros méritos além da história fascinante. Entre eles, uma atriz de beleza estonteante, um vulcão de sensualidade, a colombiana Angie Cepeda. Continue lendo “Pantaleão e as Visitadoras / Pantaleón y las Visitadoras”

Desconcertante. Desconcertante. O adjetivo ficou pipocando na minha cabeça, quando terminamos de ver O Tesouro, o filme de 2015 do romeno Corneliu Porumboiu. Continue lendo “O Tesouro / Comoara”

Ave, César!, o filme dos irmãos Joel e Ethan Coen de 2016, é uma absoluta delícia, uma comédia hilariante, uma diversão fantástica para quase todo tipo de audiência. Só poderá desagradar a turma de narizinho empinado que diz amar “cinema de arte” e detestar “filme americano” – como se só houvesse um tipo de filmes americanos. Continue lendo “Ave, César! / Hail, Caesar!”

Duas palavras me vieram à cabeça de cara enquanto revíamos O Dorminhoco/Sleeper, que Woody Allen cometeu em 1973: bobo e engraçado. As duas coisas em grandes doses. O Dorminhoco é muito, é extremamente bobo – e muito, extremamente engraçado. Continue lendo “O Dorminhoco / Sleeper”