
Elle vem sendo maciçamente, abundantemente incensado desde que foi exibido na mostra competitiva do Festival de Cannes, no dia 21 de maio de 2016. Ganhou 55 prêmios mundo afora, e teve mais 70 outras indicações. Continue lendo “Elle”

Por Sérgio Vaz

Elle vem sendo maciçamente, abundantemente incensado desde que foi exibido na mostra competitiva do Festival de Cannes, no dia 21 de maio de 2016. Ganhou 55 prêmios mundo afora, e teve mais 70 outras indicações. Continue lendo “Elle”

Três mulheres jovens e belas, uma delas tristíssima, angustiada, com inveja profunda da vida feliz que já teve, não tem mais e as outras ainda desfrutam. A questão eterna da maternidade. Traição, infidelidade – muita traição, muita infidelidade. E ainda a presença sempre, constante de trem, viagens de trem, o mais cinematográfico de todos os meios de transporte. Continue lendo “A Garota no Trem / The Girl on the Train”

Holiday tem três bons atores – Jean-Pierre Darroussin, Judith Godrèche e Josiane Balasko –, e uma sinopse anunciava um filme de suspense. Assim, me dispus a ver. Continue lendo “Holiday”

O Presidente é um filme forte, poderoso, fascinante, muitas vezes descaradamente assustador. Continue lendo “O Presidente / President”

Terra Estranha/Strangerland, uma co-produção Austrália-Irlanda – possivelmente a primeira que reúne esses dois países – é um filme feito por mulheres. São mulheres a autora da história e co-autora do roteiro, Fiona Seres, a diretora, Kim Farrant, a protagonista, interpretada por Nicole Kidman, e a personagem chave da trama, uma garota de 15 anos de idade. Continue lendo “Terra Estranha / Strangerland”

Em 1966, no auge da beatlemania, John Lennon interrompeu as turnês e as gravações, abandonou os colegas e foi para o Sul da Espanha trabalhar como ator em um filme ambientado na Segunda Guerra Mundial, Como eu Ganhei a Guerra/How I Won the War, que estrearia no ano seguinte. Continue lendo “Viver é Fácil com os Olhos Fechados / Vivir es Fácil Con los Ojos Cerrados”

Se for para procurar algum defeito em Sully (2016), creio que o único é que ele é muito curto. Tem apenas 96 minutos. Como é extraordinário, belíssimo, um filmaço, termina depressa – o espectador fica querendo um pouco mais. Continue lendo “Sully: o Herói do Rio Hudson / Sully”

Aliados me deixou deslumbrado, boquiaberto, de queixo caído.
Vejo muitos filmes já faz tempo demais, e então, quando um filme novo me pega da maneira com que este Aliados pegou, fico ao mesmo tempo absolutamente contente e bastante surpreso. É uma sensação boa demais, e não é tão comum assim. Continue lendo “Aliados / Allied”

A Pequena Morte é assim uma espécie de variação do Pequeno Dicionário Amoroso de Sandra Werneck. Só que não trata propriamente de amor, e sim de sexo. Mais especificamente, de formas, ahnnn, digamos, menos usuais de sexo. Continue lendo “A Pequena Morte / The Little Death”

As voltas que o mundo dá. Em 2006, Anne Hathaway era Andy, a jovem jornalista recém-formada que se sujeitava às piores provações como secretária de uma megera no competitivíssimo mundo de Manhattan, o miolo da capital do mundo, em O Diabo Veste Prada. Continue lendo “Um Senhor Estagiário / The Intern”

É forçoso admitir: O Congresso Futurista, no original só The Congress, é um filme peculiar. Original, sem paralelo. E profundamente inquietante, perturbador. Continue lendo “O Congresso Futurista / The Congress”

Várias, muitas, numerosas vezes o cinema, a arte das imagens em movimento, prestou homenagens à literatura, a arte das palavras. Eu diria que Genius, a co-produção EUA-Inglaterra de 2016, no Brasil O Mestre dos Gênios, é uma das mais belas de todas. Continue lendo “O Mestre dos Gênios / Genius”

A história é tão incrível, inacreditável, assombrosa, surpreendente, que parece ter sido criada por um roteirista especialmente imaginativo em uma viagem com alucinógeno poderoso. E, no entanto, aconteceu de fato. Por mais estranha que seja sua história, Florence Foster Jenkins não é uma personagem fictícia: viveu 76 anos, de 1868 a 1944. Continue lendo “Florence: Quem é Esta Mulher? / Florence Foster Jenkins”

Quem não gosta de filmes previsíveis deve passar bem longe de And So It Goes, no Brasil Um Amor de Vizinha, que o veterano e sempre bom Rob Reiner lançou em 2014. Afinal, é uma comedinha romântica, e comedinhas românticas são necessariamente previsíveis. Continue lendo “Um Amor de Vizinha / And So It Goes”

Creepy, policial de 2016 dirigido por Kiyoshi Kurosawa, começa muito bem, com uma belíssima abertura. Segue bem, com um clima denso de mistério bem realçado pela trilha sonora impressionante. Mas, depois da metade de seus longos 130 minutos, se perde feio numa trama inexplicável e inexplicavelmente cheia de furos. Continue lendo “Creepy / Kurîpî: Itsuwari no rinjin”