
As histórias sobre o diretor Edgar George Ulmer são muito mais interessantes do que a deste The Strange Woman, no Brasil Flor do Mal (que a Lume Filmes lançou em DVD com o título de Estranha Mulher). Continue lendo “Flor do Mal / The Strange Woman”

Por Sérgio Vaz

As histórias sobre o diretor Edgar George Ulmer são muito mais interessantes do que a deste The Strange Woman, no Brasil Flor do Mal (que a Lume Filmes lançou em DVD com o título de Estranha Mulher). Continue lendo “Flor do Mal / The Strange Woman”
The Philadelphia Story, no Brasil Núpcias de Escândalo, que George Cukor dirigiu em 1940, tem tudo o que uma comédia romântica precisa para ser perfeita. Uma trama deliciosa, atores belos, charmosos e competentes, diálogos afiados, inteligentes, uma direção segura, tranquila. Continue lendo “Núpcias de Escândalo / The Philadelphia Story”
O casal Ruth Gordon e Garson Kanin escreveu o roteiro de A Costela de Adão, de 1949, especialmente para seus amigos Katharine Hepburn e Spencer Tracy, assim como faria também com o roteiro de A Mulher Absoluta/Pat and Mike, que o mesmo George Cukor dirigiria três anos depois. Continue lendo “A Costela de Adão / Adam’s Rib”
Consta que A Sombra de uma Dúvida/Shadow of a Doubt é o preferido de Alfred Hitchcock entre as obras do cineasta preferido dele, Alfred Hitchcock. Continue lendo “A Sombra de uma Dúvida / Shadow of a Doubt”
Os Sinos de Santa Maria, que Leo McCarey lançou em 1945, é provavelmente o mais capriano dos filmes que Frank Capra não dirigiu. Foi feito em glorioso preto-e-branco, mas é totalmente cor-de-rosa. Nele as pessoas são boas e o bem prevalece. Continue lendo “Os Sinos de Santa Maria / The Bell’s of St. Mary’s”
O Bom Pastor, que Leo McCarey lançou em 1944, foi um tremendo, extraordinário sucesso de público e crítica. Foi o filme de maior bilheteria nos Estados Unidos no ano de seu lançamento, com faturamento de US 6,5 milhão de dólares, segundo o livro Box Office Hits. Continue lendo “O Bom Pastor / Going My Way”
A Foreign Affair, de Billy Wilder, no Brasil A Mundana, foi lançado em 1948, apenas três anos após o fim da Segunda Guerra. Nos créditos iniciais, aparece a seguinte frase: “A large part of this picture was photographed in Berlin”. Continue lendo “A Mundana / A Foreign Affair”
Visto como peça de museu, The Outlaw, no Brasil O Proscrito, de 1943, é interessantíssimo, fascinante. É uma produção cheia de histórias: um filme reconstituindo como foi feito The Outlaw seria seguramente delicioso. Continue lendo “O Proscrito/The Outlaw”
Distribuidores brasileiros e portugueses, que em geral fazem títulos bastante diferentes, optaram pelo mesmo nome para o lançamento nos dois países de In This Our Life (nesta nossa vida, literalmente), de 1942: lá como cá, o filme se chamou Nascida para o Mal. Continue lendo “Nascida para o Mal / In This Our Life”
Barbara Stanwyck senta-se em uma poltrona, e, quando ela senta, as tiras de tecido brilhante que compõem a parte de seu vestido abaixo da cintura caem e deixam à mostra toda a extensão de suas coxas. Gary Cooper, de pé à frente dela, está absolutamente perplexo, atônito. Continue lendo “Bola de Fogo / Ball of Fire”
Para François Truffaut, A Regra do Jogo é o filme dos filmes.
O retrato que A Regra do Jogo, de Jean Renoir, traça da sociedade francesa em 1939, às vésperas da Segunda Guerra Mundial, é horripilante, grotesco, nauseabundo. Não há sequer um personagem que tenha bom caráter. Continue lendo “A Regra do Jogo / La Règle du Jeu”
Este A Grande Mentira parece ser um daqueles muitos filmes que ficaram obscuros, pouco conhecidos, com o passar do tempo. Seguramente não é dos filmes mais conhecidos de Bette Davis. Continue lendo “A Grande Mentira / The Great Lie”

Sullivan’s Travels, no Brasil Contrastes Humanos, escrito e dirigido por Preston Sturges e lançado em 1941, é um filme extraordinário, uma obra-prima. No entanto, minha impressão é de que ele é bem menos conhecido do que deveria, pelo menos no Brasil. Continue lendo “Contrastes Humanos / Sullivan’s Travels”
Quando a Neve Tornar a Cair, no original Days of Glory, que o francês Jacques Tourneur fez nos Estados Unidos em 1944, é um baita abacaxi azedo, uma porcaria. No entanto, tem, inegavelmente, um grande valor histórico. Continue lendo “Quando a Neve Tornar a Cair / Days of Glory”
Este Mundo é um Hospício, no original Arsenic and Old Lace, literalmente arsênico e rendas antigas, é a comédia mais abertamente maluca do grande Frank Capra. Uma absoluta screwball comedy, para usar o termo que definia o tipo de filme que dava mais importância ao riso, à gargalhada, que à racionalidade, à lógica, à verossimilhança. Continue lendo “Este Mundo é um Hospício / Arsenic and Old Lace”