
Não há propriamente paixões em fúria em Key Largo, que John Huston lançou em 1948, mas os distribuidores brasileiros acharam que era um título bonito, atraente. Continue lendo “Paixões em Fúria / Key Largo”

Por Sérgio Vaz

Não há propriamente paixões em fúria em Key Largo, que John Huston lançou em 1948, mas os distribuidores brasileiros acharam que era um título bonito, atraente. Continue lendo “Paixões em Fúria / Key Largo”

As histórias sobre o diretor Edgar George Ulmer são muito mais interessantes do que a deste The Strange Woman, no Brasil Flor do Mal (que a Lume Filmes lançou em DVD com o título de Estranha Mulher). Continue lendo “Flor do Mal / The Strange Woman”
The Philadelphia Story, no Brasil Núpcias de Escândalo, que George Cukor dirigiu em 1940, tem tudo o que uma comédia romântica precisa para ser perfeita. Uma trama deliciosa, atores belos, charmosos e competentes, diálogos afiados, inteligentes, uma direção segura, tranquila. Continue lendo “Núpcias de Escândalo / The Philadelphia Story”
O casal Ruth Gordon e Garson Kanin escreveu o roteiro de A Costela de Adão, de 1949, especialmente para seus amigos Katharine Hepburn e Spencer Tracy, assim como faria também com o roteiro de A Mulher Absoluta/Pat and Mike, que o mesmo George Cukor dirigiria três anos depois. Continue lendo “A Costela de Adão / Adam’s Rib”
Consta que A Sombra de uma Dúvida/Shadow of a Doubt é o preferido de Alfred Hitchcock entre as obras do cineasta preferido dele, Alfred Hitchcock. Continue lendo “A Sombra de uma Dúvida / Shadow of a Doubt”
Os Sinos de Santa Maria, que Leo McCarey lançou em 1945, é provavelmente o mais capriano dos filmes que Frank Capra não dirigiu. Foi feito em glorioso preto-e-branco, mas é totalmente cor-de-rosa. Nele as pessoas são boas e o bem prevalece. Continue lendo “Os Sinos de Santa Maria / The Bell’s of St. Mary’s”
O Bom Pastor, que Leo McCarey lançou em 1944, foi um tremendo, extraordinário sucesso de público e crítica. Foi o filme de maior bilheteria nos Estados Unidos no ano de seu lançamento, com faturamento de US 6,5 milhão de dólares, segundo o livro Box Office Hits. Continue lendo “O Bom Pastor / Going My Way”
A Foreign Affair, de Billy Wilder, no Brasil A Mundana, foi lançado em 1948, apenas três anos após o fim da Segunda Guerra. Nos créditos iniciais, aparece a seguinte frase: “A large part of this picture was photographed in Berlin”. Continue lendo “A Mundana / A Foreign Affair”
Visto como peça de museu, The Outlaw, no Brasil O Proscrito, de 1943, é interessantíssimo, fascinante. É uma produção cheia de histórias: um filme reconstituindo como foi feito The Outlaw seria seguramente delicioso. Continue lendo “O Proscrito/The Outlaw”
Distribuidores brasileiros e portugueses, que em geral fazem títulos bastante diferentes, optaram pelo mesmo nome para o lançamento nos dois países de In This Our Life (nesta nossa vida, literalmente), de 1942: lá como cá, o filme se chamou Nascida para o Mal. Continue lendo “Nascida para o Mal / In This Our Life”
Barbara Stanwyck senta-se em uma poltrona, e, quando ela senta, as tiras de tecido brilhante que compõem a parte de seu vestido abaixo da cintura caem e deixam à mostra toda a extensão de suas coxas. Gary Cooper, de pé à frente dela, está absolutamente perplexo, atônito. Continue lendo “Bola de Fogo / Ball of Fire”
Para François Truffaut, A Regra do Jogo é o filme dos filmes.
O retrato que A Regra do Jogo, de Jean Renoir, traça da sociedade francesa em 1939, às vésperas da Segunda Guerra Mundial, é horripilante, grotesco, nauseabundo. Não há sequer um personagem que tenha bom caráter. Continue lendo “A Regra do Jogo / La Règle du Jeu”
Este A Grande Mentira parece ser um daqueles muitos filmes que ficaram obscuros, pouco conhecidos, com o passar do tempo. Seguramente não é dos filmes mais conhecidos de Bette Davis. Continue lendo “A Grande Mentira / The Great Lie”

Sullivan’s Travels, no Brasil Contrastes Humanos, escrito e dirigido por Preston Sturges e lançado em 1941, é um filme extraordinário, uma obra-prima. No entanto, minha impressão é de que ele é bem menos conhecido do que deveria, pelo menos no Brasil. Continue lendo “Contrastes Humanos / Sullivan’s Travels”
Quando a Neve Tornar a Cair, no original Days of Glory, que o francês Jacques Tourneur fez nos Estados Unidos em 1944, é um baita abacaxi azedo, uma porcaria. No entanto, tem, inegavelmente, um grande valor histórico. Continue lendo “Quando a Neve Tornar a Cair / Days of Glory”