
Uma bela surpresa, uma boa descoberta: este A Arte de Amar é uma deliciosa comedinha romântica, daquelas que são de fato românticas e de fato comédias. O filme é terrivelmente engraçado. Continue lendo “A Arte de Amar / L’Art d’Aimer”

Por Sérgio Vaz

Uma bela surpresa, uma boa descoberta: este A Arte de Amar é uma deliciosa comedinha romântica, daquelas que são de fato românticas e de fato comédias. O filme é terrivelmente engraçado. Continue lendo “A Arte de Amar / L’Art d’Aimer”

Que beleza, que maravilha, que filmaço é Cold Mountain. É um grande filme anti-guerras, com extraordinárias sequências de batalhas. É violento, forte, poderoso, na exibição de tanta violência, dor e miséria, física e espiritual, que acompanham a insensatez de uma guerra. E é uma belíssima história de amor. Continue lendo “Cold Mountain”

Poucas horas depois de receber o maior prêmio da Medicina de Israel, pela primeira vez dado a um árabe, o cirurgião Amin Jaafari (Ali Suliman) começa a socorrer, no excelente hospital em que trabalha, em Tel Aviv, os feridos em um novo ataque terrorista: um suicida havia se explodido em um restaurante em que se comemorava o aniversário de uma criança. Continue lendo “O Atentado / The Attack / L’Attentat”

Lá pelo meio de Joe Kidd, pensei que poderia estar diante de um western interessante, de qualidade. Não apenas porque o diretor, John Sturges, é competente, não apenas porque o astro é Clint Eastwood e o elenco tem ainda Robert Duvall, não apenas porque a trilha sonora é de um craque que admiro muito, Lalo Schifrin, não apenas porque o roteiro original é do escritor Elmore Leonard. Continue lendo “Joe Kidd”

A história de “Dama Dourada”, “The Woman in Gold”, de Gustav Klimt, um dos quadros mais marcantes, mais famosos do século XX, “a Mona Lisa da Áustria”, é absolutamente fascinante. Tem drama, tragédia, riqueza, traição, assalto, usurpação, amor, abnegação, empenho, persistência, longas lutas nos tribunais – e até algum humor. Continue lendo “A Dama Dourada / Woman in Gold”

O que mais me impressiona em As Coisas da Vida, esta maravilha de Claude Sautet de 1970, é a absoluta simplicidade da trama. E como, com esse fiapinho de história, mais uma imensa sensibilidade e atores extraordinários, o filme nos envolve de forma tão forte. Continue lendo “As Coisas da Vida / Les Choses da la Vie”

Calvário, co-produção Irlanda-Inglaterra de 2014, dirigida pelo inglês descendente de irlandeses John Michael McDonagh, é um soco no estômago. Um drama duro, denso, pesado. Continue lendo “Calvário / Calvary”

O Circo, o terceiro longa-metragem de Charlie Chaplin, lançado em 1928, é uma maravilha de filme, coisa de gênio, obra-prima. Continue lendo “O Circo / The Circus”

Será que quem gosta de filmes de ação, com muito, mas muito tiro, muita, mas muita explosão, muita, mas muita perseguição de carro, gosta de RED e RED 2? Deve gostar. Muito provavelmente deve gostar – ou os produtores não teriam feito esta sequência aqui. Continue lendo “RED 2 – Aposentados e Ainda Mais Perigosos / RED 2”

Entre Dois Fogos, no original Raw Deal, que o grande Anthony Mann lançou em 1948, tem uma característica que o diferencia de praticamente todos os outros filmes noir: é narrado por uma mulher. A história é contada sob a ótica de uma mulher. Continue lendo “Entre Dois Fogos / Raw Deal”

Os exibidores brasileiros deram o título de Entre Dois Mundos a essa co-produção de Canadá-África do Sul-Inglaterra de 2007, mistura de épico com melodrama romântico. Continue lendo “Entre Dois Mundos / Partition”

Os Comancheros é um daqueles bons westerns produção A que ainda se faziam no início dos anos 60 – e foram ficando cada vez mais raros a partir daí. É dirigido por um mestre, Michael Curtiz, tem bom elenco encabeçado por John Wayne, uma trama sólida, interessante, diálogos saborosos, inteligentes, alguns dos elementos mais clássicos do gênero – e até outros bastante não convencionais. Continue lendo “Os Comancheros / The Comancheros”

Casos e Casamentos, no original apenas Mariages!, assim, com um gostoso ponto de exclamação, fica entre Cerimônia de Casamento/A Wedding, de Robert Altman (1978), e O Casamento do Ano/The Big Wedding, de Justin Zackham (2013). Continue lendo “Casos e Casamentos / Mariages!”

O Homem Errado (1956) é um dos filmes mais sérios, pesados, densos e realistas de todos os do mestre Alfred Hitchcock – ao lado de Lifeboat, no Brasil Um Barco e Nove Destinos. É também, seguramente (isso é um pequeno detalhe, mas é interessante), o filme de Hitch com o maior número de palavras escritas na tela. Continue lendo “O Homem Errado / The Wrong Man”

Bonecas Russas é um absoluto encanto, um colírio para olhos cansados de ver tanta coisa ruim nas telas e na vida real. É daqueles filmes que, como dizia Roger Ebert, nos faz sermos melhores. Continue lendo “Bonecas Russas / Les Poupées Russes”