
Eram dois dos maiores atores de Hollywood em meados dos anos 1970, quando este The Missouri Breaks, um western de produção caprichadíssima, foi lançado, em 1976. Continue lendo “Duelo de Gigantes / The Missouri Breaks”

Por Sérgio Vaz

Eram dois dos maiores atores de Hollywood em meados dos anos 1970, quando este The Missouri Breaks, um western de produção caprichadíssima, foi lançado, em 1976. Continue lendo “Duelo de Gigantes / The Missouri Breaks”

O segundo Pantaleão e as Visitadoras, co-produção Peru-Espanha de 2000, é um bom filme. Claro: o ponto de partida, a história criada por Mario Vargas Llosa, é uma absoluta delícia. Mas o filme tem outros méritos além da história fascinante. Entre eles, uma atriz de beleza estonteante, um vulcão de sensualidade, a colombiana Angie Cepeda. Continue lendo “Pantaleão e as Visitadoras / Pantaleón y las Visitadoras”

Rever Os Desajustados/The Misfits, de John Huston, hoje, mais de meio século depois de seu lançamento em 1961, é uma experiência que tem impacto duplo. Um é pelo filme em si, que permanece forte, vigoroso, perturbador, inquietante. Outro é pelas circunstâncias em que ele foi feito, o contexto, as histórias todas que cercam as filmagens. Continue lendo “Os Desajustados / The Misfits”

Em Cavalos Selvagens/Wild Horses, de 2015, seu quinto filme como diretor, o grande Robert Duvall criou para ele mesmo interpretar um tipo nada simpático, um homem vaidoso, dominador, brutal, homofóbico, suspeito de um crime. Continue lendo “Cavalos Selvagens / Wild Horses”

Em 1966, nove anos depois de sua estréia no cinema com 12 Homens e uma Sentença/12 Angry Men, o americaníssimo Sidney Lumet, nascido na Filadélfia e radicado em Nova York, foi a Londres fazer um filme absolutamente britânico, baseado na primeira novela publicada por John le Carré. Continue lendo “Chamada para um Morto / The Deadly Affair”

Desconcertante. Desconcertante. O adjetivo ficou pipocando na minha cabeça, quando terminamos de ver O Tesouro, o filme de 2015 do romeno Corneliu Porumboiu. Continue lendo “O Tesouro / Comoara”

A Noite Americana (1973) é uma das mais belas declarações de amor ao cinema que já foram feitas. É alegre (e às vezes triste), envolvente, simpático, agradável, engraçado (e às vezes sério), gostoso, inteligente, terno, apaixonado, apaixonante. Continue lendo “A Noite Americana / La Nuit Américaine”

Les Innocentes, que no Brasil e também em outros países ganhou o título de Agnus Dei, mostra, da maneira crua com que um professor de anatomia exibe para os alunos as vísceras de uma pessoa, como o ser humano pode ser vil, brutal, cruel, abjeto, desumano. E também demonstra como o ser humano é capaz dos gestos mais nobres, mais solidários, mais belos que um criador poderia pedir às criaturas feitas à sua imagem e semelhança. Continue lendo “Agnus Dei / Les Innocentes”

Tem uma das mais belas cenas de beijo da História, no meio de uma sequência romântica capaz de derreter o coração de um frade de pedra. Uma série de personagens fascinantes, bem construídos, bem interpretados. Sequências de ação e de lutas para não deixar frustrado nenhum fã de filmes de ação e de lutas. Uma trama com reviravoltas inesperadas. Continue lendo “A Dama e o Vagabundo / Lady and the Tramp”

Everything We Loved, que no Brasil ganhou no título um advérbio e virou Tudo o Que Amamos Profundamente, de 2014, é o filme de estréia do realizador neo-zelandês Max Currie, também autor do roteiro original. Continue lendo “Tudo o Que Amamos Profundamente / Everything We Loved”

Um bonde é elemento de grande importância em The Shootist, no Brasil O Último Pistoleiro, no mundo todo conhecido pelos fãs de western como O Último Filme de John Wayne – e também como O Último Faroeste de James Stewart.
O último isso, o último aquilo, o último aquilo outro. Continue lendo “O Último Pistoleiro / The Shootist”

Ave, César!, o filme dos irmãos Joel e Ethan Coen de 2016, é uma absoluta delícia, uma comédia hilariante, uma diversão fantástica para quase todo tipo de audiência. Só poderá desagradar a turma de narizinho empinado que diz amar “cinema de arte” e detestar “filme americano” – como se só houvesse um tipo de filmes americanos. Continue lendo “Ave, César! / Hail, Caesar!”

A Tree Grows in Brooklyn, no Brasil Laços Humanos, de 1945, foi o primeiro filme dirigido por Elia Kazan, que chegou a Hollywood depois de se firmar como um dos grandes diretores do teatro americano. Nos anos seguintes, Kazan (1909-2003) se tornaria um dos maiores diretores de Hollywood. Seus oito primeiros filmes, realizados entre 1945 e 1952, tiveram 32 indicações ao Oscar e venceram em 10 delas. Continue lendo “Laços Humanos / A Tree Grows in Brooklyn”

A Bela e a Fera versão 2014 é uma superprodução cara (33 milhões de euros, ou cerca de US$ 35 milhões), caprichadíssima em todos os quesitos técnicos, com efeitos especiais extraordinários, e um visual acachapante, fantástico. Continue lendo “A Bela e a Fera / La Belle et la Bête”

4.0 out of 5.0 stars
Obra-prima. Brilhante, emocionante, de fazer pensar e chorar. Desses filmes que fazem a vida valer a pena. Continue lendo “Terra e Liberdade / Land and Freedom”