Bola de Fogo / Ball of Fire

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3.5 out of 5.0 stars

Barbara Stanwyck senta-se em uma poltrona, e, quando ela senta, as tiras de tecido brilhante que compõem a parte de seu vestido abaixo da cintura caem e deixam à mostra toda a extensão de suas coxas. Gary Cooper, de pé à frente dela, está absolutamente perplexo, atônito. Continue lendo “Bola de Fogo / Ball of Fire”

Tenha Fé / Keeping the Faith

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3.5 out of 5.0 stars

Um dos mais brilhantes atores de sua geração, 30 títulos na filmografia, 21 prêmios e outras 21 indicações (inclusive duas ao Oscar), Edward Norton só se aventurou a dirigir um filme até agora. Nascido em 1969, estava com apenas 31 anos em 2000 quando fez este Tenha Fé/Keeping the Faith. Continue lendo “Tenha Fé / Keeping the Faith”

As Mulheres do 6º Andar / Les Femmes du 6ème Étage

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3.0 out of 5.0 stars

O tema é sério, pesado: o abismo entre as classes sociais, a convivência dentro de casa de patrões e empregadas domésticas. Uma espécie assim de Histórias Cruzadas/The Help, de Tate Taylor, ou Domésticas, de Fernando Meirelles e Nando Olival, versão francesa. Continue lendo “As Mulheres do 6º Andar / Les Femmes du 6ème Étage”

A Mulher de Preto / The Woman in Black

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2.5 out of 5.0 stars

O primeiro personagem adulto interpretado por Daniel Radcliffe, após os longos anos de imersão na pele do mago Harry Potter, sofre como um condenado às galés romanas. Come o pão que o diabo amassou. Aos 21 anos, Daniel Radcliffe caiu da magia no mais profundo dos infernos. Continue lendo “A Mulher de Preto / The Woman in Black”

Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo / Seeking a Friend for the End of the World

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2.5 out of 5.0 stars

Levei um susto ao ver, logo no iniciozinho do filme, que o fim do mundo a que o título se refere não é, ao contrário do que havia imaginado, uma figura de linguagem, uma metáfora. Não: é o fim do mundo mesmo. Continue lendo “Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo / Seeking a Friend for the End of the World”

Je l’aimais

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3.0 out of 5.0 stars

Belo, triste, melancólico, amargurado filme sobre escolhas afetivas.

Tem muito pouco a ver, mas, por algum motivo, ele me fez lembrar As Pontes de Madison, aquela maravilha que Clint Eastwood fez em 1995. Continue lendo “Je l’aimais”