
Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Pequenas tragédias e frustrações familiares, do jeito italiano, e do cinema italiano, em que ninguém que ganha mais do que o absolutamente mínimo necessário para sobreviver pode ser feliz. Ler Mais

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Anotação em 2007, com complemento em 2008: Pequenas tragédias e frustrações familiares, do jeito italiano, e do cinema italiano, em que ninguém que ganha mais do que o absolutamente mínimo necessário para sobreviver pode ser feliz. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Mais uma prova, se é que ainda precisa, de que o melhor cinema do mundo se faz hoje naquelas ilhotas à esquerda da Europa. O filme é inteligente, leve, gostoso, bem feito, bem interpretado, bem intencionado sem ser professoral. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Um filme estranho, sombrio, extremamente sombrio, envolvendo pessoas em momentos de depressão, tristeza profunda, solidão. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Pelo jeito, essa Carson McCullers é uma fiel seguidora do estilo Tennessee Williams: sexo vem sempre acompanhado de um clima mórbido, sombrio, doentio, pecaminoso. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Eis aí um filme bem impressionante, fascinante, que dá vontade de rever. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2006, com complemento em 2008: Eis aí um filme de jovens sobre jovens que me faz tirar o chapéu. É um belo filme sobre sexualidade e a relação homem-mulher nos tempos moderníssimos – sensível, inteligente, pra frente, atrevido, ousado. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2006, com complemento em 2008: Um belo filme. O problema desse novo diretor italiano de origem turca Ferzan Ozpetek é que ele foi muito pretensioso. Pretendeu abarcar temas demais – homossexualismo, traumas do holocausto, dificuldades de uma família no dia-a-dia na Itália de hoje, problemas conjugais, infidelidade… Mas tem talento e sensibilidade. Ler Mais

Nota: 



Comentário em 2006, com complemento em 2008: Um interessante filme co-produzido pela Itália e Alemanha Oriental (sim, a comunista), feito pela italiana Liliana Cavani, sobre o caso homossexual de uma bela alemã, mulher de funcionário do governo nazista, com a filha do embaixador japonês, às vésperas da Segunda Guerra. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2004, com complemento em 2008: Um absoluto, absoluto brilho. É uma extraordinária homenagem a Douglas Sirk, o mestre do melodrama dos anos 40 e 50, mas é muito, muito mais que isso, é um panfleto sutil e ao mesmo tempo violento contra o racismo, o preconceito social, os preconceitos todos, a repressão. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2004: Não chega a ser um ótimo filme, mas é bastante adiante do seu tempo, 1985. Tem todo o estilo de pequena produção independente, quando isso ainda não era propriamente moda. E trata de lesbianismo com uma naturalidade que também não existia na época. Na verdade, acaba sendo um panfleto pró-lesbianismo, e isso fica chato. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2001: Enfim, vejo o filme que esnobei na época do lançamento, porque não queria saber dessa coisa de pornôzinho disfarçado. É um bom thriller, muito bom thriller, sem dúvida. A, digamos assim, licenciosidade da personagem de Sharon Stone serve para avançar sobre alguns tabus que restavam no cinemão americano. Ler Mais

Nota: 



Resenha na coluna O Melhor do DVD, no site estadao.com.br, em 2001: Entre 1959 e 1960, no auge de sua extraordinária, absurda beleza jovem – tinha 27, 28 anos -, Elizabeth Taylor fez dois filmes tão distantes entre si quanto água e vinho, mel e azeite, George W. Bush e Franklin D. Roosevelt, Chico Buarque e Britney Spears, Truffaut e John Woo. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2000: O veterano italiano Alberto Lattuada, atuante desde antes do fim da Segunda Guerra e um dos nomes do neo-realismo, fez um filme de espionagem competente, com boas atuações, e um final violentamente antibelicista, com cenas impressionantes sobre uso de gás mortal na Primeira Guerra. Ler Mais

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Anotação em 1999: Coincidência: a gente tinha pego o Wilde, de 1997, na 2001; acabamos não vendo para ver primeiro o filme de 1960, que passava na TV a cabo. O mais antigo não é propriamente um bom filme. É muito acadêmico demais, muito previsível, muito certinho, com os personagens todos muito maniqueistamente desenhados, na verdade caricaturados. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 1999: Mais um thrillerzinho envolvendo mafiosos, dinheiro da máfia que todos querem roubar, e muitas cenas de violência – como, por exemplo, tortura de neguinho para fazê-lo confessar onde está o butim, mediante o uso de cortador de dedos. O ingrediente diferente aqui é que alternam-se as cenas de violência com cenas de sexo, umas tentando ser mais explícitas que as outras. E sexo homo, entre Jennifer Tilly e Gina Gershon. Ler Mais