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Anotação em 2009: Uma bruta, uma baita gozação da imprensa voltada para as celebridades – e também do próprio mundo do cinemão americano. Como é um filme inglês, é uma gozação impiedosa, arrasadora, que não deixa pedra sobre pedra. Ler Mais

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Anotação em 2009: Uma bruta, uma baita gozação da imprensa voltada para as celebridades – e também do próprio mundo do cinemão americano. Como é um filme inglês, é uma gozação impiedosa, arrasadora, que não deixa pedra sobre pedra. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Este aqui foi o segundo longa-metragem escrito e dirigido por Julie Delpy, essa gracinha de atriz ao mesmo tempo francesa e americana, que já trabalhou sob a direção de diversos ótimos cineastas, na Europa e nos Estados Unidos. Achei bem fraquinho, uma bobagem dispensável. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Uma deliciosa, irresistível comédia inglesa, com aquele humor peculiar que só o povo daquelas ilhas tem. Aqui, o humor é negro, mas só suavemente negro – nada daquelas explicitudes das comédias americanas tipo Uma Loucura de Casamento/Very Bad Things, em que o sangue esguincha como de um gêiser. Ler Mais

Pardon my French. Quantas vezes a gente já ouviu essa frase nos filmes americanos? John Wayne, por exemplo, gostava de falar isso. Para quem não sabe, a expressão vem sempre depois um termo um tanto chulo, e significa mais ou menos “desculpe o palavrão”, “desculpe a falta de educação”, “desculpe a grosseria”. Em inglês, e especialmente para os americanos, francês é sinônimo de palavrão. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Depois do Vendaval é daquele tipo raro, especialíssimo de filme que a gente não cansa nunca de rever. Não fica velho, não prescreve, não perde o brilho. Ao contrário, dá imenso e renovado prazer a cada nova revisão, sejam quantas forem. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Um belo clássico sobre como se dissolve, como vai pro brejo um casamento – e, de quebra, também sobre o choque de civilizações, a americana versus a européia. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Uma das coisas que mais impressionam, quando se revê Contatos Imediatos agora, mais de 30 anos depois – o filme é de 1977 – é a modernidade, a atualidade do visual. O tempo costuma ser muito traiçoeiro com filmes de ficção científica, e o que era a previsão de futuro muitas vezes vira simplesmente ridículo com o passar do tempo. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Uma das coisas impressionantes deste filme divertido, gostoso e bem feitíssimo são os movimentos de câmara. Cada vez mais, me parece, os filmes de animação estão ficando, nos recursos do uso da câmara, parecidos com os filmes com seres humanos no papel de seres humanos. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Can-Can é daquele jeito de tantos outros musicais de Hollywood: uma historinha boba como piada de ginasiano, um filme gostoso, agradável, ótimo de ver e fácil de esquecer. Ler Mais

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Anotação em 2009: Fiquei sem saber qual seria o lead de um comentário sobre Vicky Cristina Barcelona. Poderia ser este: Vi Vicky Cristina Barcelona hoje com um sorriso permanente de alegria, de felicidade, por estar diante de uma beleza de filme. Ler Mais

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Anotação em 2008: Por causa de Marie Trintignant, eu gostaria muito que este filme Janis e John fosse bom. Foi o último filme que ela completou. Mulher linda, no auge da vida, uma espécie assim de princesa do cinema francês, filha da diretora Nadine e do imenso Jean-Louis, cinco vezes indicada ao César, o maior prêmio do cinema francês. Ler Mais

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Anotação em 2008: Quando fez o papel de Joan Madou neste filme, em 1948, Ingrid estava no apogeu, no auge do auge da fama no cinema americano. Vinha de uma fileira de êxitos: Casablanca (1942), Por Quem os Sinos Dobram (1943), À Meia Luz/Gaslight (1944), Quando Fala o Coração/Spellbound (1945), Interlúdio/Notorious (1946). Ler Mais

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Anotação em 2008: Este aqui é um daqueles seriíssimos candidatos ao título de pior filme do mundo. Com menos de dez minutos de filme, já está muito mais que claro que é tudo um horror. Qualquer pessoa sã sairia do cinema, ou desligaria o DVD, nessa altura. Ler Mais

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Anotação em 2008: A historinha é boba como nos piores musicais: revista de moda procura modelo que transmita um ar inteligente e acha uma vendedora de livros do Village, fanática por uma filosofia em voga na França. Não se sabe por que, não quiseram usar a expressão existencialismo e inventaram um outro ismo qualquer, de que nem me lembro. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Este aqui é um dos melhores filmes que já foram feitos na história. É para se rever sempre que a gente se sentir triste, angustiado, desesperançado, achando que a humanidade é uma invenção que não deu certo. Ler Mais