- De: Woody Allen, Espanha-EUA, 2008
- De: Samuel Benchetrit, França-Espanha, 2003
- De: Lewis Milestone, EUA, 1948
- De: John Guillermin, EUA, 1968
- De: Stanley Donen, EUA, 1957.
- De: Richard Curtis, Inglaterra-EUA, 2003
- De: Lasse Hallström, Inglaterra-EUA, 2000
- De: Sofia Coppola, Japão-França-EUA, 2006

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Em seu terceiro longa-metragem como diretora, depois de As Virgens Suicidas/The Virgin Suicides, de 1999, e Encontros e Desencontros/Lost in Translation, de 2003, a Coppolinha retrata Maria Antonieta como uma menina boazinha, obediente, dócil, que se casa com o futuro rei da França por dever de família, e é fútil e leviana porque era assim que tinha de ser. Ler Mais »
- De: John Duigan, EUA-Inglaterra-Espanha-Canadá, 2004
- De: Ettore Scola, Itália-França, 1982
- De: Jean Renoir, EUA, 1943
- De: René Clement, França-Itália, 1960
- De: Michael Cristofer, França, EUA, 2001
- De: Jules Dassin, Grécia-EUA, 1960 e 1962

Nota: 



Anotação em 2008, com base em outras de 2004: Nunca aos DomingosNever on Sunday, de 1960, e Profanação/Phaedra, de 1962. Os dois filmes de Jules Dassin são elogiadíssimos, faladíssimos, badaladíssimos, clássicos. Nunca aos Domingos teve cinco indicações ao Oscar, levou o de canção (a de Manos Hadjidakis), fora outras oito indicações importantes – Cannes, Bafta, Globo de Ouro. Phaedra teve indicações ao Oscar, ao Globo de Ouro, ao Bafta. E, no entanto, achei os dois filmes ruins, muito ruins. Ler Mais »
- De: Ernst Lubitsch, EUA, 1938