Se o cinema é a verdade 24 quadros por segundo, como Godard definiu num momento de brilho, Asas do Desejo é poesia 24 quadros por segundo, durante 128 minutos de absoluta beleza. Continue lendo “Asas do Desejo / Der Himmel über Berlin”
Almas Mortas / Strait-jacket
Almas Mortas, no original Strait-jacket, ou camisa de força, não é um belo ou um grande filme – mas é marcante. Tem estilo. Não é um estilo elegante, de forma alguma, mas é poderoso. Registra o encontro de duas personalidades fortes: Joan Crawford e William Castle. Continue lendo “Almas Mortas / Strait-jacket”
A Mulher que Soube Amar / Alice Adams
Nem todo classicão é bom – nem mesmo os incensados pela crítica ao longo das décadas. Alice Adams, de 1935, dirigido por George Stevens com Katharine Hepburn, por exemplo. Grande diretor, atriz extraordinária. No entanto, o filme é um horror. Um pavor. Um abacaxi absolutamente azedo. Continue lendo “A Mulher que Soube Amar / Alice Adams”
A Mundana / A Foreign Affair
A Foreign Affair, de Billy Wilder, no Brasil A Mundana, foi lançado em 1948, apenas três anos após o fim da Segunda Guerra. Nos créditos iniciais, aparece a seguinte frase: “A large part of this picture was photographed in Berlin”. Continue lendo “A Mundana / A Foreign Affair”
O Condenado de Altona / I Sequestrati de Altona
Poucos filmes conseguiram reunir tantas grandes personalidades quanto O Condenado de Altona, de 1962. Pelos créditos iniciais passam diversos dos nomes mais imponentes das artes do século XX. É um estupor. Continue lendo “O Condenado de Altona / I Sequestrati de Altona”
Hitchcock e Psicose / Psycho
Psicose é um grande filme. Ninguém discutiria isso. Mas é mais, muito mais. Psicose é uma paixão, um fenômeno, uma mania, uma obsessão. Continue lendo “Hitchcock e Psicose / Psycho”
Ninotchka
Rever Ninotchka é um dos grandes prazeres da vida de quem gosta de filmes.
É muito impressionante como Ninotchka é engraçado. É uma boa piada atrás da outra. Os diálogos são inteligentes, argutos, espertos – e hilariantes. Bem, afinal, foram escritos Charles Brackett, Billy Wilder e Walter Reisch. Continue lendo “Ninotchka”
O Jovem Frankenstein / Young Frankenstein
Ao rever agora, depois de muitos anos, O Jovem Frankenstein, que Mel Brooks fez em 1974, foi absolutamente impossível não constatar: meu Deus do céu e também da terra, como o filme é bobo! Continue lendo “O Jovem Frankenstein / Young Frankenstein”
Assalto ao Trem Pagador
Assalto ao Trem Pagador, que Roberto Farias lançou em 1962, o mesmo ano de O Pagador de Promessas, é um filmaço. Continue lendo “Assalto ao Trem Pagador”
O Dia em que a Terra Parou / The Day the Earth Stood Still
O Dia em que a Terra Parou foi um marco de imensa importância. E continua sendo um belíssimo filme, passados 62 anos. Continue lendo “O Dia em que a Terra Parou / The Day the Earth Stood Still”
Cliente Morto Não Paga / Dead Men Don’t Wear Plaid
O cinema adora reverenciar os filmes noir dos anos 1940, 1950. Cliente Morto Não Paga, no original Dead Men Don’t Wear Plaid, que Carl Reiner lançou em 1982, é uma das muitas homenagens ao noir que o cinema já fez. Continue lendo “Cliente Morto Não Paga / Dead Men Don’t Wear Plaid”
A Princesa e o Plebeu / Roman Holiday
Joe Bradley e Anne formam, com toda certeza, um dos casais mais simpáticos, charmosos, encantadores da história do cinema. Continue lendo “A Princesa e o Plebeu / Roman Holiday”
Vício Maldito / Days of Wine and Roses
Não é, de jeito nenhum, um filme gostoso nem fácil de ver, este Days of Wine and Roses, no Brasil Vício Maldito, que Blake Edwards dirigiu em 1962. É um grande filme, um filmaço – mas não é, repito, prazeroso de se ver. É duro, amargo, denso, pesado. Continue lendo “Vício Maldito / Days of Wine and Roses”
O Proscrito/The Outlaw
Visto como peça de museu, The Outlaw, no Brasil O Proscrito, de 1943, é interessantíssimo, fascinante. É uma produção cheia de histórias: um filme reconstituindo como foi feito The Outlaw seria seguramente delicioso. Continue lendo “O Proscrito/The Outlaw”
Stella, a Mulher de Todos / Stella
Stella, de 1955, foi o filme de estréia de Michael Cacoyannis na direção, e também o primeiro filme estrelado por Melina Mercouri. E ponto. Pode-se até não gostar de Stella, pode-se procurar defeitos aqui e ali, mas é preciso respeitá-lo. É um filme marcante, de óbvia, grande importância histórica. Continue lendo “Stella, a Mulher de Todos / Stella”
















