
Tudo em O Rei e Eu (1956) é encantador, fascinante. Que quantidade de talentos reunidos para esta espécie de conto de fadas esquisito em terras exóticas! Continue lendo “O Rei e Eu / The King and I”

Por Sérgio Vaz

Tudo em O Rei e Eu (1956) é encantador, fascinante. Que quantidade de talentos reunidos para esta espécie de conto de fadas esquisito em terras exóticas! Continue lendo “O Rei e Eu / The King and I”

A primeira grande qualidade de Rita, série dinamarquesa que estreou em 2012 e teve quatro temporadas, até 2017, é o fato de ela ter sido feita, de ela existir. Continue lendo “Rita – A Primeira Temporada”

Negação/Denial, co-produção Inglaterra-EUA de 2016, é um daqueles belos filmes que relatam episódios reais importantes, que deveriam ser conhecidos pelo maior número possível de pessoas. Um daqueles filmes que são bom cinema e ao mesmo tempo são necessários. Continue lendo “Negação / Denial”

Dois personagens, e apenas eles dois, ocupam praticamente todas as sequências de Depois Daquela Montanha, no original The Mountain Between Us – Alex e Ben, interpretados por Kate Winslet e Idris Elba. Continue lendo “Depois Daquela Montanha / The Mountain Between Us”

O Assassinato no Expresso Oriente versão Kenneth Branagh é uma festa para os olhos. É um espocar incessante de imagens belíssimas, feéricas, um delírio, um show de fogos de artifício. E impressiona igualmente pela coragem com que, aqui e ali, volta e meia foge do original escrito por Agatha Christie. Continue lendo “Assassinato no Expresso Oriente / Murder in the Orient Express”

A primeira coisa que tem que ser dita sobre Cowboys do Espaço, o Clint Eastwood de 2000, é que ele não é um filme para ser levado a sério. Ele mesmo não se leva a sério. É uma aventura, uma grande brincadeira. É possivelmente o filme mais bem humorado da lavra desse respeitável senhor. Continue lendo “Cowboys do Espaço / Space Cowboys”

A série australiana Miss Fisher’s Murder Mysteries é um divertissement absolutamente delicioso. É visualmente caprichadíssimo – passa-se no final dos anos 20, em Melbourne, e a reconstituição de época, os figurinos, os carros, os objetos, cada pequeno detalhe, é tudo um luxo. Continue lendo “Miss Fisher’s Murder Mysteries”

O mais aparente, visível, é a homenagem à Cavalaria do Exército americano – e este Rio Grande é, de fato, o terceiro filme da trilogia do mestre John Ford sobre a Cavalaria, depois de Sangue de Heróis/Fort Apache (1948) e Legião Invencível/She Wore a Yellow Ribbon (1949). Continue lendo “Rio Bravo / Rio Grande”

Nove anos após o excepcional Entre os Muros da Escola/Entre les Murs (2008), o autor e diretor francês Laurent Cantet volta aos temas básicos do filme que o consagrou: os jovens, a educação, a formação dos jovens numa Europa moderna, unificada, problemática, multi-racial. Continue lendo “A Trama / L’Atelier”

Quando Paris Alucina, comédia romântica de Richard Quine de 1964, é uma gostosíssima diversão. E é também um filme belo, bonito de se ver, que faz bem aos olhos: tem, como o título indica, um monte de tomadas de Paris, e um monte de tomadas de Audrey Hepburn. Vestida, naturalmente, por Givenchy. Continue lendo “Quando Paris Alucina / Paris – When It Sizzles”

O crime é especialmente bárbaro, medonho, horroroso. Lissette (Mariam Hernández), jovem, bonita, professora de cursinho pré-universitário, é morta em seu próprio apartamento, depois de ser duramente espancada. Havia feito sexo com dois homens diferentes, segundo revela a autópsia. Na casa, são encontrados restos de maconha e anfetaminas. Continue lendo “Quatro Estações em Havana – Ventos de Havana”

A Megera Domada/The Taming of the Shrew (1967), co-produção Itália-EUA, é um daqueles acertos absolutos. Não poderia haver alguém melhor nos anos 60 para dirigir a comédia de William Shakespeare do que Franco Zeffirelli. E não poderia haver casal mais apropriado – jamais, em época alguma da curta história do cinema, até hoje – para interpretar Petruchio e Catarina do que Richard Burton e Elizabeth Taylor. Continue lendo “A Megera Domada / The Taming of the Shrew”

A Face de um Anjo (2014), do incansável realizador inglês Michael Winterbottom, trata de um crime real: o assassinato, a facadas e por asfixia, de uma jovem e bela estudante inglesa na Itália, em 2007. Mas não pretende, de forma alguma, reconstituir o crime, mostrar como aconteceu, quem matou. Passa longe, muito longe disso. Continue lendo “A Face de um Anjo / The Face of an Angel”

Já foram feitos bons filmes sobre o trabalho dos britânicos decifradores de códigos durante a Segunda Guerra Mundial, e seria bom que outros ainda sejam feitos, porque é tema é importante – e também fascinante, apaixonante, glamouroso. Continue lendo “The Bletchley Circle”

Mais um de tantos e tantos filmes que relatam histórias reais sobre a luta contra o racismo nos Estados Unidos, Marshall (2017), tem uma grande qualidade: não mostra o protagonista da história como um herói absolutamente perfeito. Continue lendo “Marshall: Igualdade e Justiça / Marshall”