Depois de mais de quatro décadas fazendo um filme por ano, e filmes que variam entre bons, ótimos e extraordinários, Woody Allen errou a mão. Para Roma com Amor é uma decepção. Continue lendo “Para Roma com Amor / To Rome with Love”
Cliente Morto Não Paga / Dead Men Don’t Wear Plaid
O cinema adora reverenciar os filmes noir dos anos 1940, 1950. Cliente Morto Não Paga, no original Dead Men Don’t Wear Plaid, que Carl Reiner lançou em 1982, é uma das muitas homenagens ao noir que o cinema já fez. Continue lendo “Cliente Morto Não Paga / Dead Men Don’t Wear Plaid”
O Turista Acidental / The Accidental Tourist
Apenas sete anos depois de terem protagonizado algumas das mais quentes, arrebatadoras cenas de sexo do cinema americano em Corpos Ardentes/Body Heat (1981), Kathleen Turner e William Hurt se reencontram, dirigidos pelo mesmo realizador, Lawrence Kasdan. Estão frios, gélidos. Continue lendo “O Turista Acidental / The Accidental Tourist”
Ou Tudo ou Nada / The Full Monty
É absolutamente impressionante como Ou Tudo ou Nada, no original The Full Monty, de Peter Cattaneo (1997), consegue ser ao mesmo tempo engraçado e triste. É muito engraçado – e, no entanto, é tristíssimo. É barra pesada, bem pesada – porém é também leve, bem humorado. Continue lendo “Ou Tudo ou Nada / The Full Monty”
Estranhos Normais / Happy Family
Estranhos Normais, de Gabriele Salvatores, começa de forma brilhante, estupidamente brilhante. É um início tão sensacional que faz a gente esperar algo como O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, (500) Dias com Ela, Medianeras – filmes inteligentes, que soltam faísca de tanto brilho, tanta idéia, tanta criatividade. Continue lendo “Estranhos Normais / Happy Family”
A Princesa e o Plebeu / Roman Holiday
Joe Bradley e Anne formam, com toda certeza, um dos casais mais simpáticos, charmosos, encantadores da história do cinema. Continue lendo “A Princesa e o Plebeu / Roman Holiday”
Conduzindo Miss Daisy / Driving Miss Daisy
Oscars de melhor filme, melhor atriz para Jessica Tandy, melhor roteiro adaptado e melhor maquiagem, fora cinco outras indicações, Conduzindo Miss Daisy, de 1989, fala de questões sérias, pesadas, de uma maneira absolutamente suave. Continue lendo “Conduzindo Miss Daisy / Driving Miss Daisy”
Clube dos Pervertidos / A Dirty Shame
Que John Waters é um profissional da arte de provocar, chocar, escandalizar os conservadores, reacionários, religiosos fundamentalistas, pudicos, envergonhados, os caretas, enfim, de todas as matizes, disso eu já sabia. Mas não podia imaginar que chegaria tão longe quanto chegou em A Dirty Shame, uma vergonha suja, no Brasil Clube dos Pervertidos. Continue lendo “Clube dos Pervertidos / A Dirty Shame”
Cerimônia de Casamento / A Wedding
Robert Altman não andava nada contente com a humanidade, quando fez A Wedding, no Brasil Cerimônia de Casamento, de 1978. Pelo menos não estava contente com os americanos ricos. O filme – como tantos outros do grande diretor – tem umas duas dezenas de personagens, e a imensa maioria é hipócrita, sacana, safado, sem caráter. Continue lendo “Cerimônia de Casamento / A Wedding”
A Vida de Outra Mulher / La Vie d’une Autre
Não me pareceu muito feliz a estréia da boa atriz Sylvie Testud na direção. Com boa vontade, seria possível ver que ela tentou levantar temas importantes nesta história que tem um toque de ficção-fantasia. Mas, na minha opinião, ela só tentou – o resultado foi uma comedinha dramática sem muita graça que mais beira a bobagem que qualquer tipo seriedade. Continue lendo “A Vida de Outra Mulher / La Vie d’une Autre”
Quatro Casamentos e um Funeral / Four Weddings and a Funeral
Foi um baita prazer rever Quatro Casamentos e um Funeral. Que maravilha de filme, meu Deus do céu e também da terra! Continue lendo “Quatro Casamentos e um Funeral / Four Weddings and a Funeral”
Matador em Perigo / Wild Target
Matador em Perigo, no original Wild Target, alvo selvagem, é um daqueles filmes ao mesmo tempo bobos e divertidos. E não é pouco bobo, não: é bobo demais. Mas também é divertido demais. Continue lendo “Matador em Perigo / Wild Target”
Harry e Sally – Feitos Um para o Outro / When Harry Met Sally…
Quando Harry conheceu Sally, foi uma catástrofe. Uma gloriosa, gigantesca, absurda catástrofe. Eram personalidades opostas, antípodas. Não concordavam com absolutamente nada do que o outro dizia. Por exemplo: tinham opiniões completamente diferentes sobre o final de Casablanca. Continue lendo “Harry e Sally – Feitos Um para o Outro / When Harry Met Sally…”
E Se Vivêssemos Todos Juntos? / Et Si On Vivait Tous Ensemble?
E Se Vivêssemos Todos Juntos? é uma pequena pérola, uma maravilha, uma bênção. Fala de temas seriíssimos com graça, bom humor, sinceridade, emoção, carinho, sensibilidade. É belo como a vida às vezes é, como deveria ser boa parte do tempo que nos foi dado sem que tivéssemos pedido. Continue lendo “E Se Vivêssemos Todos Juntos? / Et Si On Vivait Tous Ensemble?”
Uma Vida Iluminada / Everything is Illuminated
Primeiro e até agora único filme dirigido pelo ator Liev Schreiber este Everything is Illuminated, no Brasil reduzido para Uma Vida Iluminada, é bastante interessante. O tema de fundo é o Holocausto, o Shoah, mas o tom é leve, bem humorado, brincalhão, quase farsesco. Continue lendo “Uma Vida Iluminada / Everything is Illuminated”















