
A Hora Final, no original On the Beach, de Stanley Kramer, é um filme importante. Merece o maior respeito. Foi um dos primeiros a mostrar o planeta após a guerra nuclear, o fim do mundo, o armagedom. Continue lendo “A Hora Final / On the Beach”

Por Sérgio Vaz

A Hora Final, no original On the Beach, de Stanley Kramer, é um filme importante. Merece o maior respeito. Foi um dos primeiros a mostrar o planeta após a guerra nuclear, o fim do mundo, o armagedom. Continue lendo “A Hora Final / On the Beach”

O Segredo das Jóias, no original The Asphalt Jungle, de John Huston, de 1950, é um dos maiores clássicos do cinema policial, e um dos melhores e definitivos filmes sobre assalto que já foram feitos. Continue lendo “O Segredo das Jóias / The Asphalt Jungle”

Ride Lonesome, literalmente cavalgada solitária, caminho solitário, foi produzido e dirigido por Budd Boetticher, escrito por Burt Kennedy e estrelado por Randolph Scott, todos os três grandes nomes do western na época do filme, 1959. Continue lendo “O Homem Que Luta Só / Ride Lonesome”

A.J. Cronin era um autor de imenso sucesso em 1956 quando seu romance lançado seis anos antes, O Jardineiro Espanhol, virou filme. Aparentemente, pelo que dá para perceber pela longa sinopse do livro na Wikipedia, o filme foi bastante fiel ao espírito da obra, embora tenha feito algumas mudanças importantes na trama. Continue lendo “O Jardineiro Espanhol / The Spanish Gardener”

Houseboat, no Brasil Tentação Morena, é um filme superlativamente ruim. Deve ser o pior filme da longa carreira de Cary Grant, o pior filme da gloriosa carreira de Sophia Loren. Continue lendo “Tentação Morena / Houseboat”

As Diabólicas, que o grande Henri-Georges Clouzot lançou em 1955, é um filme extraordinário, um marco do cinema, um dos melhores thrillers que já foram feitos, nestes primeiros 110, 120 primeiros anos de cinema. Continue lendo “As Diabólicas / Les Diaboliques”

O Homem Errado (1956) é um dos filmes mais sérios, pesados, densos e realistas de todos os do mestre Alfred Hitchcock – ao lado de Lifeboat, no Brasil Um Barco e Nove Destinos. É também, seguramente (isso é um pequeno detalhe, mas é interessante), o filme de Hitch com o maior número de palavras escritas na tela. Continue lendo “O Homem Errado / The Wrong Man”


Em 1950, seis anos depois de Laura, aquela absoluta maravilha, o produtor e diretor Otto Preminger reuniu novamente os dois atores do filme que todo mundo aprendeu a cultuar, Dana Andrews e Gene Tierney. A bela e a fera, de novo sob a batuta do austríaco que, parece, dirigia filmes com a dureza de um general prussiano. Continue lendo “Passos na Noite / Where the Sidewalk Ends”

Anjo do Mal, no original Pickup on South Street, que o lendário, mítico Samuel Fuller lançou em 1953, é um filme fascinante por diversos motivos. Continue lendo “Anjo do Mal / Pickup on South Street”

The Prowler, que no Brasil ganhou o melodramático título de Cúmplice das Sombras, é a prova de que nem todo filme noir brilha. Apesar de ser dirigido por Joseph Losey, cujo assistente era ninguém menos que Robert Aldrich, e de ter entre os roteiristas (embora seu nome não apareça nos créditos) o grande Dalton Trumbo, o filme é bastante fraquinho. Continue lendo “Cúmplice das Sombras / The Prowler”

Sabrina é um dos mais belos contos de fada que a imaginação humana já conseguiu criar. E é um dos filmes mais encantadores, charmosos, simpáticos, gostosos, divertidos da História do cinema, uma obra-prima que não envelhece nadinha, que encanta mais a cada nova revisão. Continue lendo “Sabrina”

Ver Marilyn Monroe e Jane Russell na tela é, sem dúvida alguma, um grande prazer, uma maravilha. Vê-las boa parte do tempo com as as coxas à mostra, então, é o néctar dos deuses. Agora, que Os Homens Preferem as Louras é um filme bem fraquinho, ah, lá isso também é verdade. Continue lendo “Os Homens Preferem as Louras / Gentlemen Prefer Blondes”

Amor Eletrônico, no original Desk Set, de 1957, o oitavo dos nove filmes e a quinta das cinco comédias românticas estreladas pelo casal Spencer Tracy-Katharine Hepburn, é uma absoluta delícia. Mas é mais ainda do que isso: hoje, é uma maravilhosa peça de museu, um case sociológico, um ensaio antropológico, um exemplo de como era a cabeça das pessoas diante da chegada da informática ao local de trabalho, na segunda metade dos anos 50. Continue lendo “Amor Eletrônico / Desk Set”

O mais comum, e mais lógico, é a canção ser criada para se encaixar na trama do filme. Canções extraordinárias foram feitas, por exemplo, especificamente para a história de amor entre Tony e Maria, em West Side Story, ou para as aventuras de Sally Bowles na Berlim entre guerras, em Cabaret. Continue lendo “O Mundo da Fantasia / There’s No Business Like Show Business”