
O Vento Será Tua Herança, no original Inherit the Wind, é um daqueles grandes clássicos indispensáveis, fundamentais do cinema americano dos anos 40 até meados dos 60. Continue lendo “O Vento Será Tua Herança / Inherit the Wind”

Por Sérgio Vaz

O Vento Será Tua Herança, no original Inherit the Wind, é um daqueles grandes clássicos indispensáveis, fundamentais do cinema americano dos anos 40 até meados dos 60. Continue lendo “O Vento Será Tua Herança / Inherit the Wind”

Anestesia é um belo, sensível drama sobre opções, as escolhas que podemos fazer – e sobre como a vida a cada momento passa por cima de nós e de nossos planos, sem que possamos fazer nada para evitar isso. Continue lendo “Anestesia / Anesthesia”

Há carradas de histórias de amor trágicas, na arte e na vida real, e sempre houve, desde os clássicos gregos, 400 anos antes de Cristo, até os jornais de hoje ou ontem: amor que rima com extrema dor, morte, horror. Continue lendo “Paixão Proibida / Onegin”

A Professora, do checo Jan Hrebejk, é um filmaço, uma obra-prima, um brilho, 102 minutos de primoroso cinema. É também um contundente, forte, violento, bem documentado libelo contra os totalitarismos, um minucioso estudo de como o autoritarismo vai se enraizando em absolutamente tudo, em cada detalhe da vida das pessoas que vivem sob uma ditadura. Continue lendo “A Professora / Ucitelka”

Maria’s Lovers, de 1984, foi o primeiro filme de Andrei Konchalovsky nos Estados Unidos. Bem mais do que isso, foi – creio – o primeiro filme americano de um cineasta soviético, algo que dá a ele uma grande importância histórica. Continue lendo “Os Amores de Maria / Maria’s Lovers”

O Apartamento, de 2016, veio para reafirmar uma vez mais: o realizador iraniano Asghar Farhadi é um fenômeno, um talento extraordinário. Continue lendo “O Apartamento / Forushande”

Bus Stop, no Brasil Nunca Fui Santa, de 1956, foi o segundo filme lançado quando Marilyn Monroe já era indiscutivelmente a maior estrela do cinema americano. Continue lendo “Nunca Fui Santa / Bus Stop”

Águas Rasas/The Shallows, co-produção EUA-Austrália-Espanha de 2016 dirigida pelo espanhol Jaume Collet-Serra, é uma impressionante mistura de dor e beleza. É um filme de uma excelência plástica, visual, absolutamente admirável, esplendorosa – e, ao mesmo tempo, um filme difícil de se ver, porque é doloroso demais, angustiante demais. Continue lendo “Águas Rasas / The Shallows”

Embora tenha a palavra “drama” no título original, Dramma della gelosia (tutti i particolari in cronaca), o primeiro dos dez filmes de Ettore Scola com Marcello Mastroianni – e o único do diretor com Monica Vitti, a musa de Michelangelo Antonioni e uma das deusas do cinema mundial na segunda metade do século XX – é uma comédia escrachada, aberta, escancarada. Continue lendo “Ciúme à Italiana / Dramma della Gelosia (tutti i particolari in cronaca)”

Amor Por Direito, no original Freeheld, é um filme que conta uma história real importante: um dos muitos episódios da aparentemente interminável luta pela igualdade de direitos entre os seres humanos. É, portanto, um filme coalhado de belas frases – belas frases de pessoas que defendem o que é justo, o que é certo, o que é de direito. Continue lendo “Amor por Direito / Freeheld”

É muito impressionante como Luci del Varietà, no Brasil Mulheres e Luzes, comprova que tudo, tudo, tudo muda – e demonstra como, fora do âmbito específico da Matemática, a ordem dos fatores altera, sim, o produto. Continue lendo “Mulheres e Luzes / Luci del Varietà”

A direção de Verónica, produção mexicana de 2017, é assinada, nos bem cuidados créditos iniciais, por Los Visualistas. Assim: uma entidade, um grupo. Se a reunião de músicos tem nome – Los Hermanos, The Beatles, Les Luthiers -, por que um conjunto de diretores de cinema não pode ter também? Continue lendo “Verónica”

O primeiro personagem que Woody Allen criou para ele mesmo interpretar, em seu filme de estréia como diretor (e co-autor do roteiro), de 1969, é, como perfeitamente define o título brasileiro, um assaltante bem trapalhão. Continue lendo “Um Assaltante Bem Trapalhão / Take the Money and Run”

O Bar, do realizador basco Álex de la Iglesia, tem muito de O Anjo Exterminador, a ópera surrealista que o iconoclasta profissional Luís Buñuel cometeu no México em 1962. Isso é óbvio demais, salta aos olhos. Mas tem também, na minha opinião, uma boa pitada de Os Pássaros (1963), de Alfred Hitchcock, e um tanto do odor de A Comilança (1973), de Marco Ferreri. Continue lendo “O Bar / El Bar”

Under Capricorn, no Brasil Sob o Signo de Capricórnio, o longa-metragem número 35 de Alfred Hitchcock, lançado em 1949, logo após o grande clássico Festim Diabólico/Rope, o tour-de-force de um único plano-sequência de 80 minutos, é assustador, apavorante. Continue lendo “Sob o Signo de Capricórnio / Under Capricorn”