
Nota: 



Anotação em 2006, com complemento em 2008: Dois amigos disputam e dividem o amor de uma mulher na miséria festiva da Cidade Baixa de São Salvador, Bahia. Muito sexo, muita miséria, muita violência, muita falta de perspectiva. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2006, com complemento em 2008: Dois amigos disputam e dividem o amor de uma mulher na miséria festiva da Cidade Baixa de São Salvador, Bahia. Muito sexo, muita miséria, muita violência, muita falta de perspectiva. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2006, com complemento em 2008: Este é um daqueles filmes que não têm qualquer real importância na ordem das coisas – mas é muito interessante de se ver. A trama é boa – uma detetive durona da polícia investiga o desaparecimento de uma mulher e vai desvelando uma trama que envolve, além de vários crimes, lesbianismo e sadomasoquista na alta sociedade. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2005: O filme é calcado no personagem de Linda Fiorentino, e, mais do que isso, o filme é Linda Fiorentino. Ela faz uma espécie de mulher fatal dos filmes noir, apesar de não ser loura – é ambiciosa, fria, calculista, capaz de tudo. O problema é que ela é tudo isso demais, tudo isso exagerado, à enésima potência. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2005: Uma história de ambição e planos para pegar o dinheiro (de uma milionária) e fugir, numa praia da Flórida, com um elenco cheio de nomes importantes no cinema americano dos anos 90. A trama tem tantas reviravoltas, tantas surpresas, que até cansa. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2002: O personagem central é feito sob medida para a persona que Madonna quis incorporar, a mulher que vive para trepar. Ela faz o papel de Rebecca, a mulher que é presa acusada de ter matado o amante milionário. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2001: Enfim, vejo o filme que esnobei na época do lançamento, porque não queria saber dessa coisa de pornôzinho disfarçado. É um bom thriller, muito bom thriller, sem dúvida. A, digamos assim, licenciosidade da personagem de Sharon Stone serve para avançar sobre alguns tabus que restavam no cinemão americano. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 1999: Sempre ouvi loas ao filme, que seria um exemplo de criatividade numa época em que os filmes de sacanagem, as pornochanchadas, imperavam no cinema brasileiro. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 1999: Mais um thrillerzinho envolvendo mafiosos, dinheiro da máfia que todos querem roubar, e muitas cenas de violência – como, por exemplo, tortura de neguinho para fazê-lo confessar onde está o butim, mediante o uso de cortador de dedos. O ingrediente diferente aqui é que alternam-se as cenas de violência com cenas de sexo, umas tentando ser mais explícitas que as outras. E sexo homo, entre Jennifer Tilly e Gina Gershon. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 1997, com acréscimo em 2008: Meia estrela, a menor cotação permitida aqui, é muito, é um elogio para esse filme. Marynha perguntou se era Sessão Trash. E antes que ela dissesse isso eu já havia pensado no velho e bom Ed Wood. É aquele típico filme que com menos de dois minutos você já sabe que é merda total. Joe D’Amato. Este é um nome para não se esquecer. Comparado a ele, Ed Wood seria certamente um Orson Welles. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 1996, com complemento em 2009: Este Obsessão Diabólica é uma bobagem esquisita, estranhíssima mistura de terror, esoterismo e uma vontade danada de ser abertamente pornô, mas com vergonha de ser abertamente pornô. Ler Mais