Coisas Que Perdemos Pelo Caminho / Things We Lost in the Fire


Nota: ★★★☆

Anotação em 2008: Só com um quarto de filme já visto parei e fui olhar quem dirigia o filme. Tem todo sentido ser a dinamarquesa Susanne Bier, que dirigiu Depois do Casamento, que vi recentemente e achei extraordinário. São basicamente os mesmos temas – família, morte, perda -, abordados de forma séria, profunda, adulta. Continue lendo “Coisas Que Perdemos Pelo Caminho / Things We Lost in the Fire”

O Pagamento Final / Carlito’s Way


Nota: ★★★☆

Anotação em 2007, com complemento em 2008: Al Pacino está meio exagerado, como acontece muitas vezes, e o texto (principalmente a narração com a voz dele em off, o espectador sabendo o tempo todo que ele está morrendo, porque ele é baleado à queima-roupa na primeira tomada) é um tanto pretensioso, um tanto forçadamente brilhante, para ser reconhecido pela crítica como brilhante. Continue lendo “O Pagamento Final / Carlito’s Way”

Ela é Poderosa / Georgia Rule


Nota: ★★☆☆

Anotação em 2007, com complemento em 2008: Tadinha da maravilhosíssima, sensacional, inteligente, marcante Jane Fonda. Não foi feliz na volta ao cinema, depois de 15 anos de ausência e de fazer 70 anos muito bem contados na bela autobiografia Minha Vida Até Agora, de 2005. Continue lendo “Ela é Poderosa / Georgia Rule”

Sob o Efeito da Água / Little Fish


Nota: ★☆☆☆

Anotação em 2007, com complemento em 2008: Não entendi o que esse filme sobre marginalidade e descaminho de jovens na sociedade australiana pretende dizer. Devo ser um imbecil, porque o Australian Film Institute indicou o filme em 14 categorias, e o premiou em cinco. Continue lendo “Sob o Efeito da Água / Little Fish”

O Homem do Braço de Ouro / The Man With the Golden Arm


Nota: ★☆☆☆

Anotação em 2001: Eis aí mais um clássico muito falado e admirado que se revelou, para mim, uma grande porcaria. Certo: tem importância histórica, por ter sido um dos primeiros filmes, senão o primeiro, a abordar de frente a dependência de drogas fortes (não se fala que droga é, mas deve ser heroína). Continue lendo “O Homem do Braço de Ouro / The Man With the Golden Arm”

Regras da Vida / The Cider House Rules


Nota: ★★★★

Resenha na coluna O Melhor do DVD, no site estadao.com.br, em 2000: Ao lançar Regras da Vida em DVD no Brasil, o Grupo Paris Filmes não soube – ou, no mínimo, não quis – valorizar o fato de que ele contém uma interessante apresentação especial: um filmete de quase meia hora com seis entrevistas e várias cenas das filmagens. Continue lendo “Regras da Vida / The Cider House Rules”

Terras Perdidas / A Thousand Acres


Nota: ★★★★

Anotação em 1999: Um belo, belo filme. É feminista a não mais poder – e, afinal, diretora, autora e roteirista são mulheres. O único homem forte é o pai, Larry Cook (Jason Robards) – forte, mas brutal, que espancava as filhas e abusava delas sexualmente, conforme o espectador ficará sabendo lá pela metade. Todos os demais são personalidades fracas. Continue lendo “Terras Perdidas / A Thousand Acres”

Violento e Profano / Nil by Mouth


Nota: ★★★☆

Anotação em 1998: Gary Oldman é um ótimo ator, mas chegado a um exagero. Não poderia haver melhor ator para fazer o Drácula de Coppola, todo over, todo barroco, todo operístico. Só ele poderia fazer tão bem como fez o tira corrupto de Romeo Is Bleeding – e o espectador não perceber que é ele na primeira tomada, tão diferente sua cara fica do que se segue, ou, no caso, o que veio antes. É um ator de mil caras – o contrário de um Robin Williams ou um Jack Nicholson, que são sempre eles mesmos. Continue lendo “Violento e Profano / Nil by Mouth”

Ninguém Falará de Nós Quando Estivermos Mortos / Nadie Hablará de Nosotras Cuando Hayamos Muerto


Nota: ★★☆☆

Anotação em 1998: O filme foi muito premiado na Espanha. Recebeu oito Goyas da Academia de Cinema espanhol: filme, roteiro, atriz, música, produção, montagem, atriz coadjuvante e diretor revelação. Em San Sebastian, levou o prêmio especial do júri, mais melhor atriz e melhor fotografia. É um filme estranho, irregular. Continue lendo “Ninguém Falará de Nós Quando Estivermos Mortos / Nadie Hablará de Nosotras Cuando Hayamos Muerto”