Anotação em 2011: Este Mãos Que Curam, no original El Mal Ajeno, o mal alheio, o mal dos outros, é um filme muito bom, feito com extrema competência, com uma trama impressionante, apavorante. Mas, para poder vê-lo, é necessário que o espectador tenha estômago e coração fortes, e que admita o sobrenatural. Continue lendo “Mãos Que Curam / El Mal Ajeno”
Questão de Imagem / Comme une Image
Anotação em 2011: Uma pequena maravilha, este Questão de Imagem/Comme une Image, da dupla Agnès Jaoui & Jean-Pierre Bacri, feito em 2004. Um estudo sobre o comportamento humano, feito de forma extremamente sensível, com atuações excelentes de todo o elenco. O tema são as relações afetivas, familiares, a vaidade, o casamento, a fama, e, em especial, as agruras da adolescência. Continue lendo “Questão de Imagem / Comme une Image”
O Solteirão / Solitary Man
Anotação em 2011: A pior coisa deste filme é o título imbecil escolhido pelos exibidores brasileiros. O Solteirão sugere uma comedinha romântica. É completamente diferente de Solitary Man, o título original. É um baita drama – a história de um homem que tinha tudo o que se admira na escala de valores da sociedade capitalista e vai descer ao inferno. Continue lendo “O Solteirão / Solitary Man”
Sentimento de Culpa / Please Give
Anotação em 2011: Uma pequenina jóia do cinema independente americano. Um sensível, cuidadoso retrato de um grupo de pessoas absolutamente comuns, gente como a gente, feito com simpatia pelas pequenezas de que o ser humano é capaz, e com excelentes, brilhantes interpretações.
Sementes de Tamarindo / The Tamarind Seed
Anotação em 2011: Sementes de Tamarindo, hoje pouco conhecido, obscuro, foi o segundo dos sete filmes que Blake Edwards dirigiu com sua mulher, a maravilhosa, multi-talentos Julie Andrews. Continue lendo “Sementes de Tamarindo / The Tamarind Seed”
Minhas Mães e Meu Pai / The Kids Are All Right
Anotação em 2011: É de fato um belo filme, este muito elogiado Minhas Mães e Meu Pai. Extremamente sensível, honesto. E aquele monte de maravilhosas interpretações – que coisa soberba, o desempenho de todos os atores. Continue lendo “Minhas Mães e Meu Pai / The Kids Are All Right”
A Jovem Rainha Vitória / The Young Victoria
Anotação em 2011: Acadêmico. Formal. Antiquado. Muito provavelmente esses adjetivos devem ter sido usados pela crítica com relação a este A Jovem Rainha Vitória/Young Victoria. E é verdade. O filme é isso aí – caretão. Acadêmico, formal, antiquado, caretão e muito, muito bom. Impecável, em todos os aspectos. Continue lendo “A Jovem Rainha Vitória / The Young Victoria”
O que Resta do Tempo / Le Temps qu’il Reste
Anotação em 2011: O diretor Elia Suleiman parece ter usado seu ódio, sua indignação diante da situação de seu povo, os palestinos, como combustível para fazer este O Que Resta do Tempo. Continue lendo “O que Resta do Tempo / Le Temps qu’il Reste”
Jantar às Oito / Dinner at 8
Anotação em 2011: Jantar às Oito é uma bela surpresa. Com um elenco estelar, dirigido por George Cukor em 1933, época em que Hollywood produzia às dezenas comedinhas escapistas para um país afundado na Grande Depressão, o filme ousa misturar o tom de comedinha escapista com temas dramáticos, pesados – inclusive a própria Depressão. Continue lendo “Jantar às Oito / Dinner at 8”
A Estrela / Star!
Texto de Waldemar Lopes, convidado especial. (*) Disse o grande cineasta Robert Wise que, em 1963, quando buscava a atriz ideal para interpretar Maria Von Trapp, procurou Walt Disney, e este, entusiasmadíssimo, mostrou-lhe copiões da obra-prima Mary Poppins, com sua descoberta, Julie Andrews. Continue lendo “A Estrela / Star!”
O Refúgio / Le Refuge
Anotação em 2011: Um filme belo e triste, este O Refúgio, que François Ozon fez em 2009. Muito belo e muito triste. Fala da loucura das drogas, de relações familiares, maternidade, afeto, e jovens aí na faixa entre 25 e 30 anos – uma jovem que não está preparada para a vida, um jovem que está. Continue lendo “O Refúgio / Le Refuge”
O Céu Mandou Alguém / 3 Godfathers
Anotação em 2011: Começa como um western, depois vira um conto de Natal, com uma dose de fantasia e muita reverência ao Deus cristão e à Bíblia. E termina como fordianíssima elegia à fraternidade entre os homens de boa vontade nesta terra que às vezes parece esquecida por Deus. Continue lendo “O Céu Mandou Alguém / 3 Godfathers”
Monstros / Freaks
Anotação em 2011: Não adianta a gente achar que conhece um pouco de cinema, que já viu muitos filmes – há sempre muito mais surpresas do que se pode imaginar. Este Monstros/Freaks, que Tod Browning dirigiu em 1932, apenas cinco anos depois que o cinema aprendeu a falar, é muito surpreendente. Continue lendo “Monstros / Freaks”
O Último Brilho do Crepúsculo / Twilight’s Last Gleaming
Anotação em 2011: Este filme – de título um tanto poético que a rigor não diz a que vem – é tão obscuro quanto fascinante. Tentando entrar no espírito do título O Último Brilho do Crepúsculo, poderíamos dizer que é uma pérola perdida nas areias do tempo – e do excesso de filmes. Ou pelo menos foi o que me pareceu. Continue lendo “O Último Brilho do Crepúsculo / Twilight’s Last Gleaming”
Flores de Aço / Steel Magnolias
Anotação em 2011: Este Flores de Aço, Steel Magnolias no original – que mostra o dia-a-dia de seis mulheres nada especiais, gente como a gente, de uma pequena cidade do Sul Profundo – é o tipo de filme que muitos críticos podem chamar de sentimental, sentimentalóide, água com açúcar. Continue lendo “Flores de Aço / Steel Magnolias”















