O Guarda-Costas e a Primeira-Dama / Guarding Tess

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2.0 out of 5.0 stars

O Guarda-Costas e a Primeira-Dama, no original Guarding Tess, é um filme sem importância, uma obra rotineira do cinemão comercial americano. Mas deixa-se ver, é uma diversãozinha que pode até agradar, por duas razões: Nicolas Cage em um bom momento, e, sobretudo, Shirley MacLaine. Continue lendo “O Guarda-Costas e a Primeira-Dama / Guarding Tess”

O Homem Invisível / The Invisible Man

2.0 out of 5.0 stars

O Homem Invisível, o livro, lançado em 1897, é uma das obras mais famosas de H. G. Wells, ao lado de Guerra dos Mundos e A Máquina do Tempo – livros que volta e meia são refilmados. O Homem Invisível, o filme, feito pelo respeitadíssimo James Whale para a Universal em 1933, é tido como uma beleza. Continue lendo “O Homem Invisível / The Invisible Man”

A Mão do Homem sem Cabeça / Où est la main de l’homme sans tête

2.0 out of 5.0 stars

O começo é espetacular. Tomadas esplêndidas de dois pés pisando perigosamente na murada do alto de uma gigantesca catedral, a de Koekelberg, em Bruxelas. Uma pessoa vista de costas, na murada, os jardins magníficos lá embaixo, em segundo plano. Continue lendo “A Mão do Homem sem Cabeça / Où est la main de l’homme sans tête”

Os Agentes do Destino / The Adjustment Bureau

2.0 out of 5.0 stars

Os Agentes do Destino, no original The Adjustment Bureau, o escritório de ajustes, é um filme que tem qualidades. A maior delas, me parece, é a premissa básica, a base da história: uma trama de ficção científica inventiva, criativa, que na verdade quer discutir livre arbítrio x fatalidade, destino, e, em última análise, a existência de Deus. Continue lendo “Os Agentes do Destino / The Adjustment Bureau”

Jezebel

2.0 out of 5.0 stars

Anotação em 2011: Jezebel, como se sabe, é um classicão respeitadíssimo, dirigido por um mestre, William Wyler, e com dois atores maravilhosos, dos melhores, Bette Davis e Henry Fonda. Teve cinco indicações ao Oscar em 1939, inclusive a de melhor filme, e levou dois prêmios, melhor atriz para Bette Davis e melhor atriz coadjuvante para Fay Bainter. Continue lendo “Jezebel”