
Houseboat, no Brasil Tentação Morena, é um filme superlativamente ruim. Deve ser o pior filme da longa carreira de Cary Grant, o pior filme da gloriosa carreira de Sophia Loren. Continue lendo “Tentação Morena / Houseboat”

Por Sérgio Vaz

Houseboat, no Brasil Tentação Morena, é um filme superlativamente ruim. Deve ser o pior filme da longa carreira de Cary Grant, o pior filme da gloriosa carreira de Sophia Loren. Continue lendo “Tentação Morena / Houseboat”

Em 1960, o então jovem Sidney Lumet lançou The Fugitive Kind, no Brasil Vidas em Fuga, um drama baseado na peça Orpheus Descending, do à época veneradíssimo Tennessee Williams. O elenco tinha nada menos que Marlon Brando e três grandes atrizes: Anna Magnani, Joanne Woodward e Maureen Stapleton. Continue lendo “Vidas em Fuga / The Fugitive Kind”

É verdade que, se conselho fosse bom, não seria de graça. Mas aí vai um conselho para quem passar por aqui: evitem um filme chamado A Caça/Breakout, uma produção canadense de 2013. Continue lendo “A Caça / Breakout”
Alex DeLarge muito certamente adoraria este filme, Lawless, sem lei, no Brasil chamado de Os Infratores.
Para quem não se lembra, Alex DeLarge é o protagonista da distopia Laranja Mecânica/A Clockwork Orange, escrita por Anthony Burguess, e filmada por Stanley Kubrick em 1971. Ele é um jovem adepto da ultraviolência. Continue lendo “Os Infratores / Lawless”
O grande Ridley Scott conseguiu reunir em The Counselor, no Brasil Conselheiro do Crime, praticamente tudo que eu detesto ver no cinema, tudo que desprezo, tudo que me dá nojo. Continue lendo “Conselheiro do Crime / The Counselor”
É absolutamente inacreditável que o mesmo homem que realizou Minha Vida de Cachorro e Regras da Vida seja o diretor deste Um Porto Seguro/Safe Haven. Continue lendo “Um Porto Seguro / Safe Haven”
Nem todo classicão é bom – nem mesmo os incensados pela crítica ao longo das décadas. Alice Adams, de 1935, dirigido por George Stevens com Katharine Hepburn, por exemplo. Grande diretor, atriz extraordinária. No entanto, o filme é um horror. Um pavor. Um abacaxi absolutamente azedo. Continue lendo “A Mulher que Soube Amar / Alice Adams”
O grande Vincente Minnelli fez dois filmes sobre os bastidores do mundo do cinema – os dois com Kirk Douglas como protagonista. O primeiro foi Assim Estava Escrito/The Bad and the Beautiful, de 1952. Exatos dez anos depois, fez este Two Weeks in Another Town, no Brasil A Cidade dos Desiludidos. Continue lendo “A Cidade dos Desiludidos / Two Weeks in Another Town”
A Última Casa da Rua é uma porcaria. Não é pouca porcaria, não: é muita. Continue lendo “A Última Casa da Rua / House at the End of the Street”
O grande Max Von Sydow e a belíssima Ornella Muti devem muito provavelmente se envergonhar desta lamentável página de suas carreiras. Talvez estivessem precisando desesperadamente do dinheiro pago a eles pelo produtor Dino de Laurentiis, essa espécie de Cecil B. de Mille europeu. Continue lendo “Flash Gordon”
A Nau dos Insensatos, no original Ship of Fools, foi dirigido por Stanley Kramer, autor de filmes excelentes e importantes, como, para citar apenas dois, Julgamento em Nuremberg e Acorrentados. Tem grandes atores no elenco: Oskar Werner, Simone Signoret, Vivien Leigh, José Ferrer. Continue lendo “A Nau dos Insensatos / Ship of Fools”
O comecinho até que promete. Uma mulher – Michèle Laroque, bela, ótima atriz – corre na praia com fones de ouvido. O espectador ouve a música que ela está ouvindo, “Et si tu n’existais pas”, com Joe Dassin, e ouve a voz dela, cantando alto junto com ele. Continue lendo “Enfim Viúva / Enfin Veuve”
É tratado com respeito e admiração, nos guias e outros alfarrábios, este O Filho de Frankenstein, lançado em 1939 pela Universal, o terceiro da série com Boris Karloff como o Monstro, depois de Frankenstein, de 1931, e A Noiva de Frankenstein, de 1935. Continue lendo “O Filho de Frankenstein / Son of Frankenstein”
Conselho é uma coisa que se dá de graça, e portanto não vale nada, coisa alguma. Mas aí vai um conselho a quem porventura passar por aqui: evitem Os Olhos de Júlia. Não percam tempo com ele. O filme é um blefe. Uma bobagem. Uma merda. Continue lendo “Os Olhos de Júlia / Los Ojos de Julia”
Nunca tinha visto Os Girassóis da Rússia, o filme que Vittorio De Sica fez em 1970 reunindo mais uma vez Sophia Loren e Marcello Mastroianni. Deveria ter continuado sem ver. Continue lendo “Os Girassóis da Rússia / I Girasoli”