
Woody Allen disse, em entrevista e em alguns de seus belos filmes, que, diferentemente do que ensinam os livros de auto-ajuda, as pessoas precisam, para serem felizes, de uma boa dose de sorte. Continue lendo “Café Society”

Por Sérgio Vaz

Woody Allen disse, em entrevista e em alguns de seus belos filmes, que, diferentemente do que ensinam os livros de auto-ajuda, as pessoas precisam, para serem felizes, de uma boa dose de sorte. Continue lendo “Café Society”

Dirigindo no Escuro/Hollywood Ending, de 2002, o 32º filme de Woody Allen, é uma furiosa gozação da indústria do cinema, de Hollywood. Até aí, nada demais da conta: dezenas e dezenas de filme gozam Hollywood – basta lembrar das sátiras violentas de Mel Brooks, como Banzé no Oeste e Alta Ansiedade, e as estreladas por Leslie Nielsen, como Apertem os Cintos… O Piloto Sumiu e Duro de Espiar. Continue lendo “Dirigindo no Escuro / Hollywood Ending”

Depois que rolam todos os créditos finais de White Hunter Black Heart, no Brasil Coração de Caçador, ali nos segundos finais dos 112 minutos de projeção, surge a seguinte afirmação: “Este filme é um trabalho de ficção”. Continue lendo “Coração de Caçador / White Hunter Black Heart”

Ettore Scola era um garoto de 9 anos de idade quando viu pela primeira vez o nome Federico Fellini. Seu avó era cego, e então pedia para o garoto ler para ele as histórias da Marc’Antonio, uma revista semanal humorística, satírica, publicada em Roma. Leu uma piada para o avó, e disse o nome do autor, Federico Fellini. Atento, observador, o velho comentou que aquele redator era novo na revista. Continue lendo “Que Estranho Chamar-se Federico / Che Strano Chiamarse Federico”

Esse Leslie Nielsen é uma figuraça, uma daquelas coisas que, como Deus para Voltaire, se não existisse, seria necessário inventar. Morreu em 2010 aos 84 anos, e sua passagem desta para melhor não foi lamentada como se lamenta o adeus aos grandes criadores. Continue lendo “Duro de Espiar / Spy Hard”

A Noite Americana (1973) é uma das mais belas declarações de amor ao cinema que já foram feitas. É alegre (e às vezes triste), envolvente, simpático, agradável, engraçado (e às vezes sério), gostoso, inteligente, terno, apaixonado, apaixonante. Continue lendo “A Noite Americana / La Nuit Américaine”

Ave, César!, o filme dos irmãos Joel e Ethan Coen de 2016, é uma absoluta delícia, uma comédia hilariante, uma diversão fantástica para quase todo tipo de audiência. Só poderá desagradar a turma de narizinho empinado que diz amar “cinema de arte” e detestar “filme americano” – como se só houvesse um tipo de filmes americanos. Continue lendo “Ave, César! / Hail, Caesar!”

A Rosa Púrpura do Cairo é um filme genial. Dos mais geniais que já foram feitos.
Algumas palavras e expressões vão perdendo um tanto de seu significado, de sua importância, vão se desgastando, por conta do uso indiscriminado, e “genial” é uma delas. Mas é o adjetivo o mais adequado para A Rosa Púrpura: o filme é o resultado de um lampejo de gênio, uma idéia preciosa, única, especial, genial. Continue lendo “A Rosa Púrpura do Cairo / The Purple Rose of Cairo”

She’s Funny That Way, no Brasil Um Amor a Cada Esquina, é uma comédia absolutamente deliciosa, inteligente, com roteiro espetacular, e toda feita com absoluta paixão pelos filmes da Era Dourada de Hollywood. Continue lendo “Um Amor a Cada Esquina / She’s Funny That Way”

O cinema mexicano homenageou o mais popular de seus atores com uma superprodução cara, luxuosa, com um jeitão hollywoodiano – e que dá uma imensa importância a Hollywood. Continue lendo “Cantinflas – A Magia da Comédia / Cantinflas”

Um sujeito que já esteve no topo, no auge, e hoje não está mais – já vimos essa história antes, e ainda vamos ver muitas outras vezes, certo? Continue lendo “Festa Selvagem / The Wild Party”

Nos primeiros 10, 15 minutos do fascinante Saving Mr. Banks, no Brasil Walt nos Bastidores de Mary Poppins, o espectador fica se perguntando: como uma mulher tão absolutamente chata, mal-humorada, de mal com a vida, intolerável, pôde criar um personagem tão alegre, tão delicioso quanto Mary Poppins? Continue lendo “Walt nos Bastidores de Mary Poppins / Saving Mr. Banks”

Um Convidado Bem Trapalhão, no original The Party, é um daqueles filmes que se sustentam por causa da interpretação do ator principal. Sem Peter Sellers, o filme não existiria. Ou, se existisse, se tivesse sido feito com algum outro ator, não teria a mesma qualidade. Continue lendo “Um Convidado Bem Trapalhão / The Party”
Crepúsculo dos Deuses/Sunset Boulevard é um dos filmes mais cruelmente amargos que já foram feitos sobre a indústria cinematográfica. Na verdade, é um dos filmes mais cruelmente amargos que já foram feitos, ponto final. Continue lendo “Crepúsculo dos Deuses / Sunset Boulevard”
Dizer “o melhor de todos” é arriscado, perigoso. Até porque não existe fita métrica, balança, escala Richter para medir o que é bom, o que é melhor. O julgamento é absolutamente subjetivo, cada um tem suas opiniões, seus gostos, suas preferências, e gosto não se discute. Continue lendo “Cantando na Chuva / Singin’ in the Rain”