As Mulheres do 6º Andar / Les Femmes du 6ème Étage

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3.0 out of 5.0 stars

O tema é sério, pesado: o abismo entre as classes sociais, a convivência dentro de casa de patrões e empregadas domésticas. Uma espécie assim de Histórias Cruzadas/The Help, de Tate Taylor, ou Domésticas, de Fernando Meirelles e Nando Olival, versão francesa. Continue lendo “As Mulheres do 6º Andar / Les Femmes du 6ème Étage”

Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo / Seeking a Friend for the End of the World

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2.5 out of 5.0 stars

Levei um susto ao ver, logo no iniciozinho do filme, que o fim do mundo a que o título se refere não é, ao contrário do que havia imaginado, uma figura de linguagem, uma metáfora. Não: é o fim do mundo mesmo. Continue lendo “Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo / Seeking a Friend for the End of the World”

Je l’aimais

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3.0 out of 5.0 stars

Belo, triste, melancólico, amargurado filme sobre escolhas afetivas.

Tem muito pouco a ver, mas, por algum motivo, ele me fez lembrar As Pontes de Madison, aquela maravilha que Clint Eastwood fez em 1995. Continue lendo “Je l’aimais”

Lola

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3.0 out of 5.0 stars

Durante 110 minutos, Lola carrega o espectador para dentro da mais profunda miséria material que pode haver. A vida da Antonio Ricci, o protagonista de Ladrões de Bicicleta, de Vittorio De Sica, chega a parecer quase um mar de rosas, comparada às de Lola Sepa e Lola Puring, as personagens centrais do filme do diretor filipino Brillante Mendoza. Continue lendo “Lola”

O Pecado de Hadewijch / Hadewijch

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1.0 out of 5.0 stars

É possível que o diretor Bruno Dumont tenha querido mostrar, em O Pecado de Hadewijch, que todo e qualquer fanatismo religioso é, em si mesmo, um perigo. E que os fanatismos todos a rigor se aproximam. Céline, a protagonista do filme, passa de um cristianismo exagerado, lunático, fanático, ao terrorismo muçulmano. Do abnegadérrimo amor a Cristo à jihad sangrenta dos muçulmanos fanáticos. Continue lendo “O Pecado de Hadewijch / Hadewijch”

Little Dorrit

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3.5 out of 5.0 stars

Charles Dickens publicou Little Dorrit em capítulos semanais entre dezembro de 1855 e junho de 1857. Em livro, o romance forma uma cartapácio – como em geral são as obras do escritor – de quase 800 páginas. Continue lendo “Little Dorrit”