Os Sinos de Santa Maria, que Leo McCarey lançou em 1945, é provavelmente o mais capriano dos filmes que Frank Capra não dirigiu. Foi feito em glorioso preto-e-branco, mas é totalmente cor-de-rosa. Nele as pessoas são boas e o bem prevalece. Continue lendo “Os Sinos de Santa Maria / The Bell’s of St. Mary’s”
Viúvas / Viudas
Viúvas, do diretor argentino Marcos Carnevalle, parte de uma idéia interessantíssima, uma situação estranha, esquisita, estapafúrdia, mas ao mesmo tempo absolutamente plausível: um único homem deixa duas viúvas, a oficial, a esposa, e a amante. Continue lendo “Viúvas / Viudas”
A Parte dos Anjos / The Angel’s Share
Filho da mãe. Ken Loach é um filho da mãe. Aos 76 anos, jovem, pimpolho, moleque sapeca como minha neta Marina, o cara injeta esperança na veia do espectador. Nesta época e neste mundo de descrença em tudo, vem nos dizer que, ao contrário de todos os sinais, de todas as evidências, a humanidade pode não ser, afinal, uma experiência que deu errado. Continue lendo “A Parte dos Anjos / The Angel’s Share”
Confidências à Meia-Noite / Pillow Talk
Se um eventual leitor distraído cair nesta anotação, eu daria um conselho, mesmo sabendo que conselho não tem valor, até porque é gratuito: se estiver num momento meio triste, meio deprê, meio down, veja Confidências à Meia-Noite. Continue lendo “Confidências à Meia-Noite / Pillow Talk”
Paul – O Alien Fugitivo / Paul
Eis aí uma comédia divertidíssima, escrachada, hilariante. Uma absoluta delícia para qualquer um que entenda que o cinema também é feito para divertir, alegrar a vida. Continue lendo “Paul – O Alien Fugitivo / Paul”
A Mulher que Soube Amar / Alice Adams
Nem todo classicão é bom – nem mesmo os incensados pela crítica ao longo das décadas. Alice Adams, de 1935, dirigido por George Stevens com Katharine Hepburn, por exemplo. Grande diretor, atriz extraordinária. No entanto, o filme é um horror. Um pavor. Um abacaxi absolutamente azedo. Continue lendo “A Mulher que Soube Amar / Alice Adams”
Tous les Soleils
Uma pequena pérola, este Tous les Soleils. Belo, muito belo, sensibilíssimo filme sobre a vida o amor a morte, sobre gente como a gente, os relacionamentos, pais e filhos, perda, dor, companheirismo, solidariedade. Continue lendo “Tous les Soleils”
Paris-Manhattan
Em Sonhos de um Sedutor/Play it Again, Sam, de 1972, o protagonista, interpretado por Woody Allen, conversa com seu maior ídolo, Humphrey Bogart. O protagonista é um crítico de cinema, e sua mulher acaba de deixá-lo. Um Bogey imaginário (interpretado por Jerry Lacy) dá conselhos ao rapaz. Continue lendo “Paris-Manhattan”
Nunca te Vi, Sempre te Amei / 84 Charing Cross Road
Nunca te Vi, Sempre te Amei, no original 84 Charing Cross Road, é um filme feito com profundo amor – o espectador percebe isso com facilidade. Um profundo amor pela história real que conta, pelos personagens que de fato a viveram. Pelos livros, pela literatura. Pelas pessoas, de maneira ampla, geral e irrestrita. Pela vida. Continue lendo “Nunca te Vi, Sempre te Amei / 84 Charing Cross Road”
Intocáveis / Intouchables
Intocáveis é uma maravilha, uma beleza, um grande filme. Essa é a verdade dos fatos, é o que importa. Continue lendo “Intocáveis / Intouchables”
A Mundana / A Foreign Affair
A Foreign Affair, de Billy Wilder, no Brasil A Mundana, foi lançado em 1948, apenas três anos após o fim da Segunda Guerra. Nos créditos iniciais, aparece a seguinte frase: “A large part of this picture was photographed in Berlin”. Continue lendo “A Mundana / A Foreign Affair”
Paz, Amor e Muito Mais / Peace, Love & Misunderstanding
O filme é de 2011, a ação se passa na época atual, os 2010, mas o paz & amor do título é isso mesmo: remete aos hippies, aos anos 1960, o auge do flower power, o alvorecer da Era de Aquário, a contracultura. Continue lendo “Paz, Amor e Muito Mais / Peace, Love & Misunderstanding”
O Amor é Tudo que Você Precisa / Den skaldede frisør
O Amor é Tudo que Você Precisa (sic) deixa o espectador encantado, fascinado, apaixonado, desde as primeiras maravilhosas sequências. Continue lendo “O Amor é Tudo que Você Precisa / Den skaldede frisør”
Dentro da Casa / Dans la Maison
Com Dentro da Casa, sua obra de 2012, François Ozon comprova mais uma vez algumas verdades. Uma: é um dos realizadores mais fascinantes em ação nos últimos tempos. Outra: é um mestre do estilo, ou melhor, de estilos – cada filme vem em um completamente diferente do anterior. Continue lendo “Dentro da Casa / Dans la Maison”
Dívida de Sangue / Cat Ballou
Tinha uma lembrança boa de Cat Ballou, que não revia há muitos, muitos anos. Não lembrava dele como um grande filme, mas como um filme legal, gostoso, uma boa diversão. Continue lendo “Dívida de Sangue / Cat Ballou”















