
O tio, o personagem, é um peça, uma figura rara, daquelas carimbadas, que a gente encontra poucas vezes na vida. Meu Tio, o filme, também. Continue lendo “Meu Tio / Mon Oncle”

Por Sérgio Vaz

O tio, o personagem, é um peça, uma figura rara, daquelas carimbadas, que a gente encontra poucas vezes na vida. Meu Tio, o filme, também. Continue lendo “Meu Tio / Mon Oncle”

The Pretty One, no Brasil Diferenças & Semelhanças, é o primeiro longa-metragem de uma jovem que parece promissora, Jenée LaMarque. Nascida na Califórnia em 1980, ela – também autora do argumento e do roteiro – estava portanto com apenas 34 anos quando o filme foi lançado. Continue lendo “Diferenças & Semelhanças / The Pretty One”

Dois anos depois da obra-prima O Veredicto/The Verdict, de 1982, o grande Sidney Lumet fez este Garbo Talks. É certamente um dos filmes menos falados, menos vistos, de sua longa e extraordinária carreira de grandes obras, lançadas entre 1957 (12 Homens e uma Sentença) e 2007 (Antes Que o Diabo Saiba que Você Está Morto). Continue lendo “Fala Greta Garbo / Garbo Talks”

Eis aí uma pequena pérola, uma jóia perfeita, um filme de deixar o espectador feliz, levitando, cinco centímetros acima do chão. Continue lendo “A Gaiola Dourada / La Cage Dorée”

Forrest Gump é um gigantesco afresco. Resume, em 142 minutos de belo cinema, os principais acontecimentos da história dos Estados Unidos ao longo de três décadas – de meados dos anos 50 a meados dos 80 –, usando como fio condutor o protagonista da narrativa, o personagem do título. Continue lendo “Forrest Gump, o Contador de Histórias / Forrest Gump”

Breakfast at Tiffany’s, no Brasil Bonequinha de Luxo é um dos filmes mais adorados da história. É um cult, um clássico. Teve 5 indicações ao Oscar, levou 2: no total, foram 15 prêmios, fora outras 8 indicações. Está nos livros 500 Must-See Movies e 1001 Filmes para Ver Antes de Morrer. Os guias de filme são pródigos em elogios. Continue lendo “Bonequinha de Luxo / Breakfast at Tiffany’s”

Apesar de ser de um diretor respeitado, Vincente Minnelli, e ter dois grandes nomes no elenco, Gregory Peck e Lauren Bacall, Designing Woman, no Brasil Teu Nome é Mulher, de 1957, não ganhou o status de um grande clássico, não está nos livros que reúnem os melhores filmes. Continue lendo “Teu Nome é Mulher / Designing Woman”

Woody Allen lançou Broadway Danny Rose em 1984. Pelas minhas contas, foi seu 12º longa como realizador. O terceiro em preto-e-branco, numa óbvia homenagem a seus ídolos Ingmar Bergman e Federico Fellini. O terceiro dos 13 da era Mia Farrow (1983-1992), depois de Sonhos Eróticos de uma Noite de Verão (1982) e Zelig (1983). Continue lendo “Broadway Danny Rose”

Whole Lotta Sole, no Brasil O Negociador, é uma comédia engraçadíssima, hilariante. Fala de temas pesados de uma forma alegre, extremamente bem humorada, livre leve solta, de quem está de bem com a vida. Continue lendo “O Negociador / Whole Lotta Sole”

Esta comedinha de 1952 parte de uma idéia deliciosa: dois anos e meio depois de se casarem diante de um juiz de paz, seis casais são informados de que o casamento não é válido. De que legalmente não são casados, como indica o título original, We’re No Married. Continue lendo “Travessuras de Casados / We’re Not Married”

Exatos 60 anos depois de ter sido feito – as filmagens foram entre setembro e novembro de 1954 –, e 52 anos depois que eu o vi pela primeira vez, O Pecado Mora ao Lado/The Seven Year Itch continua sendo um filme absolutamente delicioso. Tornou-se, com o tempo, um grande clássico, dos maiores que há, e tem uma das seqüências mais antológicas de toda a história do cinema. Continue lendo “O Pecado Mora ao Lado / The Seven Year Itch”

É bom deixar claro desde logo: só loucos varridos, ou então aficionados por filmes a ponto de ver qualquer coisa, ou então apreciadores de qualquer tipo de comedinha romântica deveriam ver este Minhas Adoráveis Ex-Namoradas, no original Ghosts of Girlfriends Past. Qualquer outro tipo de pessoa acharia o filme uma absoluta porcaria. Continue lendo “Minhas Adoráveis Ex-Namoradas / Ghosts of Girlfriends Past”

Ligados pelo Amor, produção independente de 2012, fala de livros, literatura, escritores, estudo. Será que foi por abordar temas tão, digamos assim, áridos, que o filme foi um absoluto fracasso de bilheteria nos Estados Unidos? Continue lendo “Ligados pelo Amor / Writers / Stuck in Love”

Um Convidado Bem Trapalhão, no original The Party, é um daqueles filmes que se sustentam por causa da interpretação do ator principal. Sem Peter Sellers, o filme não existiria. Ou, se existisse, se tivesse sido feito com algum outro ator, não teria a mesma qualidade. Continue lendo “Um Convidado Bem Trapalhão / The Party”

Alguém mal-humorado poderia dizer que a contribuição deste Um Bom Partido para a cultura seja mostrar que o futebol – o futebol mesmo, o esporte bretão – parece estar finalmente chegando aos Estados Unidos.
Ou então mostrar que as esposas da classe média americana têm um insaciável apetite sexual. Continue lendo “Um Bom Partido / Playing for Keeps”