
Chef é um filme alegre, animado, quente, gostoso como é a música e parece ser também a comida cubana – além do povo, é claro. Continue lendo “Chef”

Por Sérgio Vaz

Chef é um filme alegre, animado, quente, gostoso como é a música e parece ser também a comida cubana – além do povo, é claro. Continue lendo “Chef”

A começar pelo título, Guns, Girls and Gambling, aqui Tiros, Garotas e Trapaças, eis um filme que não se leva a sério. Escancara desde logo, desde sempre, que é uma comédia escrachada, mais pastelônica do que os antigos pastelões, mais exageradamente sarcástica do que os momentos mais exageradamente sarcásticos dos western spaghetti de Sergio Leone. Continue lendo “Tiros, Garotas e Trapaças / Guns, Girls and Gambling”

Os atores de teatro são uns chatos de galocha. Os dramaturgos, a julgar pelo exemplo em questão, são uns bocós, incompetentes. Os intelectuais, ou metidos a intelectuais, também são sacos vazios de idéias. A única pessoa que sabe fazer direito alguma coisa é um assassino frio, que perdeu a conta de quantos já matou. Continue lendo “Tiros na Broadway / Bullets Over Broadway”

O diretor, Fred Schepisi, é australiano de Melbourne. O ator, Clive Owen, é inglês de Coventry, e a atriz, Juliette Binoche, é francesa de Paris. O filme foi rodado na província canadense de British Columbia – mas é americano da gema. Continue lendo “Palavras e Imagens / Words and Pictures”

Sabrina é um dos mais belos contos de fada que a imaginação humana já conseguiu criar. E é um dos filmes mais encantadores, charmosos, simpáticos, gostosos, divertidos da História do cinema, uma obra-prima que não envelhece nadinha, que encanta mais a cada nova revisão. Continue lendo “Sabrina”

No início, o espectador poderá não gostar de Miles Raymond, o protagonista de Sideways, o filme de Alexander Payne que foi bastante aclamado na época do lançamento, 2004. Na verdade, é mesmo difícil gostar de Miles, pelo menos de início. Continue lendo “Sideways – Entre Umas e Outras / Sideways”

Top Hat, de 1935, é o maior sucesso de bilheteria da dupla Fred Astaire-Ginger Rogers. E a dupla Fred Astaire-Ginger Rogers é daquelas combinações perfeitas, talento de um com talento de outro cuja soma resulta não em 2, mas dez, cem, mil. Continue lendo “O Picolino / Top Hat”

O autor e diretor dublinense John Carney acertou a mão de novo. Este Mesmo Se Nada Der Certo, no original Begin Again, é encantador, delicioso, agradável, feliz, de bem com a vida. Exatamente como Apenas Uma Vez/Once, seu filme de 2006. Continue lendo “Mesmo Se Nada Der Certo / Begin Again”

Heartburn, no Brasil A Difícil Arte de Amar, que Mike Nichols lançou em 1986, me impressionou por três características. Em primeiro lugar, ele revela intimidades da vida conjugal de duas personalidades famosas, a escritora, roteirista e diretora Nora Ephron e o jornalista Carl Bernstein, do caso Watergate. Continue lendo “A Difícil Arte de Amar / Heartburn”

É incrível como filme ruim demora para acabar. Este At Middleton, no Brasil Um Novo Amor, tem apenas 99 minutos, nem 1h40. É do comprimento padrão da imensa maioria dos filmes. No entanto, parece ter umas três horas, tão ruim que é – ou pelo menos me pareceu. Continue lendo “Um Novo Amor / At Middleton”

John Turturro escreveu e dirigiu Amante a Domicílio (no original, Fading Gigolo) como uma homenagem a Woody Allen. Resolveu homenagear o cara, e então bolou a história. Tá certo que a história não faz muito sentido, mas é um filme divertido. Continue lendo “Amante a Domicílio / Fading Gigolo”

Ao rever As Bruxas de Eastwick em 2004, depois de ter visto na época do lançamento, em 1987, anotei poucas frases: “Eu tinha esquecido de como é bom esse filme. Me surpreendi com o quanto ele é inteligente, sarcástico, ferino. Como todos os fantásticos atores estão bem.” Continue lendo “As Bruxas de Eastwick / The Witches of Eastwick”

Ver Marilyn Monroe e Jane Russell na tela é, sem dúvida alguma, um grande prazer, uma maravilha. Vê-las boa parte do tempo com as as coxas à mostra, então, é o néctar dos deuses. Agora, que Os Homens Preferem as Louras é um filme bem fraquinho, ah, lá isso também é verdade. Continue lendo “Os Homens Preferem as Louras / Gentlemen Prefer Blondes”

Enquanto via O Enigma Chinês/Casse-Tête Chinois, e já começava a me sentir um tanto melancólico porque ele se encaminhava para o final – quando o filme é bom, a gente não quer que ele acabe –, me lembrei de uma frase pândega que um amigo gostava de repetir: “A vida é bela, nóis é que estraguêla.” Continue lendo “O Enigma Chinês / Casse-Tête Chinois”

Uma maravilha, uma delícia, um encanto, este Corazón de León, que no Brasil teve acrescentada no título a obviedade de O Amor Não Tem Tamanho. Continue lendo “Coração de Leão – O Amor Não Tem Tamanho / Corazón de León”